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Braga

Braga vai desenvolver projecto de requalificação no bairro social do Picoto

Ricardo Rio visitou o local

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O presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, visitou esta quarta-feira, o Bairro Social do Picoto respondendo ao convite lançado pela associação de moradores. Acompanhado por vários membros do Executivo Municipal, o autarca ficou a conhecer as aspirações dos residentes e as condições actuais de habitabilidade do bairro.

Resolvida a questão da propriedade do terreno, com a sua aquisição à Arquidiocese de Braga, Ricardo Rio explicou que esta visita serviu fundamentalmente para avaliar a situação de forma a encontrar soluções concretas e adequadas.

“Esta é uma situação inaceitável do ponto de vista da dignidade destas famílias e das condições em que habitam. A intervenção que aqui será feita terá que abranger as casas, mas também todo o espaço público que terá de ser totalmente qualificado e muito melhorado”, começou por explicar Ricardo Rio, sublinhando que na altura de construção do bairro “não houve o mínimo de cuidado com a dignidade das condições de habitação dos moradores”.

“Temos consciência que esta situação não pode continuar durante muito tempo. É preciso avaliar todas as questões e perceber qual a melhor solução para o Picoto”, referiu Ricardo Rio, explicando que existe a possibilidade de candidaturas a fundos comunitários com vista à elaboração de um projecto de requalificação.

Foto: Sérgio Freitas/CM Braga

Em relação às habitações, o autarca adiantou que “sempre estiveram dois cenários em cima da mesa”: um de promover o realojamento dos moradores e outro de dotar o próprio bairro de condições condignas. “Infelizmente, face ao número de famílias que aqui habitam e à falta de disponibilidade de imóveis na Cidade de Braga, não é possível promover uma estratégia alargada de realojamento. Por isso, não podemos deixar continuar esta situação e iremos trabalhar em conjunto com os técnicos municipais, com a Bragahabit e com os moradores para encontrar uma solução que seja viável”, concluiu Ricardo Rio.

Recorde-se que o Bairro Social do Picoto foi construído na década de 1990 sendo composto por 50 habitações. Actualmente, a Câmara Municipal de Braga está a finalizar o processo de aquisição dos terrenos à Arquidiocese de Braga, uma condição necessária para a apresentação de uma candidatura a fundos comunitários, tendo em vista a requalificação de todo o espaço.

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Braga

Homem morre após despiste de mota em Prado, Vila Verde

Óbito

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Foto: Funerária Gandarela

Um homem, com cerca de 60 anos, não resistiu aos ferimentos na sequência de um despiste na Estrada Nacional 205, na quinta-feira, em Vila de Prado, concelho de Vila Verde.

A mota em que a vítima seguia terá entrado em despiste acabando por embater contra um muro, junto ao cemitério daquela freguesia, ficando com vários ferimentos.

Acabou por ser transportado de urgência pelos Bombeiros de Vila Verde, dando entrada na unidade de cirurgia do Hospital de Braga, ficando depois internado na unidade de cuidados intensivos, mas não resistiu aos múltiplos ferimentos e fraturas que sofreu.

No local do acidente estiveram os Bombeiros de Vila Verde, a equipa médica da VMER de Braga e a GNR de Prado.

Ainda não há data para as cerimónias fúnebres.

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Braga

Bombeiros da Póvoa de Lanhoso sem mãos a medir após tempestade ‘surpresa’

Mau tempo

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Foto cedida a O MINHO

O mau tempo que se abateu sobre Póvoa de Lanhoso ao final da tarde de sexta-feira, ao longo de vários minutos, provocou vários estragos e inundações naquela vila, levando a que os bombeiros fossem mobilizados entre as 20:00 e as 02:00 horas, para limpar ruas e desobstruir condutas de águas pluviais, limpeza da praça principal e ainda remoção de árvores caídas.

Foto cedida a O MINHO

Os trabalhos começaram pouco depois da chegada do fenómeno de mau tempo, com várias ruas a ficarem inundadas no centro da vila povoense. Alguns estabelecimentos foram inundados levando a que os proprietários tentassem minimizar os estragos com a retirada da água.

Foto cedida a O MINHO

Recorde-se que, cerca das 19:30, a chuva intensa começou a cair em Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Cabeceiras de Basto, após um fenómeno extremo de mau tempo.

 

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Braga

Presidente do CDS reuniu com empresários da restauração de Braga

Francisco Rodrigues dos Santos

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Foto: Divulgação

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos esteve em Braga onde reuniu com a União de Restaurantes de Braga de Apoio ao Covid-19 (URBAC19) e a Associação Comercial de Braga (ACB) para avaliar o impacto negativo da crise pandémica no setor.

Para o líder do CDS-PP, “a restauração é um dos setores particularmente fustigado pela situação que atravessamos, registando perdas muito acentuadas nos últimos meses, que se debate com sérias dificuldades em manter os seus estabelecimentos de portas abertas e salvar empregos dos seus trabalhadores”.

“O CDS propõe uma estratégia, para a retoma da economia, assente na recapitalização das empresas e num quadro de baixos impostos, para que se possa captar investimento, promover atividade económica e gerar emprego”, afirma Francisco Rodrigues dos Santos.

“Entendemos que o caminho que o Governo tem seguido, de mais endividamento para as empresas com recurso a crédito e assente numa lógica de adiamento de obrigações fiscais, não pode ser mantido para futuro, por isso, propomos medidas como o alargamento do lay-off simplificado até ao final do ano, uma vez que o Governo previa que se gastasse por mês mil milhões de euros e, até agora, registam-se a peso uma execução de trezentos milhões. Estender esta medida até ao final de 2020, seria muito útil para que os empresários pudessem resistir esta crise e pagar ordenados aos seus funcionários”, declara.

Francisco Rodrigues dos Santos defende “a eliminação dos pagamentos por conta, uma vez que esses são baseados em cálculos de faturação que não têm qualquer tipo de paralelismo com os do ano 2020, onde se está a notar um arrefecimento uma paralisação muito grande da atividade económica. A duplicação do valor das linhas de crédito às empresas, sendo que uma percentagem delas deve estar consignada a fundo perdido, porque as empresas que compõem a maior parte do nosso tecido empresarial estão alavancadas em dívida e não podem contrair mais sob pena de se endividarem ao ponto de não conseguirem honrar seus compromissos, portanto é necessário que o Estado injete liquidez na economia, uma percentagem garantida por si, que seja garantida por si, que seja fundo perdido e que não agrava a situação de Tesouraria das empresas”.

“Defendemos ainda, um mecanismo de acerto de contas entre o Estado e os contribuintes, que permita a uma empresa ou um particular a quem o Estado deve dinheiro poder descontar o valor dessa dívida em impostos ou contribuições pagas ao Estado e, por último, a renovação do adiamento das obrigações fiscais até ao final do ano”, reitera o líder do CDS.

Por fim, “estas são medidas que na opinião do CDS ajudariam a revitalizar a atividade económica, aquilo que chamamos de uma vitamina CDS para salvar empregos e reativar a economia do país”.

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