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Campanha para ajudar carenciados a comprar medicamentos arranca hoje em todo o país

Até 20 de dezembro
Campanha para ajudar carenciados a comprar medicamentos arranca hoje em todo o país
Foto: Thiago Correia / O MINHO / Arquivo

A campanha “Dê troco a quem precisa” começa hoje em farmácias de todo o país e convida os portugueses a doarem o troco das suas compras nas farmácias a pessoas carenciadas, segundo a associação Dignitude.

A campanha, que decorre de 9 a 20 de dezembro em mais de 500 farmácias aderentes em todo o país, é promovida pelo Programa abem: Rede Solidária do Medicamento, da Dignitude, uma iniciativa apoiada pela Portugal Inovação Social, através de fundos da união europeia.

“Dê troco a quem precisa” pretende que quem for a estes estabelecimentos possa doar o troco a um fundo solidário que ajudará pessoas identificadas pelos parceiros da associação como vivendo em situação de pobreza e que não conseguem comprar medicamentos.

Em comunicado, a Dignitude afirma que este programa tem como objetivo permitir o acesso aos medicamentos prescritos a quem não tem capacidade financeira para os adquirir, suportando, no receituário, o valor não comparticipado pelo Estado.

A nível nacional, o programa já apoiou 39.000 beneficiários e já dispensou cerca de três milhões de embalagens de medicamentos desde maio de 2016, quando se deu início a este programa, segundo a mesma fonte.

Só este ano, a campanha que decorreu entre 20 e 29 de maio angariou cerca de 14.837 euros nas farmácias para apoiar a compra de medicamentos, o que ajudou 90 pessoas carenciadas.

Segundo o Índice de Saúde Sustentável desenvolvido pela Nova Information Management School, um em cada 10 portugueses não comprou os medicamentos prescritos por não ter dinheiro para os pagar.

A Associação Dignitude nasceu em 2015 e é uma instituição particular de solidariedade social que tem por missão o desenvolvimento de programas solidários de impacto social, que promovam a qualidade de vida e o bem-estar dos portugueses.

O abem: está presente em todo o país, incluindo regiões autónomas, e assenta numa rede de parcerias que assegura o circuito solidário do medicamento.

 
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