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Braga

Carro arde na A3

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Uma viatura foi consumida pelas chamas, esta sexta-feira, na Autoestrada n.º 3, entre Braga e Famalicão.

O incêndio terá deflagrado por volta das 19:00, provocando bastantes danos na viatura.

Não há feridos a registar.

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Braga

Tribunal agenda julgamento de gangue que assaltou banco em Braga e vivendas no Minho

Santander paga 100 mil euros a cada um dos lesados de assalto a cofres

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Foto: O MINHO / Arquivo

O Tribunal de Braga junta, na próxima sexta-feira, para marcar as datas de julgamento, os advogados que intervirão nas audiências do processo que envolve um gangue de Braga suspeito de ter assaltado o banco Santander, em Braga, e várias vivendas na região do Minho.

O advogado João Ferreira Araújo, de Braga, que defende um dos arguidos, disse a O MINHO que o coletivo de juízes da Vara Mista, vai agendar várias datas, de comum acordo com os juristas, de forma a que o julgamento, possa começar em março, o mais tardar.

Entretanto, e conforme O MINHO noticiou, os lesados do assalto ao Santander tiveram uma boa prenda de Natal! O banco indemnizou a maioria dos 43 donos de cofres que foram assaltados, numa dependência em Braga, em junho de 2018.

Alguns, cerca de meia dúzia, que reclamam valores superiores a 100 mil, não aceitaram e prosseguem como assistentes no processo.

Fonte oficial do gabinete de comunicação do Santander adiantou que já houve acordo com cerca de 30 clientes, 75 por cento dos lesados, para o pagamento de até 100 mil euros a cada um.

A entidade bancária aceita como boa a lista que lhe foi entregue pelos clientes que tinham bens, dinheiro, jóias, ou relógios valiosos, em cofres na dependência da Avenida Central.

Dez arguidos

No fim de junho, o Ministério Público de Guimarães acusou dez arguidos, um deles agente da PSP, membros de um gangue que fez uma dezena de assaltos a residências em Braga e no Minho e ao banco Santander, furtando dinheiro e bens que o Ministério Público avalia em 4,7 milhões de euros.

Entre os lesados estão, também, o empresário Domingos Névoa, o cantor limiano Delfim Júnior, e o médico e antigo atleta do SC Braga, Romeu Maia.

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Braga

Feira dos Vinte, na vila de Prado: Trocar e vender gado desde o século 14

Vila Verde

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Foto: Divulgação

É já este sábado que arranca a Feira dos Vinte, em Prado, Vila Verde, com duração até dia 20, segunda-feira, dia de São Sebastião.

O destaque desta feira, cujas raízes remontam ao reinado de D. Dinis, no século XIV, assenta na troca e venda de gado cavalar e bovino.

Apresenta-se nos dias de hoje com um programa diversificado que inclui música, gastronomia, espetáculo equestre, concurso pecuário.

Uma diversidade que se estende também ao comércio, com máquinas agrícolas, artigos para o lar, vestuário, calçado, coudelaria, hortícolas, doçaria e diversões para todos os gostos, entre muitos outros.

Este ano, para dar início às festividades, a 18 de janeiro é assinalado o dia das Associações da Freguesia, com animação musical, ‘comes e bebes’ e convívio, na tenda gigante colocada no Largo de S. Sebastião.

Paralelamente, a Confraria Gastronómica das Provas da Feira dos Vinte promove o seu ‘II Capítulo Solene e de Entronização’ de novos confrades.

No domingo, 19 de janeiro, a animação começa pelas 15:00, com o Festival de Folclore, seguido do espetáculo equestre às 17:00.

Às 20:30, tem lugar o Encontro de Reis e a festa continua pela noite dentro com after party a cargo do animador Tosttas.

Nesta noite, decorrem ainda as habituais provas nas tasquinhas e restaurantes locais.

As Papas à Moda dos Vinte estarão disponíveis durante todo o mês de janeiro na Vila de Prado, nos restaurantes aderentes.

O programa para o dia principal, 20 de janeiro, é a feira de gado e o concurso pecuário, com o largo da vila a receber produtores que fazem trocas ou vendas de gado. Durante a manhã, terá ainda lugar a missa e bênção do gado. Há batismo de cavalo e passeios em charrete.

Em Dia de S. Sebastião, várias pessoas aproveitam também para rumar à capela localizada nas imediações do recinto.

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Braga

Rio e Montenegro disputam hoje 2.ª volta a ver Braga por um canudo

Eleições PSD

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O presidente do PSD, Rui Rio, e o antigo líder parlamentar Luís Montenegro voltam, este sábado, a disputar eleições diretas, numa inédita segunda volta em que podem votar 40.604 militantes com as quotas em dia.

Na primeira volta, realizada há uma semana, Rui Rio foi o candidato mais votado com 49,02% dos votos expressos (15.546 votos), seguido do antigo líder parlamentar do PSD, que obteve 41,42% do total (13.137).

O vice-presidente da Câmara Municipal de Cascais Miguel Pinto Luz ficou em terceiro, com 9,55% (3.030), e fora da segunda volta.

A distrital de Braga tem sido uma das mais disputadas pelos candidatos e, parece, será a última grande hipótese para Montenegro conseguir vencer esta segunda volta.

Apesar das críticas recentes a Montenegro e do apoio manifestado pelo presidente da distrital a Rui Rio, a verdade é que os montenegristas contam com apoio de várias figuras de relevo, como o líder da concelhia de Braga, Hugo Soares, e o presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha.

Já Rui Rio conta com apoio de vários autarcas, ainda que seja um apoio tímido pois alguns deles pareceram mais inclinados a apoiar Santana Lopes nas eleições que elegeram Rio pela primeira vez.

José Manuel Fernandes será o nome maior (e o mais influente) no lado dos rioistas, depois de ter assegurado um lugar na lista para o Parlamento Europeu e a continuidade nos nomes de deputados da AR eleitos pelo distrito.

O presidente do PSD e recandidato ao cargo votará no Porto e acompanhará na mesma cidade os resultados, enquanto Luís Montenegro votará em Espinho (Aveiro), mas fará a noite eleitoral em Lisboa.

As eleições decorrerão em todo o país entre as 14:00 e as 20:00 e a proclamação dos resultados será feita pelo Conselho de Jurisdição Nacional (CJN), na sede do partido, em Lisboa.

Na primeira volta, votaram 32.082 militantes, uma taxa de participação de 79%, a mais alta de sempre em percentagem em diretas, apesar de ser a mais baixa em números absolutos de todas as eleições do PSD em que houve disputa, devido às novas regras para o pagamento de quotas.

A polémica com o PSD-Madeira – todos os votos da primeira volta na Região Autónoma foram considerados nulos pelo CJN por discrepâncias com o caderno eleitoral oficial – vai manter-se, tendo a estrutura regional decidido que não vai abrir as sedes para a segunda volta, considerando que isso seria uma “humilhação” para os militantes sociais-democratas do arquipélago.

Tal como há uma semana, os resultados poderão ser acompanhados em www.psd.pt, e a secretaria-geral promete aumentar a capacidade de acesso ao site e ter uma versão otimizada para telemóveis.

No total do país, Rio teve na primeira volta mais 2.409 votos que Montenegro, mas os dois candidatos menos votados somaram, em conjunto, mais 621 votos do que o atual presidente.

A ‘chave’ do resultado eleitoral deverá voltar a estar, como habitualmente, nas quatro maiores distritais do PSD: Porto, Lisboa, Braga e Aveiro registam, por esta ordem, o maior número de militantes em condições de votar, centralizando mais de 57% do total.

No passado sábado, Rui Rio ganhou em 13 distritos ou estruturas, incluindo duas das maiores: Porto, Aveiro, Bragança, Guarda, Viana do Castelo, Vila Real, Santarém, Faro, Beja, Portalegre, Évora, Açores e Europa.

Já Luís Montenegro venceu em seis: além da poderosa distrital de Braga, venceu em Leiria, Viseu, Coimbra, Castelo Branco e Lisboa Área Oeste.

Pinto Luz saiu vencedor na Área Metropolitana de Lisboa (com Montenegro em segundo) e em Setúbal, reclamando também vitória na Madeira, mas os votos da Região Autónoma não foram contabilizados.

Já no círculo Fora da Europa, os quatro militantes que votaram repartiram-se igualmente por Rio e Montenegro, registando-se um empate.

Nesta última semana, as acusações entre os candidatos de troca de apoios por promessa de lugares – negadas por ambos – marcaram a campanha, bem como as ‘transferências’ dos apoiantes de Pinto Luz para Rio e Montenegro.

Os antigos secretários-gerais do PSD Miguel Relvas e Matos Rosa, o antigo vice-presidente Marco António Costa, os líderes das distritais de Lisboa e de Setúbal, Ângelo Pereira e Bruno Vitorino, o vice-presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, os deputados Carlos Silva, Sandra Pereira e Alexandre Poço, ou o presidente da concelhia do Porto, Hugo Neto, foram alguns ex-apoiantes do autarca de Cascais que anunciaram o seu voto em Montenegro na segunda volta.

Em sentido contrário, o ex-ministro Mira Amaral, o cientista Carvalho Rodrigues e os deputados Ana Miguel Santos e Nuno Carvalho (que foram cabeças de lista nas últimas legislativas em Aveiro e Setúbal, respetivamente) passaram do apoio a Pinto Luz para a declaração de voto no atual presidente e recandidato.

Em 2018, Rui Rio derrotou Santana Lopes por 54,15% dos votos (22.728 votos), numa eleição em que o universo eleitoral foi de 70.692 militantes, mas em que acabaram por votar apenas 42.655 (cerca de 60% do total).

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