Seguir o O MINHO

Canoagem

Fernando Pimenta recebeu medalha de honra de Montemor-o-Velho

Atleta de Ponte de Lima.

em

Foto: Facebook de Fernando Pimenta

O canoísta Fernando Pimenta recebeu hoje a medalha de mérito do município de Montemor-o-Velho, no distrito de Coimbra, onde conquistou os títulos mundiais de K1 1.000 e K1 5.000 metros no final de agosto.

A atribuição da medalha foi aprovada antes dos resultados do Mundial e esteve agendada para 08 de setembro, mas acabou por não ser entregue devido à indisponibilidade do atleta de Ponte de Lima.

“Não esperaram por eu ser campeão do mundo, acreditaram no meu trabalho e isso é um grande voto de confiança para mim”, disse hoje Fernando Pimenta, numa sessão informal nos Paços do Concelho de Montemor-o-Velho.

Foto: Facebook de Fernando Pimenta


Foto: Facebook de Fernando Pimenta


Foto: Facebook de Fernando Pimenta

Fernando Pimenta, tricampeão europeu em K1 1.000 metros, revalidou no dia 26 de agosto o título em K1 5.000 – distância não olímpica -, repetindo o êxito alcançado em Racice, na República Checa, em 2017, um dia depois de ter alcançado o ouro em K1 1.000 pela primeira vez.

Na sessão, o canoísta salientou: “É uma distinção importante, por ser no concelho onde cresci como atleta [no Centro Náutico] e do qual nunca mais me vou esquecer.”

“Agora, tenho de continuar a trabalhar”, sublinhou o atleta, que tem a esperança de “voltar a ter outro mundial como o de Montemor-o-Velho”.

O presidente do município de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, salientou a “humildade e dedicação” de Fernando Pimenta, que demonstrou “ser um grande campeão”, justificando a homenagem com o seu percurso desportivo e o facto de treinar no concelho e se integrar na comunidade.

Além da distinção a Fernando Pimenta, o município de Montemor-o-Velho homenageou também a Federação Portuguesa de Canoagem e o seu presidente, Vítor Félix, pela organização do Mundial de canoagem de 2018, que foi considerado pela Federação Internacional como “o melhor de sempre”.

“Queremos enaltecer a federação pela excelente organização do mundial, empenho e trabalho em prol da canoagem portuguesa e do Centro Náutico de Montemor-o-Velho”, frisou Emílio Torrão.

A Federação Portuguesa de Canoagem entregou também aos Bombeiros Voluntários locais um donativo no valor de 1.610 euros, correspondente a 10% da receita de bilheteira da assistência do mundial.

Na sessão, foram ainda assinados contratos com 11 dos 15 jovens estudantes atletas de canoagem que treinam no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho e que vão ocupar a residência universitária da canoagem do concelho.

Anúncio

Canoagem

Mundiais de Canoagem: Hélder Silva na final de C1 200 metros

Militar da GNR vence mas está fora dos Jogos Olímpicos

em

Foto: DR / Arquivo

O canoísta Hélder silva apurou-se hoje para a final de C1 200 dos mundiais da Hungria, na qual vai tentar no domingo melhorar o sexto lugar de 2018, em especialidade que saiu do programa olímpico.

“É uma pena que em Tóquio2020 já não seja olímpica, pois é uma prova muito interessante, com todos os a atletas a chegar muito juntos. Mas agora quero é pensar na final de domingo”, disse.

O militar da GNR completou a prova em 39,76 segundos, mais 57 centésimos do que o bielorrusso Artsem Kozyr, com o iraniano Adel Mojallalimoghadam a completar o trio de apurados para a regata das medalhas.

“A final dos 200 todos sabem como é imprevisível. Nunca ganha o mesmo, pode ser que dê para alguma coisa. Arranquei bem e sei que ainda podia ter feito melhor. Não foi preciso chegar aos 100 por cento, pois controlei o segundo lugar”, admitiu.

Hélder Silva destacou as “boas sensações” que tem sentido em Szeged e ironizou pelo facto de partilhar o “quarto abençoado” com Fernando Pimenta, medalha de bronze em K1 1000.

Esta tarde, os K4 500 de Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista e David Varela, bem com o de Joana Vasconcelos, Teresa Portela, Francisca Laia e Francisca Carvalho procuram um lugar na final, que apura os sete melhores para o Japão.

Os mundiais de canoagem reúnem um recorde de 102 países e cerca de 1.300 atletas.

Continuar a ler

Canoagem

Apuramento Olímpico: Emanuel Silva e João Ribeiro apurados para final em K4 500

Recuperação fantástica levou ao segundo lugar

em

Foto: FP Canoagem

Os canoístas Emanuel Silva, de Braga, e João Ribeiro, de Esposende, apuraram-se esta tarde de sábado para a final dos Mundiais de Canoagem em K4 500 metros.

Em conjunto com os atletas David Varela e Messias Baptista, os portugueses estiveram na quarta posição durante grande parte da prova, mas uma fantástica recuperação permitiu que terminassem em segundo lugar, apurando-se para a final.

O quarteto português terminou com o tempo de 1.21.09 minutos, a 82 centésimos da Espanha, que venceu a prova. A França foi terceira.

Na final, basta um sétimo lugar à comitiva portuguesa para se apurar para os Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio.

Continuar a ler

Canoagem

Apuramento Olímpico: Teresa Portela já só pensa no apuramento em K4 500 metros

Canoísta de Esposende falhou o apuramento em K1 200

em

Foto: DR / Arquivo

A canoísta Teresa Portela lamentou este sábado ter falhado o apuramento direto para Tóquio2020 na prova de K1 200 dos mundiais da Hungria, confiando que vai conseguir a vaga no K4 500 de Portugal.

“Não posso fazer mais nada, por isso é tentar fazer uma boa prova esta tarde no K4, que é a grande aposta, e conseguir o apuramento. No K1 200 já não depende de mim, é aguardar”, disse.

Para conseguir a vaga nos 200 metros, a canoísta de Esposende precisa que três das cinco primeiras nesta distância também se apurem no K1 500, no domingo.

“Larguei bem outra vez, consegui ir perto delas, mas no final cedi e perdi pelo menos uma posição. Tinha sido muito melhor o sétimo, pois dava-me mais hipóteses”, admitiu.

O vento estava contra, situação que não a beneficia, contudo o mesmo “abrandou” na altura da competição, pelo que, assume, “devia estar justo para todos”.

“Compito muito melhor com vento a favor, acho que me ajuda. Já sabia que ia ser uma prova mais dura pelo vento, mas ainda assim acho que estive a disputar os primeiros lugares até aos 100 metros. Depois, acabei por ceder, mas continuei a fazer uma boa prova. Fico com o oitavo lugar no mundial”, constatou.

Teresa Portela recorda que os números para os Jogos Olímpicos a atribuir nos mundiais diminuíram e “há muitos países a querer o mesmo”, pelo que o êxito é “cada vez mais difícil”.

À tarde, com Joana Vasconcelos, Francisca Laia e Francisca Carvalho, é tentar ficar entre as nove finalistas, sabendo que os primeiros lugares na final B também lhes pode garantir o êxito, face às normais desdobragens.

Continuar a ler

EM FOCO

Anúncio

ÚLTIMAS

Vamos Ajudar?

Reportagens da Semana

Populares