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Região

Caixa Geral de Depósitos fecha três agências no Minho

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Balcão da Caixa Geral de Depósitos da Senhora da Agonia, em Viana do Castelo. DR

Uma “lista atualizada e revista” divulgada esta quinta-feira, que inclui 61 balcões da Caixa Geral de Depósitos (CGD), a nível nacional, indica que, no Minho, deverão encerrar “nesta fase” três agências daquele banco.


A informação avançada pela agência Lusa, mostra que as agências de Gualtar e Merelim, em Braga, e o balcão da Senhora da Agonia, em Viana do Castelo, são as três incluídas no grupo que consta de uma lista enviada pelo presidente do conselho de administração da CGD à comissão parlamentar de recapitalização e gestão do banco público, com data de 22 de março.

Agência da Caixa Geral de Depósitos, na rua 5 de Outubro, em Vila Praia de Âncora. DR

O programa de encerramento de agências da CGD, que está em curso, tem levantado várias questões em diversos concelhos, como acontece em Caminha, em relação à agência de Vila Praia de Âncora.

Notícia atualizada às 11h10: alterada a imagem de destaque.

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Braga

Braga: Investigador do INL entre os mais citados no mundo pelo 3.º ano consecutivo

Miguel Cerqueira

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Foto: Divulgação / INL

O investigador do INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, Miguel Cerqueira, do Grupo de Processamento Alimentar, foi classificado como “Investigador Altamente Citado” (Highly Cited Researcher) pelo terceiro ano consecutivo, na área de “Agricultural Sciences”.

Em comunicado, o INEL refere que esta classificação de 2020 reconhece os principais investigadores do mundo durante a última década, demonstrada pela produção de vários artigos científicos altamente citados, que se classificam entre os primeiros 1% em cada área na chamada Web of Science, de acordo com a empresa internacional Clarivate.

“Estou muito satisfeito por ter sido incluído novamente nesta lista, na qual podemos encontrar alguns dos cientistas mais influentes do mundo. Espero continuar neste caminho, ao unir a ciência alimentar à nanotecnologia, e a mostrar que o trabalho que desenvolvemos no INL pode fazer a diferença”, afirma, citado no comunicado, Miguel Cerqueira, que tem focado a sua investigação no desenvolvimento de estruturas nanométricas de base biológica para aplicações alimentares, tais como como películas e revestimentos comestíveis e biodegradáveis ​​para embalagens e encapsulamento de compostos funcionais em alimentos.

Um dos principais objetivos é, por exemplo, o de permitir a conservação de frutas e legumes sem recurso a cadeia de frio, para melhorar a qualidade e reduzir o desperdício alimentar através da aplicação de uma capa protetora, com a capacidade adicional de eliminar o vírus Sars-Cov2, responsável pela COVID-19 e, desta forma, garantir uma maior segurança aos consumidores.

O INL é uma organização intergovernamental de investigação científica com sede em Braga, a partir da qual cerca de 400 pessoas de 40 nacionalidades encontram soluções para os principais problemas da sociedade através da nanotecnologia e da nanociência.

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Braga

Homem de 44 anos ameaça adolescentes de bastão extensível em Braga

Suspeito detido pela PSP

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Foto: Ilustrativa / DR

Um homem de 44 anos foi detido por ameaçar dois adolescentes com um bastão extensível, ao final da tarde de quarta-feira, no Largo Monte D’Arcos, em Braga.

Em comunicado, a PSP relata que, pelas 18:40, foi alertada por chamada telefónica para um indivíduo que se encontrava a ameaçar uns jovens.

No local, os agentes constataram que o suspeito “havia ameaçado dois adolescentes com recurso a um bastão extensível”.

O homem foi detido e informado que posteriormente vai ser notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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Alto Minho

Caminha quer resposta “à medida” dos concelhos no nível mais alto de risco

Covid-19

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Foto: Imagem CM Caminha

O presidente da Câmara de Caminha defendeu hoje a implementação de cinco “respostas e soluções desenhadas à medida” dos concelhos que venham a integrar o nível mais elevado de risco em função da incidência da covid-19.

Em declarações hoje à agência Lusa, o socialista Miguel Alves disse compreender a eventual definição pelo Governo de patamares de risco em função da incidência da doença causada pelo SARS-Cov-2, mas exigiu que “as respostas sanitárias e as compensações económicas sejam majoradas de acordo com o mesmo critério”.

“Confirmando-se a aplicação de restrições mais gravosas para 28 concelhos que estão no vermelho, quase todos na região Norte, é absolutamente necessário que as mesmas sejam acompanhadas por medidas e soluções desenhadas à medida dessa circunstância”, sublinhou.

Para Miguel Alves, que é também presidente do Conselho Regional do Norte, “não se pode apertar o garrote à economia e à vivência comunitária desses territórios sem encontrar soluções e respostas específicas para os específicos problemas criados”.

“De acordo com os números mais recentes apresentados pela Direção-Geral da Saúde (DGS), Caminha apresenta um índice de 970 novos casos de infeção por 100 mil habitantes, estando incluído no escalão mais grave de incidência cumulativa de casos nos últimos 14 dias”, explicou.

“De acordo com as notícias mais recentes, estes números servirão de critério para o Governo aplicar medidas mais restritivas”, acrescentou.

Para responder a essas restrições, defendeu o “reforço da informação entre entidades”, afirmando ser “incompreensível que o município de Caminha não tenha acesso aos dados por freguesias, não conseguindo traçar um mapa da situação epidemiológica no seu próprio território como condição importante de eficácia no combate à doença”.

O autarca propõe também a implementação, “desde já, de respostas majoradas de apoio à restauração, ao comércio local, à cultura ou às autarquias”.

“Se estes territórios, os seus comércios ou restaurantes, tiverem três vezes mais fins de semana condicionados do que os restantes, têm de ter três vezes mais apoios, financiando campanhas de divulgação ou criando medidas novas que paguem pelo pagamento de rendas ou de despesas fixas”, sugeriu.

No futuro, defendeu também, “estes territórios devem ser discriminados positivamente na adesão a fundos para investimento em cultura, reabilitação urbana, divulgação do comércio, de modo a renovarmos a sua atratividade”.

“A própria autarquia, que sempre fará um esforço maior, deverá ter a possibilidade de aderir a planos de incremento de tesouraria mais simplificados”, observou.

Segundo o autarca de Caminha, a aplicação de mais restrições também “deve ser acompanhada de um plano intensivo de rastreamento em lares, centros de dia, unidades de cuidados continuados, centros de saúde e todas as escolas, de todos os ciclos, incluindo as profissionais”.

O socialista defendeu ainda que os autarcas dos concelhos que venham a integrar o nível mais alto de risco da doença “devem ser chamados a participar nas reuniões do Infarmed”, porque só assim podem “conhecer melhor a evolução da situação epidemiológica no país e nos territórios”, bem como podem “colocar as questões aos especialistas, contribuindo, também, para futuras decisões”.

Por fim, Miguel Alves insta à criação de “um núcleo de acompanhamento e avaliação da aplicação destas medidas no território, que não se limite a tomar nota da evolução dos números, mas que possa estar no território, perceber as fragilidades e propor soluções”.

“Esta equipa deverá apresentar relatório simplificado da situação a cada 15 dias, contribuindo para as decisões que o Governo terá de tomar”, referiu.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,3 milhões de mortos no mundo desde dezembro do ano passado, incluindo 3.632 em Portugal.

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