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Braga

Braga vai avançar com a taxa turística de 1,5 euros

Sociedade civil convidada a pronunciar-se e a dar sugestões

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Foto: Braga Timetravel / Arquivo

A Câmara de Braga aprovou, hoje, os procedimentos para avançar com a criação da taxa turística de 1,5 euros no período de março a outubro. A oposição não se opôs mas deixou alguns reparos. Para já, o processo avança para a discussão pública.


O Partido Socialista, pela voz do vereador Artur Feio, sem colocar em causa a taxa pediu, no entanto, uma clarificação sobre a utilização das verbas que deveriam ser alocadas “para a manutenção dos espaços verdes e para a preservação ou recuperação do património”.

Já depois, aos jornalistas, Artur Feio, referiu que “pode haver alguma extemporaneidade nesta medida porque o fenómeno turístico ainda não está estabilizado”.

Já Carlos Almeida da CDU solicitou o estudo económico-financeiro que sustenta a proposta: “ainda não estamos na posse de toda a informação. Era preciso uma fundamentação mais exaustiva”.

O vereador comunista vê ainda uma contradição: “por um lado refere-se que se quer promover e investir na actividade turística mas depois quer-se combater também os efeitos da pressão causada pelo aumento de turistas”.

Taxa turística no Porto afasta jovens e estudantes de hostels da cidade

O Presidente da Câmara reconheceu “ser difícil responder aos argumentos da oposição porque
não podemos consignar as receitas a um fim concreto”. Por isso, em termos gerais, a verba
será para “a promoção da cidade, requalificação da oferta e animação turística”.

Projeto de regulamento

O projeto de Regulamento apresentado pelo vereador do Turismo, Altino Bessa, refere que “a taxa de dormida é devida pelos hóspedes, pelas dormidas remuneradas em todos os empreendimentos turísticos e estabelecimentos de alojamento local definidos na respetiva legislação, designadamente os estabelecimentos hoteleiros (hotéis, pousadas, hotéis-apartamentos); Aldeamentos turísticos; Apartamentos turísticos; Empreendimentos de turismo de habitação e de turismo no espaço rural; Alojamento local (moradia, apartamento, estabelecimentos de hospedagem, incluindo hostels bed and breakfast).

Salienta que se aplica apenas a quatro dormidas seguidas, estando isentos os menores de 16 anos, e os cidadãos que se desloquem a Braga para tratamento médico ou que sejam portadores de deficiência.

A liquïdação e a cobrança da taxa de dormida aos hóspedes é da responsabilidade das empresas.

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Braga

Barco turístico de Vieira do Minho volta a navegar

Covid-19

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Foto: Divulgação / CM Vieira do Minho

O Barco Turístico de Vieira do Minho já regressou às águas da Albufeira de Caniçada, anunciou a autarquia.


A embarcação terá, neste período, a lotação máxima de 27 pessoas, para cumprir as orientações da Direção Geral de Saúde.

Os passeios terão uma duração de 1 hora e deverão ser agendados com alguma antecedência.

O preço por cada hora de viagem será de 95€ por grupo.

De acordo com comunicado da Câmara, entre cada passeio serão reservados 30 minutos para que os grupos não se cruzem no cais e sejam efetuadas a desinfeção e a limpeza das instalações.

Para além das medidas de segurança normais, o barco tem nova sinalética e será disponibilizado desinfetante à entrada. Uso de máscara e distanciamento entre os passageiros são obrigatórios.

Os interessados podem contactar o Posto de Turismo de Vieira do Minho pelo telefone 925973100 ou através do email [email protected]

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Braga

Uber lança novo serviço de entregas disponível em Braga

‘Uber Connect’

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Foto: DR / Arquivo

A Uber lançou hoje o serviço Uber Connect, uma solução de entrega que permite aos utilizadores enviarem os mais diferentes “itens e encomendas” a quem quiserem, através de um serviço seguro e sem contacto.


“Durante esta crise, procurámos novas formas de a nossa plataforma ajudar a movimentar os bens necessários para empresas e consumidores, além de oferecer novas oportunidades de rendimento para os motoristas”, refere a Uber em comunicado, adiantando que, a partir de agora, através do Uber Connect e à distância de uma aplicação, a empresa “adaptou rapidamente a tecnologia para atender às crescentes necessidades das comunidades”.

À medida que a realidade evolui a “um ritmo acelerado”, a Uber está a desenvolver as entregas, desde um pedido de bolo de aniversário até a outro artigo, para um familiar, amigo ou colega, usando a nova aplicação, podendo o serviço ser utilizado em Lisboa, Porto, Braga, Algarve, Coimbra, Aveiro, Évora e Funchal.

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Braga

Póvoa de Lanhoso pede apoio para agricultores afetados por tempestade

Temporal destruiu culturas

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Temporal na Póvoa de Lanhoso. Foto: Paula Ferreira / Moina na Estrada (Arquivo)

O presidente da Câmara da Póvoa de Lanhoso, Avelino Silva, pediu hoje o apoio do Estado para os agricultores da região afetados pelo mau tempo, registado no fim de semana, que “devastou” as suas produções.


Em comunicado, a autarquia refere que, estando em curso um levantamento dos estragos, a Câmara da Póvoa de Lanhoso já transmitiu ao Ministério da Agricultura, tutelado por Maria do Céu Albuquerque, as preocupações da autarquia e destes produtores do concelho.

“Como é do conhecimento público, desde o dia 29 de maio que a região tem sido fustigada por ventos fortes, chuva e granizo. Estas alterações repentinas e devastadoras provocaram danos substanciais nas explorações agrícolas do concelho da Póvoa de Lanhoso, com especial incidência na vinha e na fruticultura”, sublinha a autarquia.

Acrescenta ainda que “diversos agricultores que viram as suas produções devastadas e completamente perdidas já estão identificados” e que o levantamento dos estragos que ainda está a ser realizado “será posteriormente comunicado ao Ministério da Agricultura”.

Na terça-feira, o Governo comunicou que está a avaliar os estragos decorrentes do temporal de domingo, que afetou sobretudo as regiões Norte e Centro, ponderando ainda a possibilidade de criar uma linha de crédito para apoiar os produtores.

“O Ministério da Agricultura está a avaliar no terreno os efeitos provocados pelo temporal de domingo, dia 31 de maio, que afetaram sobretudo a região Norte e a região Centro, o que vai permitir identificar os prejuízos e as culturas afetadas”, indicou, em comunicado, o Governo.

Por outro lado, estão a ser avaliadas medidas para minimizar os prejuízos, como a criação de uma linha de crédito bonificada para os produtores que registaram uma “forte quebra” provocada pelas “condições meteorológicas adversas”.

De acordo com o mesmo documento, a ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, admitiu ainda a possibilidade de utilizar uma medida de prevenção de calamidades e catástrofes naturais para apoiar investimentos “destinados a reduzir ou prevenir o impacto de catástrofes naturais, fenómenos climáticos adversos ou acontecimentos catastróficos”.

A medida em causa poderá permitir aos produtores das duas regiões instalar equipamentos como redes antigranizo, apontou.

Maria do Céu Albuquerque lembrou ainda que está agendada para 16 de junho uma reunião da comissão de acompanhamento do sistema dos seguros agrícolas, na qual está prevista a análise destas situações.

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