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Futebol

Carvalhal garante SC Braga na máxima força na Grécia

Liga Europa

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

O treinador Carlos Carvalhal garantiu hoje um SC Braga no máximo das suas capacidades no campo do AEK Atenas, onde uma vitória garante a passagem à fase seguinte da Liga Europa de futebol.

O Braga, que bateu o AEK Atenas por 3-0, em casa, na segunda jornada do grupo G, joga na quinta-feira no campo dos gregos a quinta ronda e, na antevisão da partida, o técnico disse esperar um “jogo difícil”, mas assegura que a sua equipa estará “à altura das responsabilidades”.

“Não tememos nada, respeitamos, sim, o adversário, é uma equipa boa, tem um bom treinador, uma boa organização, e está a lutar fortemente pelo título esta época. Não esperamos facilidades. Sabemos das dificuldades que o AEK criou ao Leicester em casa [perdeu por 2-1], o resultado com o Zorya [na última jornada, derrota caseira por 3-0] é muito enganador, golearam o Zorya fora [4-1]. Temos 100 por cento de respeito, zero por cento de medo”, frisou.

O técnico dos minhotos garantiu ainda que o Braga vai apresentar-se na máxima força e deu o exemplo do recente jogo com o Trofense, da terceira eliminatória da Taça de Portugal.

“Se fomos para a Trofa com tudo, no máximo das nossas capacidades, um jogo da Taça, contra uma equipa [equivalente] da III divisão e tivemos muitas dificuldades em ganhar [1-0], contra o AEK temos que ir a top, de outra forma não faz sentido”, afirmou.

O treinador do AEK, Massimo Carrera, admitiu fazer algumas poupanças tendo em conta o jogo de domingo do campeonato grego, mas para Carlos Carvalhal, independentemente da troca de “um ou outro jogador”, “é sempre o Braga ou o AEK que vai jogar”.

“Tenho dois jogadores por posição, todos com a mesma competência, nunca meto a segunda equipa, mas os jogadores do Braga a jogar. A gestão que tem que ser feita num ciclo destes, nossa, do AEK, do Benfica, FC Porto, etc., é um imperativo, mas as equipas, em todos os jogos, apresentam-se na máxima força para jogar, uma máxima força relativa: naquele jogo, aqueles jogadores são os que os treinadores entendem serem os melhores para vencerem, é isso que acredito que o AEK vai fazer e eu também”, disse.

Por seu lado, Sequeira assegurou que a equipa vai abordar o jogo com os gregos como sempre faz, “o Trofense como este, o Leicester como os jogos para o campeonato: em qualquer campo, seja onde for, tentar vencer e dar o nosso melhor”.

O Braga vem de uma vitória difícil sobre o Farense (1-0), no domingo e, antes, de um empate caseiro com o Leicester (3-3), para a Liga Europa.

“Foram dois jogos distintos, mas dois resultados que nos trazem confiança para abordarmos agora o AEK. Vamos ter um Braga dentro do que tem feito, a entrar para vencer”, reforçou o lateral esquerdo, de 30 anos.

SC Braga, segundo classificado do grupo G, com sete pontos, e AEK Atenas, terceiro, com três, defrontam-se a partir das 17:55 de quinta-feira, no Estádio Olímpico de Atenas “Spyros Louis”, na Grécia, jogo que será arbitrado pelo búlgaro Georgi Kabakov.

Futebol

“Não estamos preocupados com o Paços de Ferreira ou com outra equipa qualquer”

João Henriques

Foto: Arquivo

– João Henriques (treinador do Vitória SC): “Não estamos preocupados com o Paços de Ferreira ou com outra equipa qualquer. Estamos preocupados sobretudo connosco e sobretudo em somar os três pontos em cada jogo que participamos.

É importante para nós dar seguimento ao que fizemos há três dias. Sabíamos de antemão que ia estar um terreno pesado, difícil para jogarmos. A nossa preocupação foi dar continuidade ao jogo anterior. Queremos sempre olhar para quem está acima de nós para tentar alcançar.

Hoje, ganhámos com o espírito vitoriano que tantas vezes é apregoado e hoje foi passado para aquilo que fizemos dentro de campo. Foi uma vitória do grupo, da equipa.

Ter a capacidade de ultrapassar todas as adversidades, criar as melhores ocasiões, ser mais eficaz e depois vencer como nós vencemos. Sofremos em alguns momentos.

Fala-se muito dos nossos mágicos, que fazem coisas diferentes, e hoje vimos os mesmos mágicos com espírito de ajuda, solidariedade. E isso é tão importante como qualquer trivela deste mundo.

Hoje, ganhou exatamente a equipa. E a equipa é isto. Sólida, continua a fazer nos jogos em que está um grande objetivo que é chegar aos 90 minutos com os três pontos. E isso foi inquestionável hoje.

Estou feliz pelo André Almeida, porque ele andava à procura deste golo. Era a cereja no topo do bolo para ele sentir ainda mais confiança. Felizmente, temos mais ‘Andrés Almeidas’ que vão aparecendo com o crescimento da equipa”.

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Futebol

“A nossa entrada no jogo foi muito fraca”

João Pedro Sousa

Foto: Arquivo

Declarações no final do encontro Famalicão-Vitória SC (0-1), da 15.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “É um problema para nós perceber que não estamos assim tão consistentes. E consistentes também em termos emocionais. Parece-me que a nossa entrada no jogo foi medíocre, foi muito fraca. E teve a ver com a vitória nos Açores. Infelizmente, não consegui perceber os sinais durante a semana para tentar corrigir.

Na primeira parte não jogámos. Nem bem, nem mal, simplesmente não jogámos. Fomos demasiado passivos. E contra equipas competentes como o Vitória, é difícil ter um resultado positivo. Perdemos o jogo porque não estivemos na primeira parte e temos de estar. Somos obrigados a estar. Temos de abordar os jogos de outra forma”.

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Futebol

“Por todos os turbilhões que foram acontecendo, o resultado acaba por se ajustar”

I Liga

Foto: Arquivo

Declarações após o jogo Moreirense-Portimonense (2-2), da 15.ª jornada da I Liga de futebol:

– Vasco Seabra (treinador do Moreirense): “Por todos os turbilhões que foram acontecendo, o resultado acaba por se ajustar. Parece-me que a ponta de sorte podia ter caído para nós, não só pelo penálti falhado, que é a maior oportunidade de todo o jogo.

Mesmo com momentos de dificuldade na segunda parte, dispusemos de duas oportunidades claras para fazer o terceiro golo. Se fizéssemos o 3-1, o jogo morria. Não marcámos e acabámos por recuar mais do que o pretendido.

Não entrámos bem e estávamos com dificuldades para ligar mal recuperávamos a bola. Isso remeteu-nos lá para trás, mas, depois do golo do Rafael Martins, reagimos, demos a volta ao jogo e acabámos a primeira parte muito bem.

Na segunda parte, começámos a cair com o tempo. Não tivemos a frescura física necessária, mas vi uma atitude, entrega e vontade muito grandes. Alguns jogadores estavam a fazer 90 minutos pela primeira vez na I Liga e outros vinham de lesão.

Ainda é mais frustrante sentir que sofremos dois golos nascidos em livres. É óbvio que temos de melhorar na capacidade para defender bolas paradas. Temos de ser mais competentes para que a nossa folha fique sem golos sofridos e saia limpa”.

– Paulo Sérgio (treinador do Portimonense): “De facto, houve aqui muitas voltas nos ânimos. Seria injusto não levarmos qualquer ponto, mas o futebol não se compadece dessas coisas. Há que dar mérito ao Ricardo, que parou aquela bola [penálti].

O ponto é mais do que merecido e merecíamos ainda mais pelo que fizemos. A segunda parte foi toda nossa, com muita qualidade e risco. Já na primeira, a equipa retraiu-se a seguir ao golo, desacertou a pressão e o Moreirense empatou sem criar grandes chances.

Sofremos o primeiro golo num lance em que o Willyan está a entrar em campo e não estava ninguém no sítio certo para atacar a segunda bola. O que conta é que duas equipas com qualidade dividiram os pontos e somámos mais um na nossa caminhada.

Fase de maior confiança? Na semana passada perguntaram algo idêntico. São tantas peripécias em 15 jornadas que é difícil dar uma resposta concreta. Perdemos dois jogadores importantes, o Pedro Sá e o Lucas Fernandes, mas ninguém fala disso.

Como não controlamos algumas coisas, temos de nos focar no trabalho e acreditar que este é o caminho. Estamos a dar espaço para o aparecimento de jovens, que têm dado boa conta do recado. Melhor fase? Só acredito se vencermos na próxima semana.

Por vezes, eu não estou satisfeito com a resposta antes de sermos agredidos. Parece é que preciso estar a sofrer para pormos tudo lá dentro. Não é bom quando necessitas de estar a perder para exprimir tudo aquilo de que és capaz. Vamos trabalhar nisso.

A equipa entrou muito bem, mas reagiu mal ao golo que marcou. Foi correndo atrás do prejuízo e apresentou discernimento e qualidade para encontrar as melhores soluções. Temos de entrar por aqui e ser iguais a nós próprios do primeiro ao último minuto”.

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