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Canoagem

Canoagem portuguesa destaca-se pela “organização e resultados de excelêndia”

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Foto: DR

O presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, Vítor Félix, destacou esta segunda-feira as “duas grandes imagens de marca” que entende a modalidade tem no país, “os resultados e organizações desportivas de excelência”.

“Depois de termos preparado dois mundiais no espaço de duas semanas, confirma-se as nossas duas grandes imagens de marca: resultados e organizações desportivas de excelência”, disse Vítor Félix, em declarações à Lusa.

O dirigente falava após o mundial de maratona, que no domingo terminou na Vila de Prado, Vila Verde, Braga, depois de ter promovido a maior prova mundial de regatas em linha, de 22 a 26 de agosto em Montemor-o-Velho: neste período estiveram em Portugal cerca de 3.000 canoístas.

“Foram semanas memoráveis para a canoagem portuguesa. Depois da medalha olímpica em Londres2012 (Fernando Pimenta e Emanuel Silva em K2 1000), esta foi a página mais bonita da nossa história. Voltámos a elevar a fasquia da canoagem e do desporto português. O país inteiro deve estar tão orgulhoso quanto eu”, disse.

Vítor Félix destacou ainda o facto de os dois eventos “terem sempre casa cheia, com milhares a apoiar os atletas”, em duas competições nas quais foram conquistados três títulos mundiais, de Fernando Pimenta em pista no K1 1000 e 5000, e do sub-23 Sérgio Maciel em C1 na maratona.

“A canoagem portuguesa saiu reforçada. Espero que todos os seus agentes saibam aproveitar estas intensos dias de grande promoção nacional e internacional. Demos excelente imagem da modalidade e do país. É o momento certo para aumentarmos o número de praticantes”, concluiu.

No mundial de pista Portugal foi sétimo na classificação por medalhas num total de 70 países, enquanto na maratona foi sexto entre 38 nações em competição.

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Canoagem

Mundial de maratonas: Canoísta Sérgio Maciel (Viana) candidato ao pódio

Na China

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Foto: DR / Arquivo

Os canoístas José Ramalho, em K1, e Sérgio Maciel, que defende o título em C1 sub-23, são os principais candidatos portugueses a uma medalha nos mundiais de maratonas, que decorrem de quinta-feira a domingo em Shaoxing, na China.

“Temos três medalhados no Europeu (Sérgio Maciel, Adriano Conceição e Marco Oliveira), pelo que temos a ambição de conseguirmos pelo menos dois pódios. Além destes, temos ainda o José Ramalho que já recuperou da fratura que sofreu a duas semanas do Europeu”, disse à agência Lusa o selecionador, Rui Câncio.

No sábado, José Ramalho procura o único título internacional que lhe falta na carreira, depois de ter acumulado já seis cetros como o mais forte da Europa.

Aos 37 anos, o vila-condense já foi medalha de prata em 2012 e medalha de bronze em 2009, 2014 e 2016, contudo nunca subiu ao mais alto lugar do pódio mundial, feito que procura agora no Oriente.

Na quinta-feira, o atleta luso disputa ainda a ‘short race’, uma prova de 3.400 metros, que tem uma fase preliminar que qualifica os 20 mais fortes para a final.

Nas canoas, Sérgio Maciel está também habituado a pódios e apresenta-se na China com a responsabilidade de tentar manter o ouro conseguido em 2018 na Vila de Prado.

Sérgio, que surge como vice-campeão da Europa deste ano, já tinha sido ‘vice’ mundial em 2017, um ano depois de ser prata no escalão júnior e dois de ser bronze em C2, com Marco Apura, agora a competir na pista e a procurar um lugar para os Jogos de Tóquio2020.

Adriano Conceição também compete em sub-23, neste caso em K1, no qual se destacou no verão com a medalha de bronze Europeu em Decize, França.

O outro elemento com experiência de medalhas em grandes provas internacionais é o júnior Marco Oliveira, com o bronze em C1 igualmente na competição gaulesa.

“O percurso aqui na China tem características invulgares, com muitas voltas e, acima de tudo, várias zonas em que só passa um de cada vez, momentos propícios para ataques. É importante estar na frente ou não perder a ligação para quem lidera”, completou Rui Câncio.

Portugal apresenta-se com uma seleção de sete canoístas.

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Canoagem

Fernando Pimenta em entrevista descontraída com Rui Unas

O canoísta Fernando Pimenta foi o convidado do programa “Maluco Beleza”, do popular humorista Rui Unas. Regressado de um período de férias na Ásia, o atleta de Ponte de Lima falou sobre vários assuntos relacionados com a sua vida e com a modalidade, sempre de forma leve e descontraída.

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O canoísta Fernando Pimenta foi o convidado do programa “Maluco Beleza”, do popular humorista Rui Unas.

Regressado de um período de férias na Ásia, o atleta de Ponte de Lima falou sobre vários assuntos relacionados com a sua vida e com a modalidade, sempre de forma leve e descontraída.

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Canoagem

Canoísta de Ponte de Lima com duas medalhas de ouro nos Olympic Hopes 2019

Olympic Hopes 2019

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Foto: DR / Arquivo

Beatriz Vaz Fernandes, atleta com 15 anos que representa atualmente o Clube Náutico de Ponte de Lima, conquistou duas medalhas de ouro e uma de prata durante os Olympic Hopes 2019, que decorrem desde sexta-feira, em Brastislava, Eslováquia.

A jovem cadete limiana, que integra a comitiva de 12 elementos da seleção nacional, surpreendeu no sábado ao terminar a prova de C1 500 metros com o tempo de 02.27.400 (minutos), subindo ao lugar mais alto do pódio para receber a medalha de ouro, à frente da alemã Justine Boettcher e da bielorrussa Hanna Naletska.

No domingo, em C1 200 metros, Beatriz Fernandes venceu nova medalha de ouro para Portugal, com o tempo de 51.540 (segundos), à frente da alemã Boettcher Justine (52.400) e da norte-americana Albrecht Emma (53.300).

A limiana traz ainda uma medalha de prata na bagagem destes jogos direcionados para atletas cadetes, juvenis e juniores, depois de alcançar também o segundo lugar na prova de C1 1000 metros, no passado sábado.

Com 15 anos, Beatriz Vaz Fernandes leva já 17 medalhas de ouro no curriculo nacional e internacional, de acordo com dados fornecidos pela Federação Portuguesa de Canoagem através do seu portal online.

Os Olympic Hopes são uma das provas mais importantes para escalões de formação entre os 15 e os 17 anos a nível mundial, juntando este ano perto de 900 atletas de mais de 30 países.

 

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