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Alto Minho

Caminha garante meio milhão de euros de fundos comunitários para prevenir incêndios

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A autarquia de Caminha, liderada pelo socialista Miguel Alves, anunciou esta terça-feira a aprovação de uma candidatura de execução da “Rede de Defesa da Floresta Contra Incêndios do Concelho de Caminha”, orçada em 577.098,92 euros e financiada pelo Programa Operacional – Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

Em nota divulgada no site do município, é referido que esta empreitada florestal prevê a instalação de rede primária e rede secundária em várias freguesias do concelho, numa área de 312,52 hectares.

“Com a presente operação pretende-se executar a rede de faixas de gestão de combustíveis – primária e secundária – planeadas em sede de PMDFCI, com uma abrangência municipal com vista à minimização dos efeitos da passagem dos incêndios florestais”, explica.

“Assim, pretende-se aumentar a resiliência do território florestal ao risco de incêndio florestal, diminuir a área percorrida por grandes incêndios florestais, criar oportunidades de apoio ao combate a eventuais incêndios florestais, alterar o regime de fogo do concelho e, ainda a recuperação silvopastoril do território, que se reveste de enorme importância para as populações de montanha”, acrescenta.

Esta empreitada florestal visa executar a instalação de cerca de 90 hectares de rede primária de faixas de gestão de combustível e mais de 220 hectares de rede secundária em terrenos baldios e da propriedade das juntas de freguesia.

Arga (Arga de São João, Arga de Cima e Arga de Baixo), Lanhelas, Seixas, Vilar de Mouros, Argela, Dem, Gondar e Orbacém, Riba de Âncora, Âncora, Azevedo, Vilarelho e Vila Praia de Âncora são as freguesias abrangidas.

“As intervenções a realizar consistem na execução de trabalhos florestais de corte e controlo do estrato arbustivo e herbáceo; corte e desbaste de povoamentos florestais para correção de densidades, desramações e podas, acordoamento e trituração de despojos e controlo/erradicação de espécies infestantes, caso da hakea e da acacia dealbata, de modo a evitar a propagação de incêndios florestais e para reforçar as condições de segurança das forças de combate”, assinala a autarquia.

A candidatura foi submetida e aprovada no âmbito do Concurso POSEUR, do Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, que tem como eixo prioritário promover a adaptação às alterações climáticas e a prevenção e gestão de riscos.

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Alto Minho

Arcos de Valdevez exige testes a todos os utentes e funcionários de lares do distrito de Viana

Covid-19

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Foto: DR / Arquivo

O presidente da Câmara de Arcos de Valdevez exigiu hoje a realização de testes a todos os utentes e funcionários de lares no distrito de Viana do Castelo para evitar a propagação generalizada nas instituições.

“Apelamos ao Governo para que o rastreio que está a ser feito no Sul do país seja rapidamente implementado no Norte. É aqui que há um maior número de casos confirmados de covid-19, é aqui que está situado o maior número de lares, de utentes e de funcionários. Estamos a falar num universo de milhares de pessoas”, afirmou hoje à Lusa João Manuel Esteves.

O autarca social-democrata disse que a realização de testes à covid-19 é “urgente” para evitar “um foco muito complicado que poderá tomar grandes dimensões”.

João Manuel Esteves apontou o lar de idosos do Centro Paroquial e Social de Santa Maria de Grade como o “mais grave” entre as sete instituições do seu concelho.

Naquela instituição, com 39 utentes e 20 funcionários, há quatro casos confirmados da doença causada pelo novo coronavírus, sendo que uma utente morreu, na segunda-feira, no hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

Hoje, mais três pessoas foram transportadas ao hospital com sintomas de infeção pelo novo coronavírus.

O autarca social-democrata disse estar “muito preocupado” com a demora dos resultados aos testes já realizados, que “tinham de ser mais expeditos”

E defendeu ainda à criação de uma “bolsa de profissionais ou voluntários especializados nesta área”.

“Se estes idosos, alguns com elevado nível de dependência, tiverem de sair dos lares onde é preciso saber quem vai tomar conta deles, se há pessoas com competências para tratar deles”, especificou, adiantando que no concelho “estão confirmados, no dia de hoje, um total de 14 casos de covid-19”.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 803 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 40 mil.

Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 160 mortes, mais 20 do que na véspera (+14,3%), e 7.443 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 1.035 em relação a segunda-feira (+16,1%).

Portugal, onde os primeiros casos confirmados foram registados no dia 02 de março, encontra-se em estado de emergência desde as 00:00 de 19 de março e até às 23:59 de 02 de abril.

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Alto Minho

Autoridades procuram jovem que “escorregou e caiu” no rio Minho, em Melgaço

Buscas

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Foto: Ilustrativa / DR

Um jovem de 26 anos “escorregou e caiu” hoje ao rio Minho, quando “passeava”, na freguesia de Remoães, em Melgaço, estando a ser procurado por meios dos bombeiros e da capitania de Caminha, disse a proteção civil.

De acordo com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo o acidente ocorreu cerca das 18:17, sendo que “o alerta foi dado por uma pessoa que acompanhava o jovem no passeio junto ao rio internacional”.

A mesma fonte adiantou que “a pessoa que acompanhava o jovem informou que o mesmo terá escorregado, acabando por cair nas águas do rio Minho”.

Ao local compareceram 16 operacionais e seis viaturas dos Bombeiros Voluntários de Melgaço e Monção e meios da capitania de Caminha.

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Alto Minho

Bombeiras de Arcos de Valdevez terminam 14 dias de isolamento e regressam à “linha da frente”

Covid-19

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Foto: Facebook de Bombeiros de Arcos de Valdevez

Carla Pires e Vera Dourado, operacionais dos Bombeiros de Arcos de Valdevez, saíram esta terça-feira da situação de isolamento profilático em que se encontravam, por recomendação das autoridades de saúde e da corporação de bombeiros.

As bombeiras tinham contactado e transportado um suspeito de estar infetado com a doença Covid-19, suspeita essa que se veio a confirmar positiva após testes de despistagem do utente.

Como medida de precaução, as duas bombeiros foram colocadas em isolamento no quartel, ao longo dos últimos 14 dias, estando agora novamente aptas para regressar “à linha da frente de combate e proteção” à população, como dá conta aquela associação, através das redes sociais.

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