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Alto Minho

Caminha com plano contra incêndios florestais aprovado — com atraso de 4 anos, diz Câmara

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A Câmara de Caminha revelou hoje que o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) mereceu aprovação do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e vai estar em vigor durante cinco anos.


Em comunicado, aquela autarquia adiantou que “o plano agora em vigor visa desenvolver ações de prevenção que promovam, por um lado, o aumento da resiliência do território à ocorrência de incêndios florestais, e por outro a minimização da área percorrida por incêndios florestais e seus impactes”.

O concelho de Caminha foi, no último verão, um dos concelhos do distrito de Viana do Castelo mais afetados pelos fogos, sobretudo na Serra d’Arga.

Dados divulgados este mês pela Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho revelaram que os cerca de 20 incêndios que fustigaram a região durante dez dias, em agosto, consumiram 25.633 hectares de floresta, “a maior área ardida dos últimos três anos”.

Segundo aquela estrutura, que congrega os dez concelhos do distrito de Viana do Castelo, aqueles fogos florestais consumiram “12% da floresta existente no território do Alto Minho”.

O PMDFCI, que segundo aquele município “deveria ter sido revisto em 2012”, segue “as orientações do Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (Resolução de Conselho de Ministros 65/2006, de 26 de maio)”.

“Adota os princípios de atuação e eixos estratégicos de ação, ajustando-os à escala municipal, passando o município a estabelecer medidas e políticas de intervenção florestal que cumpram o mesmo objetivo, ou seja, prevenção e proteção florestal”, especificou a autarquia.

Com cinco eixos estratégicos, o PMDFCI prevê “o aumento da resiliência do território aos incêndios florestais, a redução da incidência dos incêndios florestais, a melhoria da eficácia do ataque e da gestão os incêndios, a recuperação e reabilitação de ecossistemas e adoção de uma estrutura orgânica funcional e eficaz”.

Segundo o vice-presidente da Câmara de Caminha, Gulherme Lagido Domingos, citado naquela nota, “o PMDFCI vai orientar a atuação do município no âmbito da defesa da floresta contra incêndios nos próximos anos”.

O último PMDFCI deveria ter sido revisto em 2012, aquando o seu término. Trata-se de um processo complexo e longo. Foram dois anos a negociar com o ICNF“, referiu.

Segundo a autarquia, “no distrito de Viana do Castelo, Caminha é o quarto concelho com Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios”.

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Alto Minho

Morreu antiga vereadora da Câmara de Monção

Óbito

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Foto: CM Monção

Morreu a professora e antiga vereadora da Câmara de Monção Maria Amélia da Ponte Pires Novo. O funeral realiza-se terça-feira, pelas 11:00, na Igreja Paroquial de Mazedo.

Em comunicado, o município “apresenta sinceras e profundas condolências ao marido, Carlos, à filha, Mariana, e restante família, enviando-lhes uma palavra de amizade, força e coragem neste momento doloroso”.

Além da sua profissão como professora, tendo lecionado muitos monçanenses, Maria Amélia da Ponte Pires Novo exerceu funções políticas como vereadora em regime de permanência nas presidências de Armindo Guedes da Ponte (1991/1993 e 1993/1997) e como vereadora da oposição na Presidência de José Emílio Moreira (1997/2001).

Na publicação da página do Município de Monção multiplicam-se as mensagens de pesar e consternação, muitas de antigos alunos que recordam “um ser humano excecional”.

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Alto Minho

Falso alerta para incêndio urbano mobiliza bombeiros em Ponte da Barca

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Foto: Bombeiros de Ponte da Barca / Arquivo

Os Bombeiros de Ponte da Barca foram acionados, por volta das 13:00 desta segunda-feira, para um incêndio urbano, mas quando chegaram ao local não havia nada. Tratou-se de um falso alerta.

“O pedido de socorro foi através do 112. O CDOS acionou-nos para a freguesia de Touvedo Salvador, no lugar do Castelo, para um incêndio urbano e quando lá chegámos lá não havia nada”, conta a O MINHO o comandante da corporação, José Freitas, notando que se tratou de um falso alerta “intencional” e que a situação causa um transtorno “muito grande”.

“O pessoal a vir a toque de sirene para um incêndio urbano vêm nos seus carros, correm riscos; mesmo a deslocar-se para a ocorrência, o pessoal está a correr riscos; e podendo acontecer na mesma altura uma ocorrência mesmo verdadeira e sujeitos a não termos a mesma capacidade de resposta”, lamenta José Freitas.

“Por acaso não aconteceu nada em simultâneo, mas podia ter acontecido”, reforça, acrescentando que este tipo de situações acontece “às vezes, infelizmente”.

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Viana do Castelo

Motociclista morre após cair de ponte em Viana

Acidente

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Foto: DR

Um motociclista morreu depois de entrar em despiste numa ponte da EN 202, em Viana do Castelo, caindo para o quintal de uma casa.

Ao que apurou O MINHO, o homem, com cerca de 30 anos, entrou em despiste com uma mota de alta cilindrada em cima da Ponte de Portuzelo, na freguesia de Meadela, acabando por cair de vários metros no quintal de uma habitação.

Para o local foram acionados os Bombeiros Sapadores de Viana, de forma a efetuar o resgate da vítima, mas constataram que a mesma não resistiu aos ferimentos do acidente.

O óbito foi declarado no local pela equipa médica da VMER de Viana. Também a Ambulância de Emergência Médica esteve no teatro de operações.

O corpo da vítima foi transportado para o gabinete médico-legal de Viana do Castelo.

A PSP registou a ocorrência.

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