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Vila Verde

Câmara de Vila Verde “indignada” pela não inclusão de variante à EN-101 no Orçamento do Estado

Via “estruturante e de crucial importância para a revitalização da economia local”.

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Foto: Divulgação / CM Vila Verde

A Câmara de Vila Verde manifestou hoje “indignação” por o Orçamento do Estado para 2019 não incluir a construção da variante à EN-101 e reivindicou o “urgente” avanço da obra.

Em nota publicada na sua página, a Câmara, de maioria PSD, refere que aquela via é “estruturante e de crucial importância para a revitalização da economia local”, nomeadamente para aumentar a produção de riqueza e a consequente criação de emprego.

Sublinha que “todos os estudos apontam no sentido de que a mesma será um contributo decisivo para melhorar a acessibilidade e a mobilidade, quer interna quer no eixo urbano da sede do concelho, que se estende, para norte, até à Vila de Pico de Regalados e, para sul, até ao núcleo urbano da Vila de Prado e freguesias limítrofes”.

Para a Câmara, só com aquela variante se poderá resolver “o crescente e cada vez mais aflitivo problema do congestionamento do trânsito na EN-101, particularmente no troço que atravessa a sede do concelho de Vila Verde”.

Uma situação que, acrescenta, “complica sobremaneira a vida dos vários milhares de automobilistas que diariamente têm que atravessar a sede concelhia, particularmente nas horas de ponta”.

A Câmara de Vila Verde reivindica ainda o prolongamento para oeste da variante à ER-205 e a construção de um nó de ligação à A3 na freguesia de Lama.

“O município de Vila Verde não esconde a sua indignação e não pode aceitar que, uma vez mais, a necessidade urgente e indesmentível de renovação deste eixo estruturante da rede viária nacional, no território concelhio, seja ignorada pelo Governo de Portugal”, refere o presidente da Câmara, citado no comunicado.

António Vilela reivindica, “com a maior veemência”, a construção daquelas vias, sustentando que “a defesa da construção de um território nacional coeso, através de políticas estruturantes de efetiva correção das assimetrias, não pode ficar-se apenas pelos discursos e pelas estratégias eleitoralistas”.

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