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Braga

Braga: TUB contraem empréstimo de dez milhões para a compra de 32 autocarros

Transportes públicos

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Foto: Divulgação

Os TUB — Transportes Urbanos de Braga vão lançar uma Consulta Prévia para financiamento bancário no valor de até 10 milhões de euros para a aquisição de sete autocarros elétricos e 25 a gás natural no âmbito do POSEUR — Programa Operacional da Sustentabilidade e Eficiência do Uso dos Recursos.

A proposta de autorização, que é debatida esta segunda-feira em reunião de Câmara – seguindo, se for aprovada para a Assembleia Municipal – prevê a contratação do financiamento pelo prazo de 144 meses, com isenção de comissões inerentes à operação”.

Os peritos da sociedade contabilística dos TUB entendem – em parecer entregue no processo – que a projetada “aquisição dos 32 autocarros se insere no quadro de sãos propósitos de gestão, refletindo uma correta avaliação dos interesses da empresa e das preocupações ambientais, e que a forma de financiamento pretendida é adequada ao investimento em causa, afigurando-se-nos que os termos impostos no caderno de encargos se ajustam às condições de mercado”.

A reunião pública do executivo municipal, que será presidida por Sameiro Araújo dada a ausência em Bruxelas de Ricardo Rio (na semana europeia das regiões do respetivo Comité) tem lugar esta segunda-feira, pelas 09:30, no salão nobre dos Paços do Concelho.

Em análise estão, entre outros assuntos, o regulamento do Concurso Municipal de Fotografia, a aquisição de serviços de nadadores-salvadores; contratos interadministrativos de delegação de competências e propostas de apoios financeiros a diversas entidades.

A ordem de trabalhos desta reunião, bem como a ata da reunião anterior, está disponível para consulta.

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Braga

Cães errantes atacam trabalhadora e matam ovelhas em Braga

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Uma trabalhadora de uma empresa, em Navarra, Braga, terá sido atacada, esta manhã, por uma matilha de cães errantes que se desloca pelo lado nordeste do concelho, apurou O MINHO junto de fonte dos bombeiros.

Ao final da tarde, ovelhas e patos caíram numa vala depois de terem sido atacados por, ao que tudo indica, a mesma matilha, já na freguesia vizinha de Crespos, havendo necessidade de resgate em grande ângulo por parte dos bombeiros, conforme apurou O MINHO no local.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Eram cerca das 17:00 da tarde desta quinta-feira quando proprietários de um rebanho de ovelhas, na Rua Bouça do Couço, freguesia de Crespos, alertou as autoridades para a queda deste numa vala com quatro metros de profundidade, depois de a matilha de cães ter perseguido os animais.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Quatro das ovelhas do rebanho estavam já mortas, uma gravemente ferida e 15 com algumas escoriações, mas estáveis. Foram todas resgatadas da vala, assim como três patos que também fugiram dos canídeos.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Braga com sete bombeiros e duas viaturas. O presidente da Junta de Crespos disse, ao Jornal de Notícias, que os cães já estão sinalizados há algum tempo e que já foi feita uma denúncia à AGERE, empresa municipal responsável pela recolha de animais errantes para que sejam transportados para o canil.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

A GNR de Braga registou a ocorrência.

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Braga

Semana da Inclusão assinalada em Braga com 33 atividades

Responsabilidade social

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Foto: DR / Arquivo

A 4.ª edição da Semana para a Inclusão, de 25 a 03 de dezembro, vai ser assinalada em Braga com exposições, tertúlias, visitas acessíveis, livros, música e uma “conversa” sobre a sexualidade na deficiência, num total de 33 atividades.

Apresentado, esta quinta-feira, o programa, desenvolvido pela Biblioteca Lúcio Craveiro (BLC) em parceria com mais 17 associações da cidade, pretende “sensibilizar a comunidade” para a obrigação de “incluir e integrar” o cidadão com necessidades especiais.

Segundo a diretora da biblioteca, Aida Alves, o objetivo é promover o trabalho em rede depois de muitas das instituições terem percebido que “trabalham muito sobre a sua própria missão e o seu plano de atividades em vez de haver um cruzamento entre si”.

Aida Alves salientou que “a biblioteca tem-se vindo a posicionar naquele que é o seu papel de mediador e que tem a obrigação de difundir informação e gerar conhecimento”.

No total, durante aquela semana vão ser desenvolvidas 33 atividades: seis exposições, três tertúlias, duas visitas acessíveis, quatro apresentações de livros e uma revista, um recital de poesia, cinco ações de sensibilização e formação, sete oficinas e workshops e sete espetáculos de teatro dança e música.

A salientar do programa é a conversa sobre a sexualidade na deficiência: “Uma lacuna nos direitos das pessoas com deficiência e um tema tabu que deve ser esclarecido”, explica a organização.

A 25 de Novembro, portadores de trissomia 21 e outros síndromes ou deficiências vão transformar a BLC numa cozinha improvisada para um Downcooking – Estrelas na cozinha e showcooking.

Dia 26, a destacar a apresentação da peça “Mulheres”, um trabalho da Academia de Teatro do TIN.Bra: “Uma peça que tem um impacto reflexivo muito grande em quem vem assistir e tem que ver com a condição da mulher”, explicou a diretora.

A referir ainda a realização das visitas acessíveis, a 29 de novembro, com o objetivo “melhorar a experiência turística dos visitantes com necessidades específicas”, sendo que os participantes vão ter informação turística e cultural em áudio, imagem e legenda.

Será ainda assinado um protocolo entre a BLC e a ACARE, ADOC, AIA e APCB.

“Cada uma das entidades tem comunidades diferentes e nós propomo-nos a desenvolver com eles o compromisso de continuar a trabalhar para dar resposta às necessidades umas da outras. Eles poderão contar com a biblioteca para várias atividades”, concluiu Aida Alves.

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Braga

Programa de habitação de Braga quer incentivar a requalificação de imóveis privados

Programa Nacional de Apoio ao Acesso à Habitação

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Foto: O MINHO (Arquivo)

A câmara de Braga quer incentivar a requalificação de imóveis privados usando o Programa Local de Habitação (PLH), pretendendo candidatar-se ao financiamento do “1.º Direito” – Programa Nacional de Apoio ao Acesso à Habitação.

Segundo informação veiculada hoje pela autarquia à Lusa, com o PLH, a câmara “passará a dispor de uma ferramenta programática de caráter estratégico, passível de vir a ser enquadrada com a estratégia municipal de planeamento, ordenamento e reabilitação urbana”, que terá em conta o “aumento de 10% da população em seis anos”.

O PLH de Braga vai desenvolver-se em duas fases: uma primeira de diagnóstico (a decorrer até final do primeiro trimestre de 2020) e a segunda consistirá na apresentação de um plano pormenorizado, com as iniciativas a serem desenvolvidas nesta área.

“Temos de ser criativos e capazes de responder às novas necessidades da população. Este Programa será um documento muito importante para que o município possa reforçar a sua política de apoio à habitação”, referiu quarta-feira, o presidente da autarquia na apresentação do programa, Ricardo Rio.

O autarca destacou que, com este programa, “vai ser possível conhecer ao pormenor a realidade local e as suas necessidades habitacionais, de forma a desenvolver estratégias concretas para responder aos desafios que esta área coloca”.

Um dos vetores do programa é o incentivo à requalificação de imóveis por iniciativa privada: “Os proprietários privados da cidade também vão poder recorrer a incentivos com o objetivo de requalificarem os seus imóveis e de os colocarem no mercado de arrendamento”, afirma a autarquia.

Além da candidatura ao programa “1.º Direito”, o (PLH) servirá como ferramenta para outros instrumentos de política de habitação que apoiam na resolução das carências habitacionais previstos na Nova Geração de Políticas de Habitação (NGPH), como o Porta de Entrada – Programa de Apoio ao Alojamento Urgente, Porta 65 – Jovem, IFRRU 2020, Casa Eficiente 2020, entre outros.

A autarquia desafia ainda os munícipes a “reportar e identificar situações de vulnerabilidade” através do seu portal da Internet, onde podem contribuir para um “diagnóstico mais aprofundado, reportando e identificando situações de habitação indigna, quer estas respeitem ao próprio cidadão ou agregado familiar a que pertence, quer a outros cidadãos ou agregados que eventualmente tenha conhecimento”

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