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Braga

Brincadeira com empilhador em festa de anos faz um ferido grave na Póvoa de Lanhoso

Acidente

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Foto: Arquivo / O MINHO

Dois homens sofreram ferimentos, um dos quais graves, na sequência de um acidente com um empilhador, esta madrugada, na Póvoa de Lanhoso.


Ao que apurou O MINHO, as vítimas estariam numa festa de aniversário celebrada dentro de uma empresa que se encontrava fora de trabalho, na Rua Neuves Maisons, no centro da vila. Apenas colaboradores da empresa estariam na celebração.

Uma das vítimas terá ativado um empilhador e, quando o tentou conduzir, acabou por capotar, ferindo gravemente um colega. Também o condutor sofreu ferimentos.

Para o local foram acionados meios dos Bombeiros da Póvoa de Lanhoso que prestaram primeira assistência às vítimas.

A equipa médica da VMER de Braga avaliou os ferimentos e considerou um, de 45 anos, como sendo ferido “grave”. O outro envolvido no acidente sofreu ferimentos “ligeiros”.

Foram ambos transportados para o Hospital de Braga.

O alerta foi dado às 00:34, segundo fonte da Autoridade da Proteção Civil.

A GNR da Póvoa de Lanhoso registou a ocorrência.

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Braga

PS apela à Câmara para não despejar família carenciada em Vila Verde e pede obras na casa

Polémica

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Foto: Divulgação / PS Vila Verde

Uma família que reside numa habitação social em Vila Verde está em vias de ser despejada, após deliberação do tribunal. Recusavam-se a pagar renda por se queixarem de falta de obras na habitação por parte da Câmara.

O executivo PSD diz que foram esgotadas todas as tentativas possíveis para sanar o diferendo, mas a vereação PS ficou ao lado da família, apontando desleixo à autarquia por ter deixado a casa chegar a condições de quase inabitabilidade.

Em comunicado, o vereador socialista José Morais fala em “estado lastimável” da habitação, apresentando um vídeo a mostrar as condições em que a família vive.

José Morais diz que o teto da casa, em Parada de Gatim, já caiu face ao ‘peso’ da chuva, e que a família, com dois filhos menores, é forçada a colocar baldes para aparar a água quando chove.

“A Câmara deixou a casa chegar a este estado de degradação e, para cúmulo, agora, quer expulsar a família por, alegadamente, ter rendas em atraso”, denuncia o vereador e candidato à presidência de Câmara em 2017 pelo PS.

O vereador afirma que a família “pagou sempre a renda até surgirem graves problemas de humidade” e acrescenta que a “Câmara nada fez”.

“Pensem comigo: Perante este cenário quem não deixaria de pagar a renda?”, questiona José Morais, apontando dedo a Júlia Fernandes, vereadora com o pelouro da ação social, a quem acusa de “falta de humanidade”.

“É desumano deixar pessoas a viver nestas condições e nada fazer para resolver o problema. É desumano pretender pôr uma família a viver na rua, em particular nesta fase tão difícil que atravessamos”, diz José Morais, adiantando que a função dos políticos é “defender todos em geral e os mais desfavorecidos em particular”.

O vereador pede ainda ao presidente da Câmara, António Vilela, que suspenda a ordem de despejo e “ordene a execução imediata de obras nas habitações sociais”.

Câmara nega

Em declarações ao jornal Terras do Homem, a Divisão Jurídica e a Divisão de Educação e Promoção Social afirmam que “foram esgotadas todas as tentativas possíveis para sanar o diferendo”, desmentindo a versão da família.

Explica que o contrato de arrendamento foi celebrado em 2011 e que, em maio do ano seguinte, a família já se atrasava a pagar a renda, “situação que se verificou recorrentemente”.

Diz ainda a autarquia que, a partir de maio de 2016, a família deixou de pagar as rendas, alegando “a existência de problemas de humidade provocados pelo painel solar”.

Diz o Município que “mandou reparar o referido painel no mês seguinte, conforme consta da ficha de cabimento”, mas que, mesmo assim, não voltou a pagar quaisquer rendas desde esse período.

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Braga

Mais 192 casos covid no concelho de Braga. Há 1.030 pessoas em isolamento

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Braga (Arquivo)

O concelho de Braga registou mais 192 casos de infeção por covid-19 desde a passada sexta-feira, acumulando agora 2.652 desde o início da pandemia.

Estes dados, apurados por O MINHO junto de fonte local da saúde, foram atualizados às 17:30 desta terça-feira.

Não foi possível apurar o número de casos ativos, uma vez que o número atualizado de recuperados não foi divulgado.

Na semana passada, o concelho registava 1.579 casos de recuperações do SARS CoV-2 desde o início da pandemia.

Registam-se ainda 74 óbitos, número que se mantém igual desde 16 de junho.

De acordo com os dados revelados hoje, o número de pessoas em isolamento sob vigilância da autoridade de saúde é de 1.030.

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Braga

Monumento a arcebispo Diogo de Sousa será “Porta Aberta” em Braga

Cultura

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foto: DR

“Porta Aberta” é o nome da proposta vencedora do concurso de ideias para a criação de um monumento evocativo ao arcebispo D. Diogo de Sousa, a instalar na cidade de Braga, anunciou hoje o município.

Apresentada pelo gabinete de arquitetura “Sequeira Arquitetos”, a proposta pretende realçar a “porta visionária” de Diogo de Sousa, que “abriu Braga ao mundo”.

“Diogo de Sousa, ao passar por Braga, engrandeceu esta cidade. Esta porta representa toda a sua visão estratégica que, através da sua passagem por Braga, deixou obras impactantes de extrema importância, que ainda hoje marcam o ADN desta ilustre cidade”, lê-se na memória descritiva do projeto, lembrando que a porta “simboliza a diferença que cada um pode fazer ao passar num determinado local”.

Após a análise dos trabalhos, o júri do concurso atribuiu ainda duas menções honrosas às propostas apresentadas pelos arquitetos Nuno Alexandre Galamba Caeiro Martins e Ângelo Manuel Morgado Ribeiro.

O monumento será instalado no Campo da Vinha, no cruzamento entre a Rua dos Capelistas e a Rua Dr. Justino Cruz.

“Com este monumento, o município pretende evocar a figura mais importante do urbanismo bracarense de todos os tempos”, sublinha o comunicado.

O regulamento prevê a atribuição de 4 mil euros ao vencedor do concurso e mil euros para cada menção honrosa.

Diogo de Sousa foi “arcebispo e senhor” de Braga durante 27 anos, entre 1505 e 1532.

Antes, tinha sido bispo do Porto.

Na proposta que serviu de base ao lançamento do concurso de ideias, lê-se que Diogo de Sousa foi considerado “o novo fundador” de Braga, pela sua atividade pastoral, cultural, humanismo cívico e veia urbanística.

“No seu desejo de rejuvenescer e engrandecer a cidade de Braga e de a transformar numa pequena Roma, D. Diogo de Sousa comprou casas, quintais, campos e vinhas e deu início à grande transformação da cidade, abrindo e alargando praças e ruas, dentro e fora das muralhas”, acrescenta.

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