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Castelo de Guimarães distinguido com prémio Cinco Estrelas Regiões

Galardão

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O Castelo de Guimarães voltou a ser distinguido com o Prémio Cinco Estrelas Regiões na categoria “Monumentos Nacionais”, anunciou hoje fonte da autarquia.


Conforme explicava o município em 2019, ano em que também recebeu aquela distinção, este prémio baseia-se num “sistema de avaliação que identifica, segundo a população portuguesa, o melhor que existe em cada um dos 20 distritos (incluindo regiões autónomas) ao nível de recursos naturais, gastronomia, arte e cultura, património e outros ícones regionais de referência nacional; bem como premeia empresas portuguesas que se diferenciam a nível regional”.

“Através de uma votação nacional, os portugueses identificaram, para cada um dos distritos, o que consideram extraordinário a vários níveis (estudo envolveu 205.895 indivíduos). Esta votação foi gerida pela Multidados.com, uma das empresas de estudos de mercado parceiras dos Prémios Cinco Estrelas”, era explicado.

Classificado como Monumento Nacional, o Castelo de Guimarães está na origem da Nação Portuguesa. Foi a primeira estrutura militar construída em Vimaranes, (Guimarães) data provavelmente do século X, mandada edificar por Mumadona Dias, que herdara do seu marido o governo das terras de Portucale. Em 1127, D. Afonso Henriques e as suas forças resistiram aí às forças de Afonso VII de Leão e Castela. No ano seguinte, mais precisamente em 24 de junho de 1128, D. Afonso Henriques venceu aí as forças da sua mãe, D. Teresa, dando assim origem ao novo reino, o reino de Portugal.

Já entre o final do século XII e o início do século XIII, o rei D. Sancho I definiu os limites da vila, dando assim, início à construção das muralhas. Em meados desse século, já debaixo do reinado de D. Afonso III, ficou definido o traçado definitivo das muralhas que passaram a unificar a vila do Castelo, no topo do Monte Largo, e a vila de Santa Maria, no sopé. As muralhas ficaram concluídas já no início do século XIV, no reinado de D. Dinis.

As muralhas viriam a ser reforçadas já na segunda metade do século XIV, no reinado de D. Fernando, para proteger a vila das investidas do rei D. Henrique II de Castela, que começava a invadir Portugal desde o Minho, tendo já conquistado a vizinha Braga.

Em 1389, o rei D. João I unificou as comunidades alta e baixa da povoação de Vimaranes, juntando-as sob um único concelho ao qual passou a dar o nome de Guimarães. Nesta altura, a muralha contava com um perímetro de 2Km, sendo rasgada por oito portas e reforçada por oito torres. Com os avanços tecnológicos e os progressos militares, o Castelo de Guimarães começou a perder a sua importância militar e a ser relegado para segundo plano, passando a abrigar a Cadeia Municipal, no século XVI. No século seguinte, o castelo passou a assumir a função de palheiro do rei, começando assim a sua ruína. Em meados do século XIX, a Torre de São Bento foi mandada demolir.

Em 1853, Guimarães foi elevada a cidade pela rainha D. Maria II, sendo mais tarde, em decreto publicado a 19 de março de 1881, o Castelo classificado como “Monumento Histórico de 1ª Classe”, o primeiro da região do Minho.

Já no século XX, o Castelo de Guimarães foi classificado como Monumento Nacional, nos anos de 1908 e 1910. Em 1937 deu-se início a uma extensa campanha de intervenção para a recuperação do Castelo e das Muralhas, vindo o Castelo a ser reinaugurado em 4 de junho de 1940, para as comemorações do VIII Centenário da Fundação da Nacionalidade.

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Bombeiros de Fafe mobilizados para incêndio em tinturaria

Incêndio

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Foto: Ivo Borges / O MINHO

Um incêndio deflagrou, esta quarta-feira à noite, numa empresa têxtil, em Fafe.


Ao que O MINHO apurou, as chamas tiveram origem numa râmola – uma máquina que submete as malhas a temperaturas elevadas.

As chamas ficaram circunscritas àquela máquina, não alastrando a outros setores do grupo Gravotêxtil / Davitex, uma empresa de tinturaria e acabamentos têxteis, localizada em Bouças.

Vídeo: Ivo Borges / O MINHO

O fogo poderá ter sido provocado por excesso de cotão na râmola.

O alerta foi dado às 22:23 e, em pouco tempo, foi dado como extinto.

Os Bombeiros de Fafe estiveram no local com sete operacionais e duas viaturas.

A GNR registou a ocorrência

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Empresa de Famalicão lança caixa de cartão para sono mais seguro do bebé

Baby Box

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Foto: Divulgação / Baby Box

Uma startup de Famalicão começou hoje a comercializar uma caixa de cartão que visa promover práticas de sono mais seguras para os bebés, diminuindo o risco da Síndrome de Morte Súbita do Lactente, anunciou o município.


Em comunicado, o município refere que a caixa, pela sua dimensão (68 centímetros de comprimento por 42 de largura) e conceito minimalista, reduz a tendência dos pais colocarem objetos junto ao bebé, como peluches, brinquedos e almofadas, uma prática que pode potenciar mortes por asfixia.

O conceito, baptizado de “Baby Box”, foi trazido para Portugal por Verónica Macedo e João Cortinhas, que, depois de seis anos em Inglaterra, decidiram voltar para o seu país natal quando souberam que iam ser pais.

Foto: Divulgação / Baby Box

“A Baby Box é uma caixa de cartão certificado e muito confortável, especialmente desenhada para poder ser usada como um mini berço, com a vantagem de poder ser transportada para qualquer lugar da casa, o que permite que as práticas seguras sejam cumpridas onde quer que os pais estejam”, explica Verónica Macedo, enfermeira de 32 anos.

Para além da caixa propriamente dita, que aguenta um peso até 10 quilogramas, a Baby Box inclui ainda um colchão ajustado, uma cobertura impermeável e um lençol 100% de algodão.

O casal escolheu, simbolicamente, o Dia Mundial da Criança para o arranque da comercialização, via online.

A startup Baby Box está instalada na Incubadora Famalicão Made IN e tem acompanhamento do Gabinete de Apoio ao Empreendedor do município.

Vender em lojas com porta para a rua também está no horizonte, mas para já o casal dá prioridade ao site.

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Aluimento de estrada danifica viatura em Guimarães

Devido à chuva intensa

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Foto: Reflexo Digital

Devido às fortes chuvas, o pavimento de uma estrada em Guimarães cedeu, no domingo, e provocou danos numa viatura que passava no local.


Segundo o jornal Reflexo Digital, que avança a notícia, o aluimento deu-se na Rua Padre Silva Gonçalves, junto ao recinto da feira semanal das Caldas das Taipas.

De acordo com aquela publicação, o piso naquele local já tinha aluído anteriormente.

“Foi um estrondo enorme, inimaginável. Vinha no carro com a família e, sem perceber como, senti o carro a bater no chão, felizmente consegui passar para o outro lado”, referiu, ao Reflexo Digital, o proprietário da viatura que sofreu danos.

A Junta de Freguesia de Caldelas informou que, por causa do aluimento do piso, o trânsito foi proibido a todo o tipo de veículos entre o cruzamento com a Rua Nova dos Bombeiros e a rotunda, com exceção de moradores (para acesso à Rua do Assento) e aparcamento de feirantes nos lugares definidos (à segunda-feira).

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