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Carros elétricos. Posto de carregamento rápido em Guimarães entra em funcionamento

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Posto de Carregamento Rápido na Alameda Dr. Alfredo Pimenta, em Guimarães. Foto: CM Guimarães

A Câmara Municipal de Guimarães vai assinalar a instalação e entrada em funcionamento do Posto de Carregamento Rápido (PCR) de veículos elétricos da rede piloto “Mobi.E”, esta sexta-feira, 27 de janeiro, às 11 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, numa sessão que conta com a presença do Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente, José Mendes, e do Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança.

Em comunicado, a autarquia explica que a iniciativa resulta do compromisso assumido pelo Governo em concluir, no início do ano, a instalação dos 50 Postos de Carregamento Rápido da rede piloto “Mobi.E”, bem como da aposta do município na promoção de políticas ambientalmente sustentáveis, como é disso exemplo a candidatura a Capital Verde Europeia.

Este PCR vem complementar as instalações que estão a decorrer dos 14 postos de carregamento rápido previstos para as cidades de Aveiro, Braga, Cascais, Coimbra, Évora, Lisboa (2), Loures, Matosinhos, Porto, Valença, Viana do Castelo, Vila Nova de Gaia e Vila Real. Paralelamente, continuam as instalações dos postos de carregamento rápido previstos para as áreas de serviço das autoestradas, estando já em processo de instalação postos na A1, A6, A8, A22 e A23.

No final da sessão, o Secretário de Adjunto e do Ambiente, o Presidente da Câmara Municipal de Guimarães e os convidados deslocar-se-ão em veículo elétrico até ao local do Posto de Carregamento Rápido, instalado na Alameda Dr. Alfredo Pimenta.

Em Valença, o PCR também se encontra pronto a abrir.

A utilização do carro elétrico tem um custo aproximado de 1,5 euros, por cada cem quilómetros.

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Bombeiro de Famalicão recupera e sai de coma após luta contra a covid

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

Um operacional dos Bombeiros Famalicenses saiu de estado de coma induzido e ventilação mecânica em que se encontrava no Hospital de Braga depois de ter sofrido complicações de saúde devido ao vírus da covid-19, disse a O MINHO fonte da corporação.

O bombeiro foi um dos oito elementos do quartel a contrair infeção do coronavírus no início de abril, encontrando-se já recuperado da doença após dois testes negativos. “Já fala, já conhece as pessoas e está estável”, disse a fonte.

Com 56 anos, o bombeiro estava a recuperar em casa quando, em meados de abril, viu o quadro clínico agravar-se com dificuldades respiratórias. Acabou por dar entrada na ‘ala covid’ da Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital de Braga, em meados de abril, onde ficou internado durante um mês.

Quanto aos restantes elementos, já todos testaram negativo à doença, depois de um mês conturbado no quartel, onde decorreram algumas homenagens de amigos e familiares de todo o corpo ativo, assim como de civis. Este bombeiro foi o único a necessitar de internamento hospitalar e padecia de comorbidade.

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Bombeiros resgatam gatos bebé deixados para morrer num ecoponto em Famalicão

Resgate animal

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Foto: Facebook de Bombeiros Famalicenses

Quatro gatos foram resgatados por bombeiros, na segunda-feira, de dentro de um ecoponto na cidade de Famalicão, após alerta popular que dava conta de miados vindos de um dos depósitos de armazenamento de resíduos.

Segundo contou fonte dos Bombeiros Famalicenses a O MINHO, os serviços municipais do centro de acolhimento de animais deslocaram-se ao quartel para dar o alerta da situação, que ocorria no parque de estacionamento de um hipermercado situado no centro da cidade, e que a corporação não quis identificar.

Foto: Facebook de Bombeiros Famalicenses

Foi necessário mobilizar um camião grua que fosse capaz de subir o ecoponto de forma a retirar de lá os animais, contou a fonte, dando conta ainda da deslocação de três operacionais que estiveram envolvidos no resgate em conjunto com os serviços camarários.

Uma vez removida a parte superior do ecoponto, os operacionais encontraram quatro gatos bebé dentro de uma caixa, “três com vida mas um já morto”, disse a fonte.

Foto: Facebook de Bombeiros Famalicenses

“Foram levados pelos serviços camarários para o centro de recolha animal da cidade e encontram-se bem”, acrescentou. Os animais vão, em breve, ficar disponíveis para adoção.

Foto: Facebook de Bombeiros Famalicenses

Através das redes sociais, a corporação famalicense deixa um apelo: “Se tiver algum problema com animais, procure ajuda, não os deite ao lixo”.

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Polémica em Famalicão por causa da distribuição de máscaras não certificadas

Covid-19

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Máscara distribuída aos funcionários da Câmara de Famalicão. Foto: PS

O PS revela que a Câmara de Famalicão distribuiu máscaras não certificadas aos seus funcionários. O município justifica que as máscaras foram entregues antes de haver “o conceito de máscaras não certificadas”.

Os socialista, em nota de imprensa, referem que tomaram conhecimento, “na última reunião da Câmara, que esta entregou máscaras não certificadas aos funcionários municipais”.

O comunicado acrescenta que, de acordo com o presidente da Câmara, Paulo Cunha, “as máscaras que foram entregues aos funcionários foram oferecidas por empresas ao município, num momento anterior à obrigatoriedade de utilização de máscaras, não tendo sido possível proceder à substituição das mesmas desde então”.

Portanto, o PS “lamenta que a Câmara ainda não tenha corrigido o erro, causado, inadvertidamente, pelos responsáveis autárquicos, colocando a saúde pública em perigo”.

“No sentido de regularizar esta situação”, acrescenta o comunicado, o partido “propõe que o município entregue, com excecional caráter de urgência, máscaras certificadas a todos os seus funcionários”.

Entretanto, a vereadora da Saúde Pública, Sofia Fernandes, respondeu, em nota de imprensa, que, “no período de emergência nacional, a Câmara adquiriu no dia 24 de março um conjunto de máscaras comunitárias para proteção dos seus funcionários que foram distribuídas e utilizadas nessa mesma semana”.

“Nessa altura, não existia o conceito de máscaras não certificadas. Quando, a partir de meados de abril, o Governo definiu a obrigatoriedade de certificação deste tipo de equipamento, a Câmara teve o cuidado de adquirir e distribuir apenas máscaras certificadas pelo CITEVE”, acrescenta a vereadora.

Sofia Fernandes garante, ainda, “todas as máscaras disponibilizadas desde essa altura, inclusivamente as mais de 130 mil máscaras oferecidas aos famalicenses, têm garantia de certificação de qualidade por parte do CITEVE”.

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