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Ave

Câmara assume “possibilidade de um surto” em freguesia de Vizela

Covid-19

em

Igreja de Tagilde. Foto: Divulgação / CM Vizela

Após uma funcionária da Escola Básica de Tagilde ter testado positivo à covid-19, levando ao encerramento daquele estabelecimento de ensino, a Câmara de Vizela admite a “possibilidade de um surto naquela freguesia”.


Em comunicado enviado às redações, a autarquia adianta que vai cancelar a inauguração das obras de requalificação do largo da igreja de Tagilde, que estava marcada para o próximo sábado, porque, “apesar de a situação já se encontrar a ser acompanhada e monitorizada pelas autoridades de saúde”, está “colocada a possibilidade de um surto naquela freguesia”.

‘Aqui Portugal’ e S. Bento

Já antes de tornar público o caso de covid-19 na Escola Básica de Tagilde, a Câmara de Vizela emitira um comunicado no qual apelava ao cumprimento das regras sanitárias, tendo em conta que o próximo fim de semana será de festa no concelho.

Por um lado, há a realização do programa da RTP “Aqui Portugal” e, por outro, as festividades em honra de S. Bento das Peras.

Escola encerrada em Vizela após caso positivo numa funcionária

“Assim, tendo em atenção a que no próximo fim de semana terão lugar duas iniciativas que podem gerar aglomerado de pessoas”, a Câmara apelava à população que não se deslocasse ao Parque das Termas para assistir ao programa da RTP Aqui Portugal, “sendo que os vizelenses podem fazê-lo em casa, acompanhando o programa pela televisão”; e em caso de romaria a S. Bento, “esta visita deve ser de passagem e o mais breve possível, evitando a permanência no local por períodos prolongados”.

A Câmara salienta que “a população de Vizela está de parabéns e sempre demonstrou bom desempenho e colaboração no cumprimento medidas decretadas pelas autoridades nos últimos meses, contudo, e para evitar novos surtos, apela à população vizelense para respeitar as recomendações das autoridades, em especial a prática de distanciamento social e o uso de máscara, para evitar a transmissão da doença na nossa comunidade”.

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Ave

Um ferido após despiste em Fafe. Carro ficou na iminência de tombar

Em Travassós

em

Foto: Ivo Borges / O MINHO

Uma pessoa ficou ferida na sequência de um despiste em Fafe, ao início da noite desta terça-feira. O carro esteve prestes a tombar numa pequena ravina, valendo o trabalho dos bombeiros.

O acidente ocorreu na Rua do Arieiro, em Travassós, com alerta a ser dado às 22:33. Por motivos ainda não apurados, a viatura entrou em despiste acabando por tombar num pequeno barranco que dava para outra estrada inferior.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

No local estiveram sete operacionais e duas viaturas dos Bombeiros de Fafe, uma ambulância Suporte Imediato de Vida do INEM e militares da GNR.

Fonte dos bombeiros disse que o ferido já estava fora do veículo à chegada da emergência, não sendo necessário desencarceramento.

Foto: Ivo Borges / O MINHO

A vítima foi transportada para o Hospital Senhora da Oliveira, em Guimarães, com ferimentos considerados ligeiros.

Testemunha no local disse a O MINHO que os bombeiros efetuaram “um grande trabalho” pela forma como “escoraram e estabilizaram a viatura”, impendindo que a mesma tombasse para o acesso inferior.

A GNR registou a ocorrência.

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Guimarães

Aluimento de muro faz tombar camião a um campo em Guimarães

Junto às pedreiras de Gondomar

em

Foto: António Cardoso / O MINHO

Um camião de transporte de brita tombou a um campo de cultivo, na tarde de segunda-feira, em Guimarães, provocando avultados danos na zona da cabine.

Ao que apurou O MINHO junto de testemunhas, a viatura procedia a manobras na Estrada Municipal 538, em Gondomar, em frente aos acessos da pedreira Nicolau de Macedo, explorada pelo grupo barcelense ABB, e a quem pertence a viatura, quando um muro terá aluído, provocando um deslizamento de terra e consequente tombo do camião.

Foto: António Cardoso / O MINHO

Foto: António Cardoso / O MINHO

Foto: António Cardoso / O MINHO

Fonte daquela pedreira disse a O MINHO que o muro estava já bastante danificado naquela zona, onde estava a ser feita a pavimentação da via pública.

A mesma fonte indica que o local já tinha vestígios de aluimentos anteriores, mas nada tão grave como o que aconteceu na segunda-feira.

“Felizmente, do acidente não resultou qualquer ferido, apenas danos avultados ao nível da cabine do camião”, disse a fonte.

Foto: António Cardoso / O MINHO

Foto: António Cardoso / O MINHO

Foto: António Cardoso / O MINHO

Ao que apurou o nosso jornal junto de fonte da empresa, há a possibilidade da pedreira pedir uma indemnização à Câmara Municipal, que é a gestora daquela estrada. “Estamos a avaliar essa situação”, disse.

A GNR de Guimarães esteve no local e registou a ocorrência.

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Ave

Têxtil de Famalicão cria “sweat” com gola que substitui a máscara

Covid-19

em

Foto: Divulgação

Uma têxtil de Vila Nova de Famalicão vai lançar, no outono, uma “sweat” que tem integrada uma gola de proteção, alternativa à máscara facial, com elevados níveis de filtração e respirabilidade, anunciou hoje a gerente.

Em declarações à Lusa, Márcia Oliveira sublinhou que a ideia foi criar uma “sweat” simultaneamente eficaz, funcional e atrativa.

“É um produto pensado essencialmente para o regresso às aulas. Em vez de terem de andar sempre com a máscara, os alunos terão apenas de levar a ‘sweat’, ficando o problema resolvido de uma forma ‘fashion’ e prática”, referiu.

Disse ainda que o produto se destina também às atividades de grupo, como caminhadas.

A gola ajusta-se ao rosto e, na zona frontal, agrega uma membrana de nanofibra que, segundo Márcia Oliveira, confere um nível de filtração de 99,9 por cento de todos os microorganismos e partículas perigosos presentes no ar.

Todas as peças têm acabamento antimicrobial de última geração, com efeito neutralizador de vírus envelopados, como é o caso do Sars Cov-2.

Ambas as tecnologias já foram testadas pelo Textile Research Institute, de Espanha, e pelo Institut Pasteur de Lile, na França, respetivamente.

A “sweat” estará disponível no mercado a partir do final de setembro.

O mercado nacional é o alvo imediato, mas a empresa já está a “fazer alguns contactos” com vista à exportação, designadamente para Espanha e França.

Com sede em Fradelos, Famalicão, a MO Tex – Márcia Oliveira Têxteis foi fundada há cerca de meio ano.

Pouco depois, surge a pandemia de covid-19 e a consequente crise económica e social, que obrigou muitas empresas a reinventarem-se.

“Foi o que fizemos. Nascemos com uma confeção têxtil ‘normal’ e rapidamente virámos a agulha para produtos que não estavam, obviamente, no nosso horizonte mas que passaram a ser prioritários por causa da pandemia”, explicou Márcia Oliveira.

Além da “sweat”, a MO Tex decidiu também apostar em máscaras, golas que servem que máscaras e calças de fato de treino.

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