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Braga volta a ‘sair do armário’ em 17 de julho para a marcha LGBTQIAP+

Direitos humanos

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO / Arquivo

Está marcada para o próximo dia 17 de julho uma nova marcha pelos direitos das pessoas LGBTQIAP+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer, Intersexuais, Assexuais, Pansexuais entre outros), organizada pelo coletivo “Braga Fora do Armário”, foi hoje anunciado.

A concentração está marcada para as 17:00 horas, no Parque da Ponte, para “garantir o distanciamento físico”, de acordo com a organização. É solicitado o uso de máscara, com preferência por outra suplente, desinfetante, para além da típica “alegria” e dos “cartazes” com mensagens simbólicas.

Segundo o coletivo, esta marcha – realizada anualmente – pretende lutar pelos “direitos já consagrados das pessoas LGBT e prosseguir a reivindicação por outros direitos a conquistar, bem como desenvolver outras ações e atividades de forma a defender e a promover os direitos das pessoas LGBT”.

A Braga Fora do Armário é um coletivo de ativistas de várias proveniências, faixas etárias, com formações em diferentes áreas, diversas profissões e experiências, pode ler-se na descrição do grupo.

Têm como principal objetivo “dar visibilidade e voz a todas as identidades afetivo-sexuais não tradicionais (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis, intersexuais, assexuais, queer e pansexuais), bem como a simpatizantes, familiares, amigos e companheiros”.

Pretendem “criar condições para que esta comunidade minoritária tenha um maior apoio no seu relacionamento, combatendo o secretismo de vidas duplas”, para além de “dotar a sociedade civil de informação acerca de conceitos, noções teóricas e grelhas de leitura a respeito destas identidades, estimulando-lhes o pensamento crítico e vitalizando uma participação cívica democrática, ativa e heterogénea”.

A primeira marcha LGBT em Braga foi realizada em 2013, despontando assim uma “rede pensada na inclusão de todas as pessoas da região minhota, independentemente do sexo, orientação sexual, identidade de género, país de origem, nacionalidade, raça/etnia, afiliação religiosa, partidária ou associativa”.

Considera-se um coletivo apartidário, sem fins lucrativos, cujo funcionamento se baseia numa estrutura horizontal, ou seja, não-hierárquica. Todas as decisões têm lugar em assembleia aberta, onde cada pessoa tem direito è palavra e ao voto.

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