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Caminha apresenta árvore genealógica do concelho em 2017

Alto Minho

Caminha apresenta árvore genealógica do concelho em 2017

A árvore genealógica de toda a população do concelho de Caminha vai ser apresentada, em 2017, numa iniciativa da Câmara Municipal que visa “conhecer o passado, para perceber o presente, e preparar o futuro”.

“Trata-se de conhecer melhor as nossas raízes, aquilo que fomos enquanto comunidade, de mostrar o conjunto de famílias que sustentou o caminho que percorrermos do passado ao presente, de forma a nos prepararmos para o futuro”, afirmou o autarca socialista Miguel Alves.

Intitulado “Projeto Árvore” a iniciativa foi apresentada publicamente numa cerimónia que inclui ainda a assinatura de um protocolo de colaboração com alguns investigadores locais que vão ceder à autarquia as bases de dados que foram construindo nas diferentes paróquias.

“Este “Projeto Árvore vai dar-nos a fotografia perfeita da nossa comunidade”, frisou Miguel Alves, sublinhado que ” o conjunto de passado, presente e futuro é, verdadeiramente, seiva de tradição, conhecimento, cultura e esperança”.

A investigação vai ser conduzida pela Universidade do Minho e visa a reconstituição de todas as comunidades históricas do concelho, através da construção de uma base de dados genealógica, por cada freguesia, desde o início da existência dos assentos paroquiais, no século XVII, para a criação do “Repositório Genealógico” do concelho.

Miguel Alves explicou que se trata de um trabalho moroso, que implica a realização de “um levantamento dos assentos paroquiais, a sua adaptação a formato digital que permitirá o confronto e comparação, estabelecendo relações e facilitando a leitura para, finalmente, obter as necessárias conclusões”.

“Os técnicos que trabalham connosco preveem que a montagem da árvore genealógica de uma freguesia de dimensão pequena ou média (até 1.000 habitantes) se concretize num mínimo de seis meses, e que uma paróquia maior possa precisar, no mínimo, de um ano”, explicou.

Miguel Alves pretende que a “imensa” árvore genealógica das famílias do concelho de Caminha possa ser “um incentivo para um projeto nacional que procure alcançar os mesmos objetivos”.

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