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Arcos de Valdevez

Cabeça e pele de javali pendurados no portão de casa em Arcos de Valdevez

GNR esteve no local

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Foto: Facebook de Julio Pintor

Partes do corpo de um javali ensanguentado foram deixadas no portão de uma habitação na freguesia de Couto, Arcos de Valdevez, durante a noite desta segunda-feira. O morador encontrou a pele e a cabeça do animal pendurados e divulgou o caso na rede social Facebook.

“Obrigado aos meus amigos que me deixaram este presente na minha casa. Agora segue a investigação da autoridade”, publicou o homem que se identifica no Facebook como Julio Pintor.

Para já, não foi apresentada qualquer queixa. Uma patrulha da GNR esteve no local e verificou tratar-se de “pele e cabeça” do javali, segundo avança o Jornal de Notícias.

No entanto, Julio Pintor não indicou razões ou suspeitas, e a GNR apenas registou a ocorrência, ficando a aguardar queixa.

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Arcos de Valdevez

Arcos de Valdevez: Câmara atribui apoio de 295 mil euros para a 2ª fase do quartel dos bombeiros

Protocolo de colaboração

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Foto: DR

A Câmara de Arcos de Valdevez informou hoje ter atribuído à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários um apoio de 250 mil euros para a segunda fase de obras no quartel, que ascende a mais de 459 mil euros.

Na nota, o município liderado por João Manuel Esteves adiantou que o apoio foi formalizado através da assinatura de um protocolo de colaboração que marcou as celebrações dos 130 anos da corporação.

A requalificação do quartel visa “melhorar e reforçar os equipamentos e condições de proteção da população e dos que visitam o concelho”.

Numa primeira fase, o município “apoiou com a elaboração da candidatura da obra a fundos comunitários e na fiscalização dos trabalhos de construção, bem como através da atribuição de um montante financeiro de 105 mil euros”.

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Arcos de Valdevez

Incentivos a jovens para compra de casa em Arcos de Valdevez em consulta pública

Objetivo de fixar população no concelho

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Foto: DR

A Câmara de Arcos de Valdevez iniciou hoje o processo de consulta pública do projeto de regulamento municipal que prevê incentivos aos jovens para aquisição de habitação, como forma de “fixar população” no concelho do Alto Minho.

De acordo com o edital de abertura do período de consulta pública, o projeto de regulamento para a concessão de incentivo fiscal à aquisição de habitação por jovens no concelho de Arcos de Valdevez prevê “a isenção total do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT)”.

“Ficam isentas do pagamento de IMT as aquisições efetuadas por jovens, de prédio ou fração autónoma de prédio urbano situado na área do município, destinado exclusivamente a habitação própria e permanente dos mesmos”, lê-se no documento, hoje consultado pela agência Lusa.

De acordo com aquele projeto, em consulta pública a partir de hoje e por um prazo de 30 dias, “podem beneficiar da isenção os jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 35 anos, ou casais jovens, sendo que um dos elementos do casal pode ter até 36 anos (inclusive) e o valor máximo da soma de idades de ambos não poderá ultrapassar 70 anos”.

O projeto de regulamento para a concessão de incentivo fiscal à aquisição de habitação por jovens no concelho foi aprovado, por unanimidade, em abril em reunião ordinária da Câmara de Arcos de Valdevez, onde o PSD tem maioria absoluta.

A medida do executivo liderado pelo social-democrata João Manuel Esteves integra “uma estratégia integrada para dinamizar o território, criar emprego, atrair investimento, gerar rendimento e contribuir para a fixação, a atração e o regresso de pessoas”.

Os apoios fiscais agora em discussão pública são justificados com a necessidade de “definir regras e critérios que permitam dotar o município de Arcos de Valdevez de um instrumento que contribua para a fixação da população jovem no concelho”.

O “apoio ao repovoamento do concelho, contemplando melhores soluções para os jovens conseguirem terrenos a preços apelativos e construírem as suas habitações ou para arrendamento” é uma das medidas do Plano de Atividades e Orçamento de Arcos de Valdevez para 2019.

O documento, aprovado em outubro do ano passado, tem um orçamento de quase 28 milhões de euros, mais um milhão do que em 2018.

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Alto Minho

Quercus congratula-se com desistência de empresa australiana da prospeção de lítio no Alto Minho

Na zona do Fojo, entre Arcos de Valdevez, Melgaço e Monção

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Operações em mina de lítio na Austrália. Foto: DR

A Quercus congratulou-se hoje com a desistência da Fortescue de prospeção de lítio na zona de Fojo, no Alto Minho, alertando que a empresa tem ainda outros pedidos de prospeção e pesquisa em Portugal que aguardam decisão.

Em comunicado, a associação ambiental defende que este projeto de prospeção e exploração de Lítio no distrito de Viana do Castelo, nos limites do Parque Nacional da Peneda-Gerês representava “uma ameaça real para a única área protegida em Portugal com esta classificação”, pelo que a sua concretização seria insustentável para o país.

Segundo aquela organização, o projeto de exploração de lítio que agora a empresa australiana Fortescue Metals Group Exploration Pty retirou previa a prospeção de depósitos de minerais (com o objetivo principal o lítio) para um polígono com 74.764 km2, inserido nos concelhos de Arcos de Valdevez, Melgaço e Monção.

O polígono de prospeção proposto abrangia o território declarado pela UNESCO como Reserva Mundial da Biosfera, extensões de área de prospeção inseridas na Reserva Agrícola Nacional e na Reserva Ecológica Nacional, território classificado como Rede Natura 2000, bem como zonas densamente povoadas e densa atividade agrícola.

Abrangia ainda os Vales do rio Minho, do rio Mouro e do rio Vez (Vale Glaciar), confinando com os limites do Parque Nacional Peneda-Gerês.

Segundo a Quercus, caso a autorização tivesse sido concedida, “estaríamos perante a destruição de um mosaico agro-silvo-pastoril de enorme relevância, a degradação de zonas de excelência e alvo de trabalhos de conservação da Natureza únicas no País, a destruição de habitats e ecossistemas de elevada importância de conservação, que contêm espécies ameaçadas, como é o caso do Lobo-ibérico e da Águia-real”.

Também as populações envolventes, refere a associação, seriam vítimas desta atividade, uma vez que seriam afetadas pela poluição do ar, da água e pela degradação dos solos, importantíssimos para o pastoreio e para a agricultura, principais sustentos e contributos para a fixação da população local.

Para além disso, sublinha-se em comunicado, o turismo rural, fator que contribui para a fixação da população e crescimento da economia local, seria também gravemente afetado e a título de exemplo, a aldeia de Sistelo, reconhecida pelo Estado Português como Paisagem Cultural de Sistelo”.

A Quercus avisa, contudo, que é importante não esquecer que a empresa mineira australiana Fortescue Metals Group Exploration Pty tem ainda outros pedidos de prospeção e pesquisa em Portugal que aguardam decisão e cujos desenvolvimentos vão ser acompanhados de perto pela associação.

Para a associação, a forma como se pretende substituir os combustíveis fósseis por baterias de iões de lítio é “insustentável” e não corresponde “às necessidades urgentes que o Planeta necessita face à gravidade das alterações climáticas que enfrenta, bem como, aos problemas de perda de biodiversidade já existentes”.

A australiana Fortescue revelou hoje que desistiu da prospeção de lítio na zona de Fojo, no Alto Minho, após uma “análise mais aprofundada” do pedido enviado à Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG).

Em resposta escrita a um pedido de esclarecimento da agência Lusa, a diretora executiva da Fortescue Metals Group, Elizabeth Gaines, explicou que “na sequência de uma análise mais aprofundada” a empresa “avançou com uma revisão das áreas requeridas e alterou uma série de pedidos de acordo com essa análise”, sem especificar as razões para essa revisão.

A responsável da Fortescue Metals Group acrescentou que a empresa “submeteu um conjunto de pedidos de prospeção e pesquisa em Portugal e acompanha atentamente a sua evolução, incluindo a participação no processo de consulta pública”.

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