Seguir o O MINHO

I Liga

Campelos promete Moreirense com “humildade e determinação” na visita a Setúbal

3.ª jornada da I Liga

em

Foto: DR/Arquivo

O treinador do Moreirense quer que a equipa mostre “humildade e determinação” na visita de sexta-feira a Setúbal, em jogo da terceira jornada da I Liga portuguesa em futebol, no qual quer “conquistar pontos”.

“Os jogadores têm em mente o jogo de amanhã [sexta-feira] e a palavra de ordem é humildade. Sabemos que fizemos um bom jogo [com o Gil Vicente, vitória caseira por 3-0], mas está ultrapassado. Quero o mesmo respeito, a mesma atitude e a mesma determinação. Vamos fazer tudo para conquistar pontos”, disse Vítor Campelos.

O Moreirense, oitavo classificado com três pontos, joga sexta-feira na casa do Vitória de Setúbal que segue em 16.º com dois, um terreno onde perdeu quando se estreou nesta temporada 2019/20, ficando arredado da Taça da Liga após uma derrota por 1-0.

O treinador do Moreirense, que falava aos jornalistas na antevisão do encontro, garantiu que sente a “equipa mais preparada e com ideias mais consolidadas”, lembrou que, entretanto, “chegaram jogadores novos”, mas adivinhou um jogo complicado.

“Temos de ser uma equipa de muito trabalho. Já temos alguns jogadores que chegaram posteriormente ao clube. Mas o jogo é difícil amanhã [sexta-feira]. Temos de manter a humildade e o rigor que tivemos em casa com o Gil Vicente. Vamos fazer tudo para ganhar o jogo. Vamos dar o nosso máximo”, disse o técnico.

Vítor Campelos sublinhou que tem sentido “os jogadores sempre muito motivados”, admitindo que “as vitórias dão confiança”, mas reafirmou que “nem quando se ganha está tudo bem, nem quando não se ganha está tudo mal”.

Moreirense e Vitória de Setúbal jogam sexta-feira às 19:00 no Estádio do Bonfim, em Setúbal, no jogo inaugural da terceira jornada.

Anúncio

Futebol

Piccini diz que invasão à academia do Sporting tinha alvos especificos

Alvos seriam William Carvalho, Rui Patrício, Battaglia e Acuña

em

Foto: eurofootballrumors.com / DR

O futebolista italiano Cristiano Piccini considerou, esta quarta-feira, em tribunal que os invasores da academia do Sporting tinham alvos específicos e admitiu ter estranhado a calma do presidente Bruno de Carvalho numa reunião, na véspera, com os jogadores.

Eles queriam o William Carvalho, o Rui Patrício, o Battaglia e o Acuña”, disse Piccini, na 23.ª sessão do julgamento da invasão da academia, acrescentando: “Por mais do que uma vez, estive cara a cara com um dos mascarados e ele não me fez nada”.

Piccini, que agora alinha nos espanhóis do Valência, referiu que as pessoas que entraram “mascaradas e com bengalas” no balneário “não tinham qualquer intenção de falar, e começaram logo a insultar e a bater”.

O defesa confirmou uma reunião do plantel com o então presidente Bruno de Carvalho, um dia depois da derrota com o Marítimo (2-1), na qual Bruno de Carvalho “estava muito tranquilo”.

“A reunião com o presidente centrou-se muito no que se tinha passado na Madeira [insultos aos jogadores e troca de palavras entre jogadores e adeptos]. Achei que o presidente estava muito tranquilo, sobretudo tendo em conta outros comportamentos anteriores”, afirmou o jogador, ouvido por videoconferência, no tribunal de Monsanto.

Battaglia explicou que o treinador Jorge Jesus “deu folga nos dias 14 e 15 de maio, mas que, depois, disse que não haveria folga a 15”, admitindo que “não era habitual ter dois dias de folga”.

No entanto, o italiano disse compreender a decisão inicial de dar dois dias de folga “tendo em conta a derrota na Madeira [que afastou o Sporting do segundo lugar da Liga e da Liga dos Campeões], que afetou muito os jogadores”.

Piccini, que deixou o Sporting no final de época 2017/2018, acrescentou ter-se “sentido muito inseguro”, não só por ele, mas também pela família, e admitiu que “estava ansioso para que a época terminasse para ir de férias”.

Durante a manhã, o coletivo, presidido pela juíza Sílvia Pires, ouviu também o enfermeiro Carlos Mota, funcionário do clube entre 2011 e 2018, que suturou o jogador holandês Bas Dost, atingido na cabeça durante a invasão, ocorrida em 15 de maio de 2018.

Carlos Mota, que se constituiu assistente no processo, referiu que “nos dias seguintes ao ataque, Bas Dost estava muito revoltado com a situação, com medo de que as agressões se pudessem repetir, inclusive tinha segurança privada à porta, paga por ele”.

Já no exterior do tribunal, Carlos Mota disse ter falado com o presidente Bruno de Carvalho, quando este chegou à academia, horas depois do ataque.

“Ele estava com o semblante triste, naturalmente, e eu disse-lhe que era uma vergonha aquilo que tinha acontecido e ele ficou muito zangado comigo e disse: Também tu, Mota, achas que fui eu que encomendei isto? Ao que eu lhe respondi: Eu não acho nada, só acho que isto é uma vergonha para o Sporting“.

Carlos Mota disse recordar o dia do ataque com “muita tristeza” e explicou porquê: “Porque sou sportinguista desde de que nasci, os meus filhos e netos são sportinguistas, e é muito triste que alguém se tenha aproveitado, ou se aproveite, destas situações para denegrir e continuar a dar cabo do Sporting”.

Quando questionado sobre quem se teria aproveitado da situação, o enfermeiro descartou a hipótese de essa figura ser Bruno de Carvalho, o antigo presidente, também arguido no processo.

“Não, Bruno de Carvalho não tinha nada que se aproveitar, ele era presidente na altura, bem ou mal, era o presidente. Quem poderia ganhar, foi quem ganhou”, frisou.

O processo, que está a ser julgado no Tribunal de Monsanto, em Lisboa, tem 44 arguidos, acusados da coautoria de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 crimes de ofensa à integridade física qualificada e de 38 crimes de sequestro, todos estes (97 crimes) classificados como terrorismo.

Continuar a ler

Futebol

Suspensa negociação das ações da Sporting SAD

Saída de Bruno Fernandes será razão da suspensão das negociações

em

Foto: ligaportugal.pt

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) suspendeu, esta quarta-feira, a negociação das ações do Sporting Clube de Portugal – Futebol SAD “aguardando a divulgação de informação relevante”.

Numa nota divulgada, esta quarta-feira, é referido que o Conselho de Administração da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) “deliberou a suspensão da negociação das ações do Sporting Clube de Portugal – Futebol, SAD, aguardando a divulgação de informação relevante”.

A suspensão das ações da SAD do Sporting ocorre no dia em que a comunicação social avança que o jogador leonino Bruno Fernandes vai assinar pelo Manchester United e que o clube inglês vai pagar 55 milhões de euros no imediato ao Sporting.

Continuar a ler

Futebol

SC Braga quer aproximar-se do quarto lugar na visita ao Moreirense

18.ª jornada da I Liga

em

Foto: Divulgação / Arquivo

SC Braga, recente vencedor da Taça da Liga, pode aproximar-se do quarto lugar da I Liga portuguesa de futebol, caso vença hoje no terreno do Moreirense, no último jogo da 18.ª jornada.

Os bracarenses, sextos classificados com 27 pontos, venceram todos os cinco jogos sob o comando de Rúben Amorim, incluindo um ao Sporting (2-1) e dois ao FC Porto (2-1 e 1-0), somando três vitórias consecutivas no campeonato.

Em caso de vitória, o SC Braga sobe ao quinto lugar, ultrapassando o Rio Ave, que soma 28 pontos, e fica a um ponto do Famalicão e a dois do Sporting, que vai receber na próxima jornada.

O Moreirense não vence há três jornadas e ocupa a 14.ª posição, com 18 pontos, podendo ultrapassar Tondela, Marítimo e Santa Clara e subir ao 11.º lugar, caso vença os rivais minhotos no embate marcado para as 20:15, em Moreira de Cónegos.

Programa da 18.ª jornada

– Domingo, 26 janeiro:

Belenenses SAD – Portimonense, 2-1

Tondela – Vitória de Setúbal, 0-3

Famalicão – Santa Clara, 0-1

Paços de Ferreira – Benfica, 0-2

Desportivo das Aves – Boavista, 0-1

Segunda-feira, 27 janeiro:

Vitória SC – Rio Ave, 1-2

Sporting – Marítimo, 1-0

– Terça-feira, 28 janeiro:

FC Porto – Gil Vicente, 2-1

CfQuarta-feira, 29 janeiro:

Moreirense – SC Braga, 20:15

Continuar a ler

Populares