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Póvoa de Lanhoso

Castelo da Póvoa de Lanhoso com recorde de visitantes estrangeiros

O Castelo de Lanhoso está erigido no topo do Monte do Pilar, o maior monólito granítico do país.

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Foto: Divulgação

O Castelo de Lanhoso, monumento nacional e ex-libris da Póvoa de Lanhoso, recebeu, em 2018, perto de 1.600 visitantes estrangeiros no interior da torre de menagem, um número recorde naquele espaço. Numa nota enviada a O MINHO, a autarquia refere que Espanha e Brasil lideraram os países de origem destes turistas.


Ao longo do ano, o Castelo de Lanhoso recebeu um total de cerca de 13.400 visitantes.

No que toca a visitantes nacionais, o número aproximou-se dos 12 mil, a maioria dos quais provenientes dos distritos do Porto e de Braga, mas tendo-se registado um aumento do número de excursões vindas do Algarve e do Alentejo.

O ano de 2018 fica também marcado por ter sido aquele em que mais crianças estiveram naquele espaço, quer em família, quer em visitas escolares.

“Este aumento decorre, por um lado, do aumento de visitas de famílias numerosas, registado em 2018, mas também do trabalho de articulação que o Município da Póvoa de Lanhoso tem vindo a realizar de forma sistemática com as escolas, de dentro e de fora do concelho, de modo a dar a conhecer, desde os primeiros anos de vida, este importante elemento do património e da história locais”, é explicado naquela nota.

As pessoas maiores de 65 anos também foram visita habitual no Castelo de Lanhoso, tendo, no ano passado, ultrapassado pela primeira vez a barreira dos 2 mil visitantes.

Outros dados curiosos, avançados pelo Município de Póvoa de Lanhoso: é ao domingo que a torre de menagem do Castelo recebe mais visitas; o dia 20 de maio, data da peregrinação arciprestal ao Pilar, 632 pessoas visitaram o local, o máximo diário, em 2018.

Os dados registados reportam-se apenas às visitas ao interior da Torre de Menagem do Castelo de Lanhoso, “sendo que número seguramente mais elevado é o das pessoas que visitam as muralhas do Castelo, implantadas sobre o maior monólito granítico do país”.

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Braga

Homem acusado de tentar violar uma mulher na Póvoa de Lanhoso

Ministério Público

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Foto: Ilustrativa / DR

O Ministério Público acusou de coação sexual um homem que tentou manter relações sexuais à força com uma mulher na via pública em Taíde, Póvoa de Lanhoso, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota publicada na sua página na Internet, aquela procuradoria refere que o arguido está também acusado de dano, por ter socado e pontapeado o carro da vítima.

Os factos remontam à madrugada de 07 de janeiro deste ano, quando, segundo o Ministério Público, o arguido parou o veículo automóvel em que se transportava junto àquele em que se encontrava uma mulher, na via pública.

“Dirigiu-se à mesma, agarrando-a pelo cabelo, apalpando-lhe os seios e instando-a a manter com ele trato sexual de cópula”, descreve a acusação.

Como a mulher se tivesse debatido, lograsse libertar-se e começasse a gritar por socorro, o arguido, antes de abandonar o local, socou e pontapeou o carro da vítima, causando-lhe um prejuízo de 3.665 euros.

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Braga

Artista plástico critica organização de concurso em Póvoa de Lanhoso

Jélo alega falta de informação e desleixo

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Foto: DR

Críticas várias à organização. O artista plástico Jélo (Joel Costa), de Braga, expôs uma escultura no concurso de artes plásticas de São José, promovido pela Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso e que esteve patente na Galeria de exposições do Theatro Club.

O seu trabalho tem características originais, já que se trata de um conjunto de peças de ferro aparentemente sem sentido, que projeta na parede, através de um foco de luz que incide na escultura de ferro, a imagem, a três dimensões, de São José.

Obra que Jélo apresentou a concurso. Foto: DR

Em carta enviada ao Município, o escultor bracarense tece várias críticas à organização e ao modo como a exposição decorreu. Sem pôr em causa os premiados, no caso, o ‘Retábulo de São José’ do pintor Alexandre Reigada e a Menção Honrosa atribuída à pintura intitulada ‘S. José’ de Fernanda Aguiar, Jélo desfia, na missiva a que O MINHO teve acesso, um rol de reparos. Começa por dizer que só soube do dia da abertura, a 18 de julho, através de amigos, pois nada lhe foi comunicado. Acrescenta que, uns dias depois, algumas pessoas que conhecem o seu trabalho foram à Galeria e encontraram a escultura, mas com o projetor desligado, ou seja, sem o efeito da projeção das sombras – a imagem do santo – na parede. Diz que tal sucedeu mais duas vezes, quando lá se deslocou sem que ninguém lhe tenha dado uma satisfação.

Através de um foco de luz que incide na escultura de ferro, é projetada a imagem de São José. Foto: DR

As queixas do artista, passam, ainda, pelo facto de lhe ter sido “ocultada” a data da cerimónia da entrega dos prémios, e nada lhe ter sido dito sobre a composição dos três membros do júri. Lamenta, ainda, que não tenham sido afixados na Galeria o nome dos artistas premiados, o que, de resto, acontecia com outras obras de arte, expostas sem o nome do autor. A concluir, critica o facto de não ter sido feito um simples folheto sobre o evento e de a divulgação na comunicação social ter sido parca.

O MINHO contactou a Câmara Municipal mas não conseguiu, até ao momento, uma reação.

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Braga

Detido gangue suspeito de assalto violento a ourives em Póvoa de Lanhoso

PJ deteve seis indivíduos

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Foto: Ilustrativa / DR

A Polícia Judiciária deteve hoje seis homens suspeitos de integrarem um “grupo organizado e perigoso” responsável por crimes de roubo, furto e homicídio tentado, entre os quais o assalto à mão armada a um ourives na Póvoa de Lanhoso.

Fonte da Polícia Judiciária de Braga disse à Lusa que o caso da Póvoa de Lanhoso ocorreu no dia 17 de fevereiro, quando o ourives regressava a casa, de carro, após uma feira em Guimarães e foi atacado por um grupo armado, que lhe roubou ouro avaliado em cerca de 500 mil euros.

Os assaltantes terão efetuado pelo menos três disparos sobre um popular que assistiu ao roubo e que “só não foi atingido por mera casualidade”.

Fugiram depois com o carro da vítima, que viria a ser localizado em Guimarães.

Ourives atacado por gangue na Póvoa de Lanhoso. Regressava de feira em Guimarães

Os seis detidos são ainda suspeitos de furtos qualificados nos distritos de Braga e Porto, designadamente em estabelecimentos comerciais e indústrias.

“São considerados muito perigosos e têm antecedentes criminais”, disse ainda a fonte.

Os detidos estão ainda indiciados pelo crime de associação criminosa.

Foram detidos no cumprimento de mandados emitidos pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Guimarães, tendo a PJ efetuado buscas domiciliárias e não domiciliárias em Valongo, Gondomar e Guimarães, que resultaram na apreensão de armas de fogo, munições, objetos de ouro, dinheiro e equipamento para comunicações.

Vão ser presentes ao Tribunal de Guimarães na quarta-feira, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das respetivas medidas de coação.

Notícia atualizada às 16h39 com mais informação.

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