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Esposende

Casas na arriba das praias de Pedrinhas e Cedovém em risco de ruína

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Foto: DR/Arquivo

O alerta é da Associação “Pedrinhas & Cedovém” da Apúlia, Esposende: “Os proprietários das casas situadas junto à praia rezam para que não haja uma derrocada da arriba enquanto estiverem dentro das habitações”.

Em nota publicada no seu site, a Associação lamenta que “a Polis Litoral Norte se mantenha entretida com a realização da eco-via”. E avisa: “as habitações estão no cume da arriba. Se o proprietário sair de casa pela porta da frente cai de uma altura de mais de 10 metros. Se algo lhe acontecer, não há dúvida que a responsabilidade é da Agência Portuguesa do Ambiente (APA/ARH).

A “Pedrinhas & Cedovém” anota que “o mar destruiu a duna, eliminou a sua proteção e vai avançando pelo interior enquanto a Polis Litoral Norte se vai entretendo na construção da eco-via, que vai unir Apúlia e Ofir, para estar pronta para o verão de 2018”.

“A Polis Litoral Norte, é a Sociedade para a Requalificação e Valorização do Litoral Norte, SA., que, em vez de estar a realizar trabalhos meramente “cosméticos” para o bonito, deveria era retirar imediatamente os esporões de Esposende, para que os inertes do rio Cávado fossem depositados na orla costeira, assim a defendendo”, acusam.

Em sua opinião, “o Esporão, como já está provado em Tribunal, é o grande causador da erosão da costa local”.

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Esposende

Um dos maiores grupos de samba do Brasil dá concerto em Ofir

No Pacha

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Foto: DR

O Grupo Revelação, um dos mais conhecidos do segmento do samba e pagode do Brasil, vai dar um concerto no dia 27 de julho no Pacha Ofir, no concelho de Esposende.

Êxitos como “Deixa Acontecer”, “Sina”, “Saudade do Amor”, “Coração Radiante”, “Grades do Coração”, são alguns dos temas que o Grupo toca no espetáculo ao vivo.

O concerto já vai contar com o novo vocalista, Jhonatan Alexandre, sobrinho de Xande de Pilares, que esteve no grupo entre 1991 e 2014. Os bilhetes ainda não estão à venda.

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Esposende

Esposende combate lagarta do pinheiro nas escolas

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Foto: DR

O Município de Esposende procedeu, durante o mês de janeiro, à intervenção de abate das espécies hospedeiras da lagarta do pinheiro nos estabelecimentos concelhios de ensino básico, na medida em que a contenção da praga por via das metodologias preventivas se demonstrou, nesta fase, já não ser suficientemente eficaz.

A lagarta do pinheiro é o principal inseto desfolhador dos pinheiros e cedros em Portugal e o seu nome advém-lhe do facto de constituir longas procissões de lagartas que se dirigem das árvores para o solo, onde irão crisalidar.

Nos últimos anos, e provavelmente com direta relação com as alterações climáticas, têm-se observado ataques de elevada intensidade desta praga, e, em ambiente urbano, impõe-se uma vigilância constante e combate urgente dadas as consequências que pode trazer em termos de saúde pública.

O contacto físico direto com as lagartas deve ser sempre evitado, pois possuem pelos urticantes que podem causar graves reações alérgicas no Homem e animais. Também a inalação terá os mesmos efeitos, de entre os quais se indica a urticária, com registo de irritações na pele (geralmente ardor, comichão e manchas avermelhadas na pele), irritações nos olhos (olhos avermelhados, inchados e com comichão), e alterações no aparelho respiratório (dificuldade respiratória).

Para evitar a propagação desta praga, deixa-se um alerta geral à população para que as situações de natureza privada sejam devidamente tratadas pelos respetivos proprietários dos terrenos/árvores, nunca descurando as questões de segurança, nomeadamente devendo ser utilizadas luvas máscara e óculos durante o processo de remoção das lagartas e de sua queima.

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Esposende

Esposende atua contra degradação de imóveis

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Foto: Divulgação/CM Esposende

O Município de Esposende anunciou que tem vindo a proceder ao levantamento dos prédios urbanos degradados existentes no concelho, no sentido de garantir a sua conservação e manutenção obrigatórias.

Em causa estão as edificações em estado de degradação, em risco de ruína ou que, por questões de salubridade, possam constituir perigo para a saúde pública.

“Não obstante a legislação determinar a realização de obras de conservação dos edifícios pelo menos uma vez em cada período de oito anos e de permitir o agravamento da taxa do IMI, vão subsistindo situações em os edifícios atingem um grau de degradação acentuado obrigando a Câmara Municipal a intervir. Assim, com base na avaliação de cada situação mediante a realização de uma vistoria, a Autarquia define o tipo de intervenção a realizar e estipula o prazo de execução das obras de conservação necessárias à melhoria do arranjo estético dos edifícios em caixa, medidas que são sempre sujeitas à aprovação do executivo municipal”, explica a Câmara, em comunicado.

Por esta via, o Município pretende evitar que os edifícios cheguem a um estado de degradação irreversível, acautelando também possíveis ocorrências que possam colocar em perigo as pessoas.

Benjamim Pereira, presidente da Câmara, refere que “frequentemente, o Município vê-se obrigado a notificar os proprietários para efetuarem este tipo de intervenções, tal é o estado a que deixam chegar os seus imóveis”, acrescentando que “além da questão estética, que em nada favorece a imagem que queremos para o nosso concelho, é, sobretudo, o aspeto da segurança de pessoas e bens que está em causa”.

O autarca lembra que, no âmbito do PARU – Plano de Ação de Regeneração Urbana, os proprietários com imóveis nas zonas urbanas de Apúlia, Esposende, Fão e Marinhas poderão beneficiar de incentivos para obras de requalificação, para além da isenção de taxas.

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