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Ave

Câmara de Vizela oferece 60 mil máscaras à população com entrega pelo correio

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Vizela

A Câmara de Vizela vai reforçar a distribuição de máscaras, efetuando uma nova distribuição de 60 mil unidades pela população, anunciou aquela autarquia do vale do Ave.


A entrega será efetuada pelos CTT e deverá ocorrer faseadamente ao longo das próximas duas semanas, num kit composto por quatro máscaras e um folheto de como as utilizar corretamente, que será distribuído por todas as habitações do concelho.

Este reforço de kits de máscaras será também entregue nas juntas de freguesia, pelo que os munícipes que não recebam as máscaras nas suas habitações podem dirigir-se àqueles espaços para efetuar o levantamento das mesmas.

Em comunicado, a autarquia revela que esta é também um incentivo á economia local, “pois estes kits são compostos por máscaras certificadas e produzidas por uma empresa do concelho de Vizela”.

“Esta medida, para além de ser relevante do ponto de vista da saúde pública, trata-se, acima de tudo de uma ação de sensibilização para o uso da máscara, de forma a que população se consciencialize das medidas de proteção a adotar, evitando a transmissão da doença na nossa comunidade”, diz o mesmo texto.

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Ave

Universidade do Minho “aposta forte” em Famalicão

Ensino superior

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Foto: Divulgação / CM Famalicão

O reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, entregou, esta manhã, a bandeira da Universidade do Minho ao presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, num gesto carregado de simbolismo que marca a presença da Universidade em Famalicão. “Com este gesto não estamos propriamente a querer marcar território”, disse o reitor em tom de brincadeira, “mas estamos a demonstrar a nossa intenção e a nossa ambição de consolidar a Universidade do Minho neste território através de um projeto com futuro”.

Paulo Cunha visitou, esta terça-feira, o Centro de investigação da Universidade do Minho, criado há cerca de um ano no CIIES (Centro de Investigação e Inovação e Ensino Superior de Famalicão), em Vale S. Cosme. Acompanhado por Rui Vieira de Castro, Paulo Cunha inteirou-se sobre o trabalho desenvolvido nos dois laboratórios que já funcionam na estrutura e sobre os projetos para o futuro.

Neste momento, a Universidade do Minho já investiu em Famalicão mais de um milhão de euros em equipamentos para apetrecharem os laboratórios de Biotecnologia Alimentar e de MicroNano Fabricação. De acordo com o reitor, para além do equipamento, “a Universidade trará para o concelho a curto prazo cerca de 30 investigadores e, por arrastamento, estudantes de doutoramento e estudantes de mestrado e outros investigadores que farão aqui os seus estudos”.

“É um número significativo, que tenderá sempre a aumentar por efeito de alargamento da nossa atividade aqui”, afirmou Rui Vieira de Castro, que não escondeu a ambição de criar em Vila Nova de Famalicão “um verdadeiro polo da Universidade do Minho”.

“Nós criamos aqui estas duas unidades instaladas, mas a nossa perspetiva é bastante mais ambiciosa. Verdadeiramente o que nós esperamos é ir construindo a ideia de uma universidade multipolar, com uma presença mais vincada em Famalicão”.

O reitor referiu ainda o ambiente empresarial propicio existente no concelho, salientando que “este é um contexto extremamente favorável à universidade para que ela possa materializar algumas das suas dimensões de atividade. Famalicão é uma aposta forte”.

Satisfeito com as intenções da Universidade do Minho para o concelho, o presidente da Câmara Municipal disse que “Famalicão é hoje um concelho fortemente industrializado e é o epicentro de grandes empresas, reunindo um potencial enorme, para através de parcerias, como esta com a Universidade do Minho, afirmar-se no contexto nacional e internacional”.

O autarca salientou ainda a importância “do ambiente propicio à partilha de conhecimentos e à inovação”, tendo em conta a proximidade destas estruturas ao TECMEAT, Centro de Competências do Agroalimentar, que também está instalado no CIIES, assim como a um conjunto de empresas e entidades ligadas ao agroalimentar. “Temos aqui reunidas as condições essenciais para que o resultado seja o que ambicionamos”, referiu Paulo Cunha, dando conta da aposta do município no setor das Carnes.

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Ave

350 casos covid ativos em Vizela e 600 isolados. Autarca pede medidas extraordinárias

Covid-19

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

O centro de saúde de Vizela está a seguir 350 utentes com infeção ativa de covid-19, anunciou hoje o coordenador da USF Novos Rumos.

Em declarações à Rádio Vizela, o também interlocutor entre o Centro de Saúde de Vizela e o ACES Alto Ave, adianta ainda que estão 600 pessoas em isolamento.

Apesar de estar situado em Vizela, aquele centro de saúde acolhe utentes de concelhos vizinhos, mas a situação está a preocupar o presidente da Câmara, também ele infetado com o novo coronavírus.

Víctor Hugo Salgado, autarca de Vizela, já manifestou vontade perante as autoridades de saúde para que as restrições aplicadas aos três concelhos vizinhos do distrito do Porto (Felgueiras, Paços de Ferreira e Penafiel) sejam também implementadas em Vizela.

Em entrevista à Rádio Vizela, o autarca, que desenvolveu uma pneumonia na sequência da infeção, mostrou-se apoiante dessas medidas no concelho.

O facto de Vizela estar “apertada” entre outros concelhos, numa área de apenas 24 quilómetros quadrados para cerca de 24 mil habitantes, leva a que o edil queira medidas em vez de “colocar a cabeça debaixo da areia”.

“E para se ir além não se deve ficar pelo concelho de Vizela, achamos que estas medidas devem ser prolongadas também, possivelmente, ao concelho de Guimarães”, disse Víctor Hugo Salgado, que admitiu estar em contacto permanente com Lacerda Sales, secretário de Estado da Saúde, para que essas medidas possam ser adoptadas “possivelmente esta semana”.

O presidente da Câmara não acredita que implementar essas medidas só em Vizela possa resolver o problema. “Este não é um problema única e exclusivamente de concelhos como Lousada, Felgueiras e Paços de Ferreira, mas também de Vizela, entre outros, como é o caso de Guimarães”, afirmou.

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Hospital de Famalicão com 100% de ocupação nas enfermarias covid

Covid-19

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Foto: DR

O Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA), composto pelos hospitais de de Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso, tem uma taxa de ocupação de cerca de 100% em termos de “enfermaria covid-19”, revelou esta terça-feira a administração.

Em resposta escrita enviada à Lusa, a administração revelou que o número de camas para doentes covid-19 tem vindo a ser alargada, tendo recomeçado, no início da chamada segunda vaga, com 10, subindo para 15, depois para 28 e atualmente para 58.

“Preparamo-nos para alargar um pouco mais”, referiu a administração, explicando que vai alargando a área dedicada a doentes respiratórios (ADR) “conforme as necessidades”.

O número de casos ativos de infeção pelo novo coronavírus teve 17% de aumento percentual em Famalicão numa semana, segundo relatórios da Direção-Geral da Saúde, referentes aos últimos dias.

O concelho de Famalicão, entre o dia 19 de outubro e segunda-feira, registou 174 novos casos covid-19, subindo de 1.021 para 1.195.

No entanto, o Hospital de Famalicão ainda não transferiu doentes para outros hospitais.

Está prevista para breve, uma ADR nova no Serviço de Urgência Médico-Cirúrgico.

As visitas estão suspensas, com exceções avaliadas caso a caso.

A cirurgia programada de internamento foi reduzida temporariamente a casos prioritários.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 43,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.371 pessoas dos 124.432 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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