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Cabeceiras de Basto

‘Casa da Partilha’ é inaugurada em Cabeceiras de Basto

Grupo Cultural Recreativo Núcleo Infantil de Gandarela é a entidade promotora

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Foto: CM Cabeceiras de Basto

A’Casa da Partilha’ é um projeto visa implementar equipamento social que preste apoio a crianças/adolescentes e idosos da freguesia de Basto S. Clemente e freguesias adjacentes, em Cabeceiras de Basto. É inaugurada, hoje, às 19:00.


A nova estrutura pretende “melhorar a qualidade de vida dos cidadãos, através de um Centro de recreativo e um centro
de Ocupação de Tempo Livres”, refere nota municipal.

“O intercâmbio intergeracional será o ‘ponto-chave’ do projeto ‘Casa da Partilha-Encontro de Gerações’. Procura-se, essencialmente mostrar a utilidade e a capacidade na atuação das pessoas seniores e unir gerações para trabalhar juntas, permitindo-lhes beneficiar e aprender umas com as outras, ao explorar dependências mútuas” refere Daniel Meireles, responsável pela Casa da Partilha, e Presidente do Grupo Cultural Recreativo Núcleo Infantil de Gandarela,
entidade promotora da Casa da Partilha.

No mesmo edifício, algumas salas servirão de ponto de encontro entre as duas gerações, através da realização de atividades pedagógicas, culturais e recreativas, entrelaçando assim a vitalidade e a energia das crianças/adolescentes com a sabedoria e a experiência dos idosos, desenvolvendo desta forma, a solidariedade entre gerações, desconstruindo estereótipos associados à idade.

No mesmo dia, e em jeito de celebração dos 42 anos do Grupo Cultural, será servido um jantar solidário para angariação de fundos para esta associação.

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Ave

Teatro de Cabeceiras de Basto leva novo circo a todo o concelho

“Circo Lar”

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Foto: Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto

O Centro de Teatro da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto (CTCMCB) criou o “Circo Lar”, um espetáculo itinerante, adaptado aos tempos de pandemia, que pretende mostrar que a “vida se faz de reinvenções”.

Em comunicado, a autarquia informa que “Circo Lar” tem hoje a primeira exibição, na praia fluvial de S. Nicolau, e vai percorrer em agosto e setembro vários locais do concelho, num total de 33 apresentações.

O texto explica que, “dadas as restrições de lotação, surgiu a ideia de replicar o espetáculo de maneira a garantir que todos os cabeceirenses possam assistir e usufruir deste projeto em segurança, respeitando o limite de pessoas e distanciamento físico”.

O espetáculo conta a história de “um velho circo, outrora grandioso” que está longe dos tempos de glória do passado quando surge Heitor, que se junta a esta companhia e “com ele traz esperança e novas ideias para pôr este circo na ribalta, mostrando que o dia-a-dia se faz de reinvenções”.

As próximas datas, sempre com participação gratuita e limitada, são 04, 05 e 06, 10, 11, 12 e 13 agosto, sempre às 21:30.

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Ave

Iberdrola refloresta 1.000 hectares e contribui para recuperar áreas ardidas

Abrange Cabeceiras de Basto

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Barragem de Daivões. Foto: DR / Arquivo

A Iberdrola vai reflorestar cerca de 1.000 hectares com cerca de 250 mil árvores e plantas e contribuir para a recuperação de áreas ardidas, no âmbito das medidas compensatórias do Sistema Eletroprodutor do Tâmega.

As medidas de compensação, que decorrem da construção das barragens de Daivões, Gouvães e Alto Tâmega, estão a ser implementadas durante a fase de obras e continuarão durante a exploração do projeto.

A elétrica espanhola destacou hoje algumas das ações em curso e referiu que o orçamento para este programa de compensação de fauna e flora está estimado em 10,2 milhões de euros.

A Declaração de Impacto Ambiental (DIA) do SET estabeleceu a necessidade da realização de medidas para compensar, do ponto de vista ecológico, os impactos da construção do empreendimento que deverá estar concluído em 2023.

Em comunicado, a Iberdrola disse que tem estado a trabalhar em colaboração com o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) na elaboração de ações que “fomentem o ecossistema natural” dos municípios abrangidos pelo empreendimento.

“No total a área a reflorestar e melhorar, desde o ponto de vista da biodiversidade, é de aproximadamente 1.000 hectares, com uma previsão de plantação de mais de 250 mil árvores e plantas”, apontou.

Na implementação destas medidas, segundo a elétrica, está a ser feito um trabalho conjunto com as câmaras municipais abrangidas pelo projeto do Tâmega, nomeadamente com Boticas, Cabeceiras de Basto, Vila Pouca de Aguiar, Ribeira de Pena e Chaves.

“Os objetivos desta colaboração são, por um lado, promover a contratação de empresas e associações locais e, por outro envolver as comunidades nestas ações”, frisou a empresa.

As ações compensatórias são, de acordo com a Iberdrola, “uma grande oportunidade nestes municípios para a recuperação das áreas queimadas”.

“A questão preocupante dos incêndios foi uma grande prioridade no redesenho da flora regional, com a plantação de várias árvores autóctones de reduzida inflamabilidade, em locais estratégicos, com o objetivo de impedir a propagação de fogos florestais”, explicou.

O programa prevê ainda a rearborização de sobreiros, com o cultivo desta espécie numa área, aproximadamente, 50% maior do que a do povoamento afetada, totalizando a plantação de 18 mil sobreiros.

“As medidas de compensação de fauna e flora projetarão a conceção de uma floresta mais variada e funcional, com a criação de corredores ecológicos, que irão permitir uma melhoria na conectividade biológica em toda a envolvente dos espaços florestais”, referiu.

Estes corredores, segundo a empresa, “vão possibilitar o deslocamento de animais de áreas isoladas, garantindo maior interação entre as populações das várias espécies e contribuindo para a sua sobrevivência através do aumento da diversidade genética e disponibilidade de alimento”.

A Iberdrola apontou ainda a restauração das galerias ripícolas, com o objetivo de “serem criadas condições para uma maior sobrevivência de várias espécies”.

“Como exemplo, a toupeira de água, animal que necessita de um habitat propício e requisitos particulares para prosperar, o que o torna um bioindicador, está a ser alvo de extraordinário processo de intervenção”, salientou.

A empresa explicou ainda que “várias espécies protegidas estão a ser transferidas e produzidas através de técnicas laboratoriais que asseguram a manutenção do ecossistema natural destas localidades e o renascimento melhorado de toda a fauna e flora autóctones”.

Entre as medidas compensatórias pela construção do SET, destaca-se também o centro de reprodução do mexilhão-de-rio, instalado no Parque de Natureza e Biodiversidade, em Boticas, e que é único na Península Ibérica.

Trata-se de uma espécie (margaritífera margaritífera) ameaçada, que chegou a ser dada como extinta em Portugal e foi redescoberta de uma forma fortuita, em 2009, em Boticas, travando a construção da barragem de Padroselos, que estava inicialmente prevista no SET.

O SET é um dos maiores projetos hidroelétricos na Europa, nos últimos 25 anos, contemplando a construção de três barragens (Daivões, Gouvães e Alto Tâmega) e um investimento de 1.500 milhões de euros.

O complexo, que deverá estar concluído em 2023, contará com uma potência instalada de 1.158 megawatts (MW), alcançando uma produção anual de 1.760 gigawatts hora (GWh), ou seja, 6% do consumo elétrico do país.

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Ave

Jovem de 20 anos acusada de roubo a idoso em Cabeceiras de Basto

Justiça

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Foto: DR / Arquivo

O Ministério Público (MP) acusou uma jovem de 20 anos pelo roubo a um idoso em Cabeceiras de Basto, em setembro de 2019, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Distrital do Porto.

Em nota publicada na sua página, a procuradoria refere que a arguida vai responder por roubo qualificado.

O MP considerou indiciado que a arguida e uma outra mulher decidiram, no dia 09 de setembro, abordar pessoas de idade avançada junto aos CTT de Cabeceiras de Basto, conduzi-las a um local ermo e ali retirar-lhes, com o uso da força, objetos e dinheiro que tivessem consigo.

Ainda segundo o MP, a arguida, na execução daquele propósito, abordou um homem de 74 anos, conseguindo que o mesmo a seguisse até um beco, “a pretexto de que lhe iria mostrar uma coisa”.

Naquele beco, estava uma outra mulher que “lançou as mãos” a um fio de ouro, no valor de 250 euros, que o idoso tinha ao pescoço e arrancou-o, fugindo com ele.

A arguida foi intercetada por um militar da GNR à civil que seguia nas imediações.

Aguarda julgamento sujeita à medida de coação de obrigação de permanência na habitação com vigilância eletrónica.

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