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Alto Minho

Digressão nacional de cantora e atriz de Twin Peaks passa quinta-feira por Arcos de Valdevez

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Chrysta Bell. Foto: DR

A cantora e atriz Chrysta Bell, que se notabilizou na série “Twin Peaks” como agente do FBI, apresenta-se na quarta-feira no Teatro Académico Gil Vicente (TAGV), em Coimbra, para arranque de digressão nacional, que irá passar, também, por Arcos de Valdevez.

O concerto na vila do Alto Minho será na próxima quinta-feira, na Casa das Artes, e tem início às 22:00 horas. Os bilhetes custam cinco euros.

“A cantora, modelo e atriz Chrysta Bell, conhecida pelo seu papel na nova temporada da série Twin Peaks, como agente do FBI e também pela parceria musical com o seu autor, o cineasta e músico David Lynch, apresenta-se em Portugal com o seu novo álbum ‘We dissolve’, gravado em Bristol e produzido por John Parish, vencedor de um Mercury Prize”, diz o TAGV.

Cruzamento de pop, rock e jazz com influências de soul e atmosferas dramáticas, “We dissolve” “mistura o lado mais negro de Chrysta Bell com a sua vertente sensual, criando um efeito hipnótico, para que terão contribuído convidados com Adrian Utley, dos Portishead, o teclista dos Yes, Geoff Downes, e o guitarrista Stephen O’Malley, dos Sunn O)))”.

“Tanto o figurino, através dos elementos de performance e os próprios artigos cénicos do palco, contam para que o concerto tenha um caráter hipnótico. Com o uso de multimédia e luzes, Chrysta Bell cria uma atmosfera muito própria que é o diferencial de suas apresentações”, reforça o TAGV.

A informação acrescenta que no “alinhamento do concerto é de esperar que Chrysta Bell revisite ‘This Train’, o seu álbum de estreia, em 2011, escrito e produzido por David Lynch, com quem voltou a produzir em 2016, ‘Somewhere in the nowhere’”.

A digressão de Chrysta Bell passa por Coimbra, Arcos de Valdevez, Ovar e Torres Novas, de quarta-feira a sábado.

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Viana do Castelo

Estivadores de Viana aderem ao novo sindicato

Sindicato dos Estivadores e da Actividade Logística (SEAL).

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Foto: O MINHO

Os estivadores de Viana do Castelo vão aderir ao SEAL, o novo sindicato com âmbito nacional, segundo apurou O MINHO.

A revelação partiu do próprio presidente do Sindicato dos Estivadores e da Actividade Logística (SEAL), António Mariano, depois de ter participado em um plenário, no Porto de Leixões, em Matosinhos, na sequência da greve às horas suplementares que se regista em todo os portos nacionais, enquanto é de paralisação total em Setúbal.

De acordo com o histórico dirigente portuário, “na sequência das adesões em todos os portos do continente e das ilhas, é agora a vez da filiação dos 13 estivadores que trabalham no Porto de Viana do Castelo, que está a ser devidamente preparada”, num universo entre mais de seis centenas de associados dos SEAL.
A tutela do porto minhoto é assegurada pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), sediada em Matosinhos.

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Viana do Castelo

Empresa de Viana investe 12,5 milhões na reabilitação de imóveis degradados do centro histórico

Reabilitar Viana.

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Foto: Facebook

A Reabilitar Viana vai investir, em 2019, mais de 12,5 milhões de euros na reabilitação de vários imóveis degradados do centro histórico de Viana do Castelo, disse à Lusa o diretor geral da empresa.

Fernando Peixoto explicou que, “em 31 meses de atividade, a empresa reabilitou 31 frações de edifícios no centro histórico da capital do Alto Minho, no valor global de 5,5 milhões de euros”.

Criado, em 2016, o projeto Reabilitar Viana “começou com um apartamento e tem, atualmente, em curso a reabilitação de mais 22 frações, num investimento de 4,5 milhões de euros, a concluir durante o ano de 2019”.

Dos mais de 12,5 milhões de euros de investimento previsto para o próximo ano, num total de 58 frações, o diretor geral da Reabilitar Viana destacou a recuperação de um antigo armazém da Quimigal Adubos, um edifício devoluto e abandonado há mais de três décadas na frente ribeirinha de Viana do Castelo que vai ser demolido e transformado em 24 habitação de luxo.

Construído de raiz, o empreendimento vai ocupar uma área de 5.550 metros quadrados, com cave, rés do chão e dois andares.

O imóvel, em avançado estado de degradação, está situado junto à antiga doca comercial onde está atracado o navio museu Gil Eannes. Para aquela zona está ainda prevista a construção de uma marina atlântica que sirva navios de cruzeiro.

O responsável salientou entre a Reabilitar Viana “trabalha apenas com empresas instaladas no concelho que foi, a nível nacional, pioneiro na reabilitação e regeneração urbana”.

Segundo Fernando Peixoto, “são cerca de 150 as empresas, das diferentes especialidades” a trabalhar para a Reabilitar Viana.

A Câmara Municipal “está a investir, até 2020, no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), 22 milhões de euros em 30 diferentes projetos, cuja intervenção será focada nas oito Áreas de Reabilitação Urbana (ARU)”.

Segundo dados avançados hoje à Lusa pelo presidente da câmara municipal, “desde 2009, o município, com apoio de fundos comunitários já investiu mais de 50 milhões de euros na reabilitação de espaços públicos e edifícios degradados”.

Na quinta-feira, a Reabilitar Viana juntou, num jantar de Natal, parceiros e colaboradores, e entregou à vereadora da Coesão Social da Câmara de Viana do Castelo 1.500 euros destinados a Instituições de Solidariedade social (IPSS) do concelho.

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Caminha

PJ faz buscas à Câmara de Caminha

Operação Éter, do Turismo do Porto e Norte.

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Foto: DR / Arquivo

A Polícia Judiciária do Porto realizou na quinta-feira buscas na Câmara de Caminha, no âmbito da Operação Éter, uma investigação em curso sobre uma alegada viciação de procedimentos de contratação pública que conduziu à indiciação de cinco arguidos.

Fonte do gabinete de comunicação da Câmara de Caminha confirmou à Lusa que “durante a manhã de quinta-feira os três inspetores que conduziram a operação falaram com várias pessoas da área da Cultura que participaram na instalação da Loja Interativa de Turismo”.

A mesma fonte adiantou que “os inspetores pediram para consultar alguns dossiers relacionados com a Loja Interativa de Turismo e com a tecnologia Tomi, tendo levado alguma documentação”.

A fonte sublinhou que “os trâmites processuais” de instalação daquele espaço “foram iniciados durante os mandatos do PSD”, liderados pela ex-autarca Júlia Paula Costa e que “a instalação e o pagamento da estrutura foram efetuados pela autarquia atual”, presidida pelo socialista Miguel Alves.

Segundo aquela fonte, na tarde de quinta-feira, os inspetores interrogaram uma das assessoras do gabinete de comunicação da Câmara de Caminha relativamente aos dois contratos celebrados com uma das empresas de Maria Manuela Couto, indiciada por alegada viciação de contratos do Turismo do Porto de Portugal (TPNP), a quem foi aplicada proibição de contactos e uma caução económica de 40 mil euros.

No âmbito desta operação, o presidente da Comissão Executiva da TPNP, Melchior Moreira, está atualmente em prisão preventiva.

Entre os restantes quatro arguidos encontram-se Isabel Castro, diretora operacional da TPNP, que ficou suspensa de funções e com proibição de contactos, e Gabriela Escobar, jurista na mesma entidade, que ficou sujeita a proibição de contactos e José Agostinho, da firma Tomi World, de Viseu, sujeito a proibição de contacto e uma caução económica de 50 mil euros.

Na sequência desta investigação, na última quarta-feira, três dos cinco elementos da comissão executiva da TPNP apresentaram a sua demissão, provocando a marcação de eleições antecipadas para 18 de janeiro.

O presidente da mesa da assembleia geral, Eduardo Vítor Rodrigues, também apresentou a demissão, pelo que aquele órgão também vai a votos na mesma data.

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