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Braga

Casal de Braga põe banco Santander Totta, Estado e TVI em tribunal

Reclama 194 mil euros

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Foto: O MINHO (Arquivo)

Um casal de Braga que pôs o Banco Santander Totta, o Estado, e a TVI, em Tribunal, pedindo 194 mil euros por perdas na venda do BANIF- Banco Internacional do Funchal, teve de recorrer ao Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga já que o Tribunal Cível de Braga entendeu que não deveria julgar o caso.


O Cível argumentou que ao demandar o Estado, na pessoa dos Ministério de Estado e das Finanças, o Banco de Portugal bem como o Fundo de Resolução, o caso só poderia ser julgado no Administrativo.

O casal, Maria de Fátima Macedo e Carlos Alberto de Sousa perderam tudo o que tinham no banco funchalense, pelo que entenderam tentar reaver o dinheiro.

Além do Santander e do Estado, demandam, ainda, numa ação administrativa, a empresa Oitante e a estação de televisão TVI.

Recorde-se que, e de acordo com a Comissão Liquidatária do BANIF, a TVI enfrenta uma acusação do Ministério Público de ofensa à reputação económica do Banif e o seu diretor de informação foi, também, acusado de, nomeadamente, desobediência qualificada e ofensa à reputação.

Na base desta acusação está uma queixa do Banif (em liquidação), na sequência da notícia sobre o alegado “fecho” do banco, emitida pelo canal TVI24, no dia 13 de dezembro de 2015, com o banco a considerar que a notícia esteve na “origem de uma enorme perda de liquidez ao longo dos dias” imediatamente a seguir à transmissão e, posteriormente, “da resolução do banco dos danos por ele provocados”.

“De acordo com a acusação do Ministério Público, o arguido Sérgio Figueiredo, previu e quis revelar e divulgar/tornar público tal notícia num meio de comunicação, não obstante saber que o seu teor poderia ser falso e que a mesma seria ofensiva da imagem e competência económica do Banif”, salientou, em março, um comunicado da Comissão Liquidatária do banco.

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Braga

Carro onde seguia casal de Ponte de Lima arde em Braga

Incêndio rodoviário

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Um casal de Ponte de Lima não ganhou para o susto quando o carro onde seguiam começou a arder, na noite desta sexta-feira, em Braga.

Ao que apurámos, o casal seguia na Rua Martins Sarmento, junto à Escola Secundária Carlos Amarante, quando o Peugeot 205 no qual seguiam se incendiou, quando se preparavam para abastecer com gasolina.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O homem ainda utilizou um pequeno cobertor para apagar o fogo, mas não teve sucesso.

Para o local, cerca das 22:50, foram mobilizados oito operacionais da Companhia de Bombeiros Sapadores com duas viaturas e uma patrulha da PSP.

Uma ambulância foi destacada mas o homem, que tinha inalado fumo, rejeitou assistência.

Uma equipa dos Sapadores irá proceder à limpeza de via.

A PSP registou a ocorrência.

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Braga

Movimento cívico quer drones a fiscalizar o rio Este

Poluição

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Foto: Braga para Todos

O movimento cívico Braga para Todos apelou, esta sexta-feira, à utilização de drones e robôs para fiscalizar as descargas ilegais no rio Este, em Braga, de forma a punir “os atos criminosos”.

Em comunicado, aquele movimento denuncia nova descarga ilegal durante esta sexta-feira, na freguesia de Ferreiros, pedindo “medidas sérias” contra os crimes ambientais.

O movimento dá o exemplo de um robô que identifica origem de descargas no rio Vizela, apelando a que algo similar ocorra em Braga.

No documento deixam algumas críticas à autarquia e demandam urgência em apanhar os culpados, apontando ser “difícil” detetar a origem das descargas.

Pedem drones durante o dia, “nas áreas mais comuns das descargas”, mas pedem também mais inspeções às condutas através de um robô que capte imagens para verificar a proveniência.

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Braga

Mais 205 casos de covid-19 nos últimos quatro dias no concelho de Braga

Covid-19

em

Foto: O MINHO (arquivo)

O concelho de Braga registou mais 37 casos de infeção por covid-19 em 24 horas e mais 205 desde a passada segunda-feira.

Estes dados, apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde, foram atualizados esta sexta-feira.

Em termos acumulados, são 2.460 casos de pessoas infetadas com o novo coronavírus.

Não foi possível apurar o número de casos ativos, bem como o número de pessoas em vigilância ou recuperados, ao longo da semana.

Na semana passada, o concelho registava 1.579 casos de recuperações do SARS CoV-2 desde o início da pandemia.

No último balanço, registavam-se 74 óbitos, número que se mantinha igual desde 16 de junho.

De acordo com os dados de sábado passado, o número de pessoas em isolamento sob vigilância da autoridade de saúde era de 605.

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