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Desporto

Canoístas Nuno Barros e Rui Lacerda desistem em C2 nos Mundiais de maratonas

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A dupla portuguesa formada por Nuno Barros e Rui Lacerda abandonou hoje a prova de C2 dos Mundiais de maratonas em canoagem, que decorrem em Brandemburgo, Alemanha.

A corrida, de 26,2 quilómetros, foi ganha pelos húngaros Marton Kover e Adam Docze, que conquistaram a medalha de ouro com o tempo de 2:05.27 horas.

Os espanhóis Ramon Ferro e Oscar Graña subiram ao segundo lugar do pódio, com o tempo de 2:06.00, seguidos de outra seleção húngara, constituída por Zoltan Koleszar e Bence Balasz Dori, que ficaram com o bronze depois de cronometrados em 2:06.41.

A prestação portuguesa nos Mundiais de maratonas, que já ‘rendeu’ cinco medalhas (uma de ouro, outra de prata e três de bronze) encerra com a prestação de Alfredo Faria e Miguel Rodrigues em K2, de 29,8 quilómetros.

 

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Desporto

SC Braga tricampeão nacional de futebol de praia

Vitória (8-3) sobre o GRAP

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Imagem via Canal 11

O Sporting Clube (SC) de Braga sagrou-se este domingo tricampeão da principal liga portuguesa de futebol de praia, após vitória sobre o GRAP por 8-3, na Nazaré.

Os guerreiros já tinham eliminado o Sporting na meia-final decorrida no sábado, confirmando agora novo título da Divisão de Elite nacional.

Este é o sexto título de campeão nacional na modalidade para o SC Braga.

Recorde-se que esta época o SC Braga já venceu o Mundial de Clubes e sagrou-se tricampeão europeu nesta modalidade.

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Futebol

Goleada no primeiro triunfo do Vitória na Liga

Contra o Aves

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Foto: Vitória SC Facebook

O Vitória Sport Club (SC) estreou-se hoje a vencer na I Liga portuguesa de futebol, ao golear o Desportivo das Aves por 5-1, numa partida da quinta jornada em que foi melhor na segunda parte, após uma primeira equilibrada.

Após ter chegado à vantagem com um golo de André Pereira, aos 11 minutos, a equipa de Guimarães sofreu o empate aos 18, por Enzo, mas adiantou-se novamente por Tapsoba (40), dilatando o resultado na segunda parte, com golos de Beunardeau (69, na própria baliza), Pêpê (77) e Guedes (90+4), frente a um Aves perigoso no ataque, mas frágil na defesa.

Com este triunfo caseiro, a formação de Ivo Vieira ascendeu à oitava posição, com seis pontos, enquanto a formação avense, a defesa mais batida da prova, com 16 golos sofridos, ocupa o 16.º lugar, com três pontos.

Os vimaranenses apresentaram o quinto ‘onze’ diferente para outros tantos jogos na I Liga, com o avançado Léo Bonatini a cumprir a estreia absoluta, e tentou logo instalar-se no meio-campo adversário, com trocas de bola rápidas.

Acostumado a jogar com quatro defesas nas rondas anteriores, o Aves começou a partida num sistema tático 5x3x2, e, apesar da atitude defensiva, até criou a primeira ocasião, num canto direto de Mato Milos que Mikel Agu cortou em cima da linha de baliza, ao minuto oito.

Na resposta, a equipa anfitriã inaugurou o marcador: depois de alguma confusão na área avense, Mikel ganhou de cabeça e a bola sobrou para André Pereira rematar certeiro, de primeira, para o fundo das redes.

A formação de Ivo Vieira tentou segurar a bola a um ritmo mais baixo para manter o controlo da partida, mas viu as suas intenções frustradas ao minuto 18, quando Douglas falhou a interceção da bola na sequência de um canto e Enzo limitou-se a cabecear para a baliza deserta.

Com o empate, os pupilos de Augusto Inácio começaram a jogar mais tempo no meio-campo contrário, mas, até ao final da primeira parte, os lances de perigo dividiram-se.

Depois de um remate de Denis Poha para defesa de Beunardeau, ao minuto 31, a equipa vimaranense recolocou-se em vantagem aos 40, num cabeceamento de Tapsoba, após canto de Rochinha.

O Aves também ameaçou a baliza de Douglas, num remate de Mohammadi, aos 37 minutos, e num desvio de Enzo por cima, junto à pequena área, aos 43.

O Vitória melhorou após o reatamento e, nos primeiros 20 minutos do segundo tempo, desperdiçou quatro ocasiões para dilatar o resultado: remate de Lucas Evangelista travado por Beunardeau (50 minutos), remate de André Pereira ao lado (53), cabeceamento de Tapsoba por cima (57) e remate de Léo Bonatini ao lado (65).

À quinta tentativa, a equipa de Guimarães marcou mesmo, com Rochinha a entrar na área pelo lado esquerdo e a desferir, junto à linha final, um remate que bateu na mão do guardião avense e se encaminhou para dentro da baliza, aos 69 minutos.

A equipa de Augusto Inácio lançou-se definitivamente no ataque, mas sofreu mais dois golos, pelo recém-entrado Pêpê, aos 77 minutos, e por Guedes, aos 90+4, em remates próximos da baliza.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

Vitória de Guimarães – Desportivo das Aves, 5-1.

Ao intervalo: 2-1.

Marcadores:

1-0, André Pereira, 11 minutos.

1-1, Enzo Zidane, 18.

2-1, Tapsoba, 40.

3-1, Beunardeau, 69 (própria baliza).

4-1, Pêpê, 77.

5-1, Guedes, 90+4.

Equipas:

– Vitória de Guimarães: Douglas, Sacko, Tapsoba, Pedro Henrique, Florent, Mikel Agu, Rochinha, Dénis Poha (Pêpê, 76), André Pereira (Rafa Soares, 81), Lucas Evangelista e Léo Bonatini (Alexandre Guedes, 66).

(Suplentes: Miguel Silva, Bondarenko, Rafa Soares, Pêpê, André Almeida, Bruno Duarte e Alexandre Guedes).

Treinador: Ivo Vieira.

– Desportivo das Aves: Beunardeau, Mato Milos, Simunec, Dzwigala, Hélder Balde, Bruninho (Miguel Tavares, 57), Luiz Fernando (Rúben Macedo, 62), Falcão, Enzo Zidane, Welinton (Kahraba, 75) e Mehrdad Mohammadi.

(Suplentes: Szymonek, Jaílson, Estrela, Bruno Xavier, Kahraba, Rúben Macedo e Miguel Tavares).

Treinador: Augusto Inácio.

Árbitro: Nuno Almeida (AF Algarve).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Enzo Zidane (10), Falcão (26), André Pereira (54), Luiz Fernando (62), Alexandre Guedes (75) e Dénis Poha (76).

Assistência: 14.529 espetadores.

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Futebol

Gil Vicente perde (2-0) na Luz

5.ª jornada da I Liga

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Foto: Twitter / Benfica

Um autogolo de Ygor Nogueira abriu este sábado caminho à vitória do Benfica na receção ao Gil Vicente, que o ‘artilheiro’ Pizzi fixou em 2-0, em jogo da quinta jornada da I Liga portuguesa de futebol.

O triunfo coloca o Benfica isolado no segundo lugar, com 12 pontos, menos um do que o líder Famalicão, que hoje venceu o Paços de Ferreira por 4-2, mas com mais um jogo do que o FC Porto, terceiro colocado, com nove, que defronta no domingo o Portimonense.

A dupla atacante composta por Seferovic e Raul de Tomás voltou a ficar em ‘branco’, numa noite em que o marroquino Taarabt esteve em clara evidência nas transições defesa-ataque, nas quais procurou encontrar espaços para situações de golo.

O Benfica surpreendeu, ao colocar no ‘onze’ o sérvio Fejsa, quando o esperado seria que o grego Samaris mantivesse a titularidade. Do lado do Gil Vicente, destacaram-se as estreias absolutas de Fernando Fonseca, Ygor Nogueira e Yves Baraye.

Embora o resultado indique o contrário, os ‘encarnados’ sentiram dificuldades para se superiorizarem aos gilistas, porque a equipa de Barcelos ocupou bem os espaços no meio-campo e só Taarabt, o melhor elemento em jogo, disfarçou o desacerto do Benfica, que viu aos 10 minutos Pizzi permitir a defesa de Denis na marcação de uma grande penalidade.

O guarda-redes da equipa visitante voltou a negar o golo ao médio do Benfica aos 40 minutos.

A equipa treinada por Vítor Oliveira tinha o plano de jogo bem estudado, mas não estava à espera que, aos 45 minutos, Ygor Nogueira, que tinha cometido a grande penalidade sobre Pizzi, traísse Denis, depois de uma jogada iniciada por Taarabt.

O médio desmarcou André Almeida, na direita, tendo o defesa lateral cruzado para servir Raul de Tomás, mas o central brasileiro antecipou-se e encaminhou a bola para a própria baliza.

A saída de Lino para a entrada de Romário Baldé, no início da segunda parte, visava trazer maior mobilidade ao Gil Vicente na direita e impedir as subidas de Grimaldo, mas foi Kraev que teve nos pés a oportunidade de igualar o encontro, atirando por cima, já em frente de Vlachodimos.

Na resposta, Pizzi, após assistência de André Almeida, rematou ao lado, mas, aos 53 minutos, redimiu-se da grande penalidade falhada, com uma finalização de primeira, com o pé esquerdo, na sequência de um pontapé de canto, somando o oitavo golo da conta pessoal esta temporada, o sexto na I Liga.

A perder por 2-0, o Gil Vicente desperdiçou uma oportunidade soberana para fazer um golo no Estádio da Luz: Kraev, aos 70 minutos, voltou a falhar duas ocasiões flagrantes na mesma jogada, não conseguindo levar a melhor sobre Vlachodimos e, na recarga, atirando ao lado.

Aos 88 minutos, o Gil Vicente ainda conseguiu introduzir a bola na baliza do Benfica, mas Sandro Lima estava em posição irregular e o lance foi invalidado.

Declarações dos Treinadores

Bruno Lage (Treinador do Benfica): “[Utilização de Fejsa] São situações que acontecem no fecho do mercado. A partir do momento em que fecha temos de contar com os que cá ficam. Os jogadores dão sinais que querem continuar. Continuamos a acreditar que continuará a dar aquilo que deu ao longo dos anos na equipa.

Em relação a Pizzi não estou surpreendido. Para além da qualidade individual é um jogador que aparece muitas vezes em situações de golo. Hoje, ele sentiu que a bola iria cair ali e fazer o golo. Em relação aos dois avançados, Raul de Tomas estava em posição para marcar e surgiu um golo na própria baliza.

Este tipo de jogos são aqueles que fazem as equipas campeãs. É sempre muito difícil fazer a mudança depois de jogos internacionais. O que mais me preocupa são aqueles que não jogam. Ficam 12 ou 14 dias sem jogar. Por aquilo que tive a oportunidade de verificar, vencemos o nosso jogo, mas a nível internacional houve muitas equipas que perderam pontos.

Hoje, tivemos uma entrada muito forte com uma tentativa de Ferro outra de Pizzi. Este Gil Vicente fechou o jogo interior e a nossa estratégia passava por ir à largura, pelas laterais, para atrair jogadores no corredor. O nosso primeiro golo foi assim. Trabalhámos até à exaustão esses movimentos.

Chegámos a vencer ao intervalo com mérito. Na segunda parte pretendia que a equipa fosse mais consistente. Depois do 2-0 senti que a equipa tinha o jogo na mão. Neste tipo de jogos temos de entender que temos de vencer.

Dá-me gosto que os adeptos apõem a equipa. Taarabt está determinado em refazer a sua carreira. Foi à seleção e regressou como capitão de equipa.

Raul de Tomas tem de ter essa ansiedade de querer marcar um golo. Imagina a oportunidade de ter um golo, em que era só encostar, e aparece um adversário a marcar. É natural que ficasse insatisfeito”.

Vítor Oliveira (Treinador do Gil Vicente): “Defensivamente estivemos bem. Fomos uma equipa sempre bem organizada. Cometemos duas falhas. A primeira que deu origem à grande penalidade. Denis fez uma excelente defesa e depois outra [Pizzi, aos 40 minutos] que Denis conseguiu resolver. E pouco mais o Benfica fez na primeira parte. Sofremos aquele golo num lance que estávamos alertados. O 1-0 foi um tónico muito forte para o Benfica.

Na segunda parte tentámos entrar com maior velocidade com a entrada de Romário Baldé. Não funcionou.

Todas as equipas que participam nas competições europeias ficam com a atenção dividida. Mas isso não funcionou.

Tivemos três oportunidades muito boas. Não conseguimos concretizar nenhuma delas. Foi nítido azar e também mérito do guarda-redes [Vlachodimos]. Jogámos sem medo. Conseguimos bloquear o caudal ofensivo do Benfica. Tivemos algum medo nas saídas para o ataque.

Os jogadores foram empenhados, trabalharam bem. Têm qualidade mais do que suficiente para jogar na I Liga. Temos confiança nestes jogadores. Iremos ser mais fortes com outras equipas. Fazer a estreia na Luz não é a melhor situação. Muitos destes jogadores não conheciam a realidade do futebol português.

O Benfica é sempre difícil de travar porque funciona muito bem coletivamente. Hoje, teve alguma dificuldade, nomeadamente na primeira parte, no jogo interior do Benfica pelo Pizzi e Rafa. Conseguimos pará-los. Em termos de referências individuais tem um jogador que tem subido de rendimento que é o Taarabt. Hoje, foi um jogador muito importante na vitória do Benfica.

Sou muito crítico na não utilização dos jogadores emprestados [Alex Pinto, titular do Gil Vicente, não jogou hoje por estar cedido pelo Benfica]. Ou os jogadores são sérios ou não são. Esta é uma determinação estúpida. É preciso perceber bem esta situação. Como estas, há muitas no futebol português, em que somos ricos a descobrir situações duvidosas”.

Ficha de Jogo

Jogo realizado no Estádio da Luz, em Lisboa.

Benfica – Gil Vicente, 2-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores:

1-0, Ygor Nogueira, 45 minutos (própria baliza).

2-0, Pizzi, 53.

Equipas:

– Benfica: Vlachodimos, André Almeida, Rúben Dias, Ferro, Grimaldo, Fejsa, Taarabt, Pizzi, Rafa (Caio Lucas, 71), Raúl de Tomás (Jota, 77) e Seferovic.

(Suplentes: Zlobin, Jardel, Tomás Tavares, Samaris, Cervi, Caio Lucas e Jota).

Treinador: Bruno Lage.

– Gil Vicente: Denis, Fernando Fonseca, Rodrigo, Ygor Nogueira, Rúben Fernandes, Soares, João Afonso (Leonardo, 82), Kraev, Lino (Romário Baldé, 46), Baraye e Sandro Lima.

(Suplentes: Wellington Luís, Arthur Henrique, Edwin Banguera, Leonardo, Ahmed Isaiah, Erick e Romário Baldé).

Treinador: Vítor Oliveira.

Árbitro: João Pinheiro (AF Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Ygor Nogueira (30), Kraev (46), Soares (78), Baraye (80) e Jota (90).

Assistência: 54.706 espetadores.

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