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Esposende

Canal para acabar com as cheias em Esposende pronto em 2021

Investimento de quase 4 milhões

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Foto: DR

A Câmara de Esposende lança na segunda-feira a primeira pedra do canal destinado a acabar com as inundações na cidade, uma empreitada que deverá ficar concluída em 2021, anunciou hoje o município.

O investimento é comparticipado por fundos comunitários em 3,9 milhões de euros, um valor que contempla projeto, aquisição de terrenos e a obra propriamente dita, adjudicada por 3,1 milhões de euros.

A obra tem um prazo de execução de dois anos e quatro meses.

Em causa está a construção de um sistema intercetor de águas pluviais excedentes, para resolução de problemas de drenagem de terrenos agrícolas e das inundações na cidade de Esposende.

Problemas que, sublinha o município, “colocam em risco a população e causam elevados danos no património público e privado”.

O canal intercetor irá desde a rotunda da empresa Solidal, na cidade, até à freguesia das Marinhas, numa extensão de 4,5 quilómetros.

“Este projeto decorre da decisão do Ministério do Ambiente que classificou Esposende como zona crítica, no âmbito do Plano de Gestão de Riscos de Inundação, elaborado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA)”, refere o comunicado.

Para o presidente da Câmara, Benjamim Pereira, “esta é uma oportunidade excecional para resolver um dos mais difíceis problemas da zona urbana de Esposende, mas também de Marinhas e Gandra”.

“A construção do canal intercetor afigura-se vital para a resolução dos problemas de drenagem dos terrenos agrícolas e das inundações na cidade de Esposende, que têm vindo a colocar em risco a população e a causar elevados danos no património público e privado, enfraquecendo a economia e fragilizando o ambiente”, enfatizou o autarca.

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Esposende

Detido por capturar aves selvagens em Esposende

Em Fão

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Foto: Divulgação/GNR

A GNR deteve em Fão, Esposende, um homem de 57 anos por captura de aves selvagens, tendo ainda recuperado cinco pintassilgos que foram restituídos ao seu habitat natural, anunciou hoje aquela força.

Em comunicado, a GNR acrescenta que a operação resultou ainda na recuperação de uma rede “camaroeira” e alçapão e de um aparelho rádio eletrónico “usado como chamariz”.

Foto: Divulgação/GNR

O detido foi constituído arguido e os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Esposende.

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Cávado

Esposende homenageou os seus campeões desportivos

Gala de Distinção de Mérito Desportivo

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Foto: Divulgação / CM Esposende

O Município de Esposende homenageou, este sábado, na 10.ª Gala de Distinção de Mérito Desportivo, os atletas, técnicos e clubes do concelho que se destacaram em diferentes modalidades desportivas, na época 2018/2019, num total de 280 personalidades, entre atletas e técnicos de 25 modalidades, e prestou homenagem a Teresa Portela, João Ribeiro, Jonas Passos Vilar e David Cruz.

Para o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, as distinções “são a prova da vitalidade do desporto em Esposende, revelando toda a diversidade e heterogeneidade desportiva do concelho. É a prova, também, do trabalho assertivo que os clubes, os dirigentes, os técnicos e os atletas desenvolvem”.

Em nota enviada à imprensa, Benjamim Pereira destacou o facto de esta Gala ocorrer “no final de uma semana em que aprovamos a maior dotação financeira para a área do Desporto. Na época desportiva 2019/2020, o Município de Esposende investirá mais de meio milhão de euros, entre apoio a atletas e clubes, um aumento de 33%, relativamente ao ano anterior, fixando-se como o maior apoio de sempre, atribuído pela Câmara Municipal de Esposende aos atletas e clubes do concelho”.

“Esposende possui condições únicas para a prática desportiva, graças ao território, mas também devido a um forte investimento em infraestruturas e acompanhamento de treino. Em 2020 avançará a construção do Parque Desportivo e de Lazer Municipal, dando resposta às muitas solicitações dos clubes do concelho, disponibilizando diversos campos de jogos, na zona norte da cidade e também o projeto do Parque da Cidade entrará na sua fase decisiva, depois de ultrapassados obstáculos burocráticos”, anunciou Benjamim Pereira.

Lembre-se que o Município de Esposende apoia todos os clubes, através de contratos- programa, paga as taxas de filiação, inscrição, exames médicos e seguros, possibilitando a prática desportiva a mais de duas mil crianças e jovens. Em Esposende realizam-se campeonatos concelhios nos escalões de formação e de veteranos, jogos desportivos escolares e atividades desportivas no pré-escolar.

Para o vereador do Desporto, Rui Losa, os valores desportivos sobressaem neste evento a décima edição da Gala de Distinção Mérito Desportivo, evento que pretende “reconhecer publicamente e prestar homenagem a atletas, dirigentes, clubes, associações e famílias que realizam um trabalho conjunto em prol do desporto, da educação e da juventude do concelho de Esposende”.

Rui Losa destacou o rejuvenescimento que tem ocorrido nos clubes e associações locais, acompanhando o aumento de praticantes. “Segundo dados do Observatório do Desporto do Município de Esposende, nos últimos quatro anos, verificou-se um aumento de 35% de atletas/praticantes, isto é, passamos de cerca de 4.500 para 6.100 atletas/praticantes, totalizando um aumento efetivo de mais de 1600 atletas em atividades regulares, federadas e não federadas”, disse o vereador com o pelouro do Desporto.

A cerimónia decorreu, pelo segundo ano consecutivo, no Pavilhão Municipal de Fão, Esposende, local que apresenta as condições ideais para acolher a enorme “família” desportiva do concelho, abrilhantada pelas atuações da Academia de Dança “Às do Saber”, de Bel Viana e da Orquestra Foz do Cávado.

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Cávado

Esposende: Setor leiteiro tem de informar e contrariar teses “alarmistas e veganistas”

Associação dos Produtores de Leite de Portugal

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Foto: DR / Arquivo

A diretora Regional de Agricultura e Pescas do Norte, Carla Alves, defendeu esta sexta-feira, em Esposende, que o setor leiteiro precisa de apostar na informação sobre os benefícios do consumo do leite, para contrariar “teses alarmistas e veganistas”.

Falando na abertura do Colóquio Nacional do Leite, promovido pela Associação dos Produtores de Leite de Portugal (APROLEP) e pela Associação dos Jovens Agricultores do Distrito do Porto, Carla Alves sublinhou que o leite nacional é um alimento “reconhecidamente bom, seguro e saudável”.

“O setor tem pela frente o desafio, da maior importância, de comunicar, de informar sobre os benefícios do consumo do leite, contrariando teses alarmistas e veganistas que se têm vindo a instalar”, referiu.

Para Carla Alves, o setor leiteiro tem também de ser capaz de mostrar o seu importante contributo para a fixação de CO2 (dióxido de carbono), através das forragens e pastagens, e a sua aposta no bem-estar animal, que atingiu um nível “nunca antes alcançado”.

A diretora Regional de Agricultura apelou ainda ao setor para informar sobre a sua importância para o cultivo de parcelas que de outra foram seriam votadas ao abandono e sobre a possibilidade de ser um fornecedor de matéria orgânica de elevada qualidade”.

Para Carla Alves, a comunicação e a informação assumem-se, assim, como fundamentais para que o setor leiteiro seja capaz de lutar contra a “desinformação” que está a causar dificuldades à atividade.

Assumiu que o setor, além da sustentabilidade económica, tem também de apostar na sustentabilidade ambiental, mas sublinhou o progressivo investimento que vem sendo feito na modernização das explorações.

A sustentabilidade ambiental é a pedra de toque do Colóquio Nacional do Leite, com o presidente da APROLEP, Jorge Oliveira, a defender que é “urgente” desmistificar a ideia de que “a agricultura e a pecuária estão a destruir o planeta”.

Jorge Oliveira lembrou que aquelas atividades, com as culturas da erva e do milho, são “muito importantes” na captura de carbono, que compensam as emissões de metano.

Admitiu, no entanto, que há necessidade de alterações nas explorações, mas sublinhou que esses procedimentos “têm um custo”.

“Para produzir de forma ecológica, é necessário cobrir os custos e não apenas fazer exigências aos agricultores”, disse Jorge Oliveira.

O presidente da Associação dos Jovens Agricultores do Distrito do Porto, Luís Miguel Silva, disse que a descida do preço do leite pago ao produtor é o principal problema do setor, a que se junta agora a questão climática, que tem levado a uma descida do consumo dos produtos lácteos.

“A produção de leite terá custos ambientais, certamente, mas também tem muitos benefícios. O problema é que parece que só querem ver o lado negativo”, criticou.

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