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Alto Minho

Câmara de Paredes de Coura fechou contas de 2018 com taxa de execução de 90%

“Somos diligentes e eficazes na criação de emprego”

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Foto: DR/Arquivo

A Câmara de Paredes de Coura, no Alto Minho, informou hoje ter encerrado as contas de 2018 com uma taxa de execução de 90%, sublinhando o prazo médio de pagamentos a um dia, aos fornecedores.


Em comunicado, o município liderado pelo socialista Vítor Paulo Pereira referiu, a propósito da aprovação, pela assembleia municipal, na segunda-feira, do Relatório e Contas de 2018, que o documento “confirma, em definitivo, a ideia da consolidação, da inovação e da ousadia das políticas municipais enunciadas em 2013, aquando da nossa tomada de posse”.

“Paredes de Coura continua a crescer economicamente. Somos diligentes e eficazes na criação de emprego”, sustenta o Vítor Paulo Pereira, citado na nota enviada à imprensa.

O autarca socialista salientou ainda “o prazo médio de pagamentos aos fornecedores, que passou de 14 dias para um dia”.

“Traduz a excelência no relacionamento com todos os fornecedores do município. Ser de esquerda exige, antes de tudo, ter boas contas, porque, até prova em contrário, não podemos fazer ação social ou promover políticas de inclusão ou de promoção da igualdade sem dinheiro, o mesmo será dizer, sem boas contas”, sublinhou.

Segundo o autarca, que tem maioria absoluta no executivo municipal, a gestão socialista conseguiu “conciliar a capacidade de investimento com a redução da dívida, fortalecendo as necessidades de investimento que permitirão suportar financeiramente alguns projetos que mudarão para melhor a vida de todos os courenses”.

“Brevemente começarão as obras da nova ligação rodoviária de Paredes de Coura à autoestrada A3, a ampliação das zonas industriais, a segunda fase da reabilitação urbana e as tão desejadas obras na rede viária municipal”, especificou.

Vítor Paulo Pereira apontou ainda “a taxa de execução ao nível da receita de 90,6%”, sublinhando que “espelha rigor e seriedade na elaboração dos orçamentos”.

Para Vítor Paulo Pereira, as contas de Paredes de Coura “estão bem e recomendam-se”: “Investimos muito nas freguesias e na rede viária, sem esquecer os projetos estratégicos para o nosso concelho como a ligação ao parque industrial de Formariz, a solução para o antigo Sanatório ou a reabertura do Tribunal de Paredes de Coura”, concluiu.

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Alto Minho

Comandante dos Bombeiros de Arcos de Valdevez ferido a combater incêndio

Incêndio urbano

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Foto: Bombeiros de Arcos de Valdevez

O comandante dos Bombeiros de Arcos de Valdevez sofreu ferimentos após uma queda durante o combate a um incêndio urbano, esta terça-feira.

Filipe Guimarães terá sofrido uma luxação no ombro, resultante da queda quando se encontrava a combater o fogo que deflagrou na churrasqueira O Braseiro, no centro daquela vila minhota.

Com alerta dado às 18:00 horas, no local estiveram 19 operacionais daquela corporação, apoiados por quatro viaturas.

O incêndio terá deflagrado no sistema de extração de fumo do restaurante, causando labaredas na parte superior, onde existem apartamentos.

Houve necessidade de evacuar o restaurante e dois dos apartamentos em causa, face ao avanço das labaredas, que chegaram a ter quatro metros de altura.

Graças à rápida intervenção daquele corpo de bombeiros, situado a poucos metros do local sinistrado, o incêndio foi rapidamente extinto.

A churrasqueira ficou sem condições para se manter aberta face à elevada quantidade de fumo que se acumulou no interior, resultando em vários danos materiais.

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Alto Minho

Incêndio atinge churrasqueira em Arcos de Valdevez

Incêndio

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Foto: Facebook de Arcos de Valdevez

ATUALIZAÇÃO

Comandante dos Bombeiros de Arcos de Valdevez ferido a combater incêndio

Um incêndio atingiu uma churrasqueira no centro da vila de Arcos de Valdevez.

Inserida em prédio urbano, desconhece-se os motivos que levaram ao início do fogo.

No local estão os Bombeiros de Arcos de Valdevez.

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Viana do Castelo

Papa Francisco lamentou “trágico acidente” que vitimou bispo de Viana

Óbito

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Foto: Diocese de Viana do Castelo

O Papa Francisco lamentou o “tráfico acidente” que vitimou D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana, através de um documento lido esta terça-feira durante as exéquias fúnebres celebradas na Catedral de Viana.

Numa mensagem lida por D. Ivo Scapolo, núncio apostólico em Portugal, o responsável máxima da Igreja Católica mostrou-se “consternado pelo trágico acidente que vitimou D. Anacleto”.

“O Santo Padre apresenta sentidas condolências e assegura viva solidariedade aos clero e fiéis da diocese de Viana do Castelo e também à diocese de Leiria-Fátima, como à sua família enlutada”, escreveu Francisco.

Recorda ainda um “zeloso pastor, que foi autêntica testemunha do Evangelho no meio do seu povo, apontando a senda da verdade na caridade e do serviço à comunidade”.

O Papa Francisco concedeu ainda a bênção apostólica a todos os que participam nas exéquias fúnebres de D. Anacleto Oliveira.

Com a missa a ser presidida por D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, o Presidente da República também marcou presença para homenagear aquele que foi, durante 10 anos, a figura máxima da igreja no Alto Minho.

Esta terça-feira, a catedral vianense esteve aberta para oração livre por D. Anacleto, seguindo-se uma eucaristia, pelas 15:00 horas, que deram início às cerimónias fúnebres.

Amanhã, quarta-feira, realiza-se o funeral na catedral da diocese de Leiria/Fátima, pelas 15:00 horas, com o cardeal António Marto a presidir à eucaristia.

“Nesta celebração terão prioridade de participação os sacerdotes e os familiares do defunto, para se garantir as precauções de saúde pública determinadas pelas autoridades. Após a celebração, a sepultura será no cemitério das Cortes, terra natal de D. Anacleto”, escreveu a diocese, através das redes sociais.

Anacleto Oliveira, de 74 anos, morreu na sexta-feira, na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, no distrito de Beja.

Natural de Cortes, Leiria, D. Anacleto Oliveira nasceu em 17 de julho de 1946, tendo sido ordenado sacerdote em 1970 e nomeado bispo auxiliar de Lisboa em 2005.

A ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima em 2005, tendo sido nomeado bispo de Viana do Castelo em 2010 e atualmente presidia à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais na Conferência Episcopal Portuguesa, adianta a nota.

Este ano, D. Anacleto Oliveira assinalou 10 anos de bispo de Viana do Castelo e 50 de ordenação sacerdotal.

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