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Brasil chega a 4,5 milhões de casos e totaliza 136.532 mortos

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Foto: DR

O Brasil ultrapassou este sábado os 4,5 milhões de casos confirmados de covid-19 (4.528.240) e totaliza 136.532 mortos desde o início da pandemia, informou o Ministério da Saúde do país.


Desse total, 739 óbitos e 33.057 novos casos de infeção foram contabilizados nas últimas 24 horas, momento em que as autoridades de saúde brasileiras investigam a possível relação de 2.316 mortes com o novo coronavírus.

De acordo com o último boletim divulgado pela tutela da Saúde, a taxa de letalidade da covid-19 no país mantém-se em 3,0%, sendo que a taxa de incidência é agora de 65,0 mortes e de 2.154,8 casos por cada 100 mil habitantes.

No Brasil, país lusófono mais afetado pela pandemia, 3.820.095 de pessoas diagnosticadas já recuperaram da doença e 571.613 infetados estão sob acompanhamento médico.

No panorama mundial, o Brasil, com cerca de 212 milhões de habitantes, ocupa a segunda posição na lista de país com o maior número total de mortos e a terceira em relação ao total de casos de infeção, assim como de pacientes recuperados.

Geograficamente, os estados brasileiros com maior número de pessoas diagnosticadas com a covid-19 são São Paulo (931.673), Bahia (294.210), Minas Gerais (268.009) e Rio de Janeiro (251.261).

Tendo em conta o número de vítimas mortais, as unidades federativas mais afetadas são São Paulo (33.927), Rio de Janeiro (17.634), Ceará (8.801) e Pernambuco (8.004).

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 953.025 mortos e mais de 30,5 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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Donald Trump transportado para o hospital

Covid-19

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O Presidente americano Donald Trump será hospitalizado depois de ter testado positivo à covid-19. O anúncio foi feito pela Casa Branca, salientando que é uma “medida de precaução”.

Donald Trump deverá deixar hoje a Casa Branca de helicóptero para o Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, disse fonte oficial da Casa Branca citada pela agência AP.

De acordo com a mesma fonte, a hospitalização é por precaução e Donald Trump ficará na suíte presidencial do hospital, que está equipada para permitir que o Presidente mantenha as suas funções oficiais.

Antes, o médico da Casa Branca, Sean Conley, indicou que Donald Trump está a ser tratado com anticorpos sintéticos, um tratamento experimental considerado promissor, permanecendo “cansado, mas com “bom moral”.

Os especialistas estão a examinar o Presidente norte-americano e farão recomendações para “os próximos passos”, adiantou então o médico, acrescentando que a mulher de Trump, Melania, também infetada, apresentava “uma tosse ligeira e dor de cabeça”.

Presidente dos EUA infetado com covid-19

Esta madrugada, Donald Trump escreveu na sua página pessoal da rede social Twitter que, tal como a primeira-dama, Melania, tinha testado positivo com covid-19 e que iria ficar em quarentena, num anúncio que deixou o país em alerta e está a multiplicar reações em todo o mundo.

As ações de campanha programadas de Donald Trump vão ser mantidas de forma virtual ou adiadas, anunciou hoje a equipa de campanha do candidato republicano quando faltam 32 dias para a eleição presidencial.

(notícia atualizada às 23h39)

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Presidente dos EUA infetado com covid-19

Donald Trump

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Foto: Twitter

O Presidente dos Estados Unidos anunciou hoje que o seu teste à covid-19 foi positivo, assim como o da mulher, Melania Trump.

“Melania e eu testamos positivo para a covid-19”, escreveu Donald Trump, na rede social Twitter.

“Vamos iniciar imediatamente o nosso processo de quarentena e recuperação. Iremos passar por isto juntos”, acrescentou.

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Itália regista 2.548 novos casos no último dia, o maior número desde abril

Covid-19

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A Itália registou 2.548 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, o maior aumento de infeções desde abril e somou ainda 24 mortes, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde.

Com este último aumento, o número total de contágios subiu para 317.409 desde o início da emergência sanitária, a 21 de fevereiro, e o número de óbitos subiu também para 35.918.

Para encontrar um aumento semelhante de infeções, de 2.500 num só dia, é preciso recuar até 23 de abril, quando foram confirmados 2.646 casos.

Porém, no último dia foi atingido um recorde de 118.236 exames realizados, muito mais do que o habitual.

Atualmente, existem no país 52.647 pessoas com a covid-19, embora a grande maioria permaneça isolada em casa com sintomas leves ou sem sintomas.

Ao mesmo tempo, aumentam os internados com gravidade e são já 3.388, mais 61 do que na quarta-feira, enquanto 291 pacientes, mais 11 do que no dia anterior, estão internadas em Unidades de Cuidados Intensivos.

A região mais afetada pela pandemia no país continua a ser a Lombardia, epicentro da crise desde a origem, mas o mais notável é o aumento de casos em Vêneto, com 445 num único dia e 45 mortes.

A região de Lácio, cuja capital é Roma, com 265 contágios nas últimas 24 horas, informou que “a maioria dos casos responde à violação da ordem do uso de máscara e da distância social”.

Por isso mesmo, o conselheiro regional de Saúde, Alessio D’Amato, pediu cautela nas cerimónias e festas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de um milhão de mortos e mais de 34 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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