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Braga

Câmara de Braga abriu troço da Variante do Cávado com 1150 metros

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O primeiro troço da nova Variante do Cávado, que liga a rotunda do centro comercial Nova Arcada à zona de Dume, com 1150 metros, foi esta sexta-feira aberto pelo presidente da Câmara de Braga, Ricardo Rio.

Após ter percorrido a via, o autarca explicou que há já mais 600 metros construídos, mas que ainda estão vedados aos automobilistas dado que falta fazer o atravessamento do rio Torto, obra que se prevê arranque ainda este ano e inclua os 250 metros finais até à estação de tratamento de águas residuais em Frossos.

Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

Ricardo Rio, que estava acompanhado pelos vereadores Firmino Marques e Miguel Bandeira, e pelos autarcas das freguesias atravessadas pela variante, sublinhou que os proprietários do Nova Arcada pagaram já 400 mil euros para custear os 250 metros finais, cujo arranque está dependente de um parecer da Secretaria de Estado do Ambiente. A construção da estrada, que terá custado 3,5 milhões de euros, foi uma das contrapartidas pedidas pela Câmara para o licenciamento do centro comercial.

Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

O município – acrescentou – estuda o prolongamento posterior da Variante a Ferreiros, junto à rotunda do hipermercado Leclerc, a qual – quando concluída – contribuirá significativamente para descongestionar o nó de Ínfias.

Adiantou que a Câmara vai, também, lançar uma ligação da Variante do Cávado ao Parque Industrial de Pintancinhos, obra que pode vir a ter apoio de fundos europeus, por via de uma candidatura já apresentada e dado que se trata de uma estrada que serve empresas. A União Europeia – sublinhou – não apoia, atualmente, a construção de estradas, o que cria dificuldades aos municípios. As duas obras, as ligações a Ferreiros e ao Parque Industrial podem vir a custar oito a dez milhões de euros.

Foto: Sérgio Freitas / CM Braga

Questionado acerca da possível solução para o Nó de Ínfias, Rio sublinhou que há uma equipa a estudar o assunto, mas acentuou que há problemas relacionados com a posse dos terrenos, um dos quais corre já nos tribunais, no valor de oito milhões de euros. Apesar disso, revelou que vai promover uma reunião com a presença das Infraestruturas de Portugal, entidades da área ambiental e proprietários.

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