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I Liga

Braga tenta manter-se no topo frente ao Sporting e Vitória visita o Boavista

2.ª jornada da I Liga

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Foto: DR/Arquivo

Sporting e SC Braga protagonizam hoje o jogo grande mais da segunda jornada da I Liga de futebol, com os ‘leões’ a procurar o primeiro triunfo e os ‘arsenalistas’ o pleno de vitórias, para se manterem no topo. O Vitória SC visita o Boavista.

Depois do empate 1-1 na visita ao Marítimo, o Sporting estreia-se ante os seus adeptos frente à equipa agora treinada por um seu antigo ídolo, Sá Pinto, que começou com triunfo sobre o Moreirense, por 3-1.

O Boavista também persegue os seis pontos, numa deslocação tradicionalmente muito difícil para os ‘axadrezados’, ao terreno do Vitória SC, que se estreia no campeonato depois de ter sido adiado o seu jogo ronda inaugural devido a problemas estruturais numa bancada do estádio do Rio Ave.

Paços de Ferreira e Santa Clara jogam entre si em busca dos primeiros pontos, tal com o Desportivo das Aves, que recebe o Marítimo.

No sábado, o Benfica venceu por 2-0 na visita ao Belenenses SAD e manteve-se no topo da classificação, enquanto o FC Porto averbou a primeira vitória, ao golear o Vitória de Setúbal, por 4-0, após a entrada em falso com desaire 2-1 em Barcelos. ‘Águias’ e ‘dragões’ jogam na Luz na próxima jornada.

Programa da segunda jornada:

– Sexta-feira, 16 ago:

Famalicão – Rio Ave, 1-0.

– Sábado, 17 ago:

Moreirense – Gil Vicente, 3-0.

Belenenses SAD – Benfica, 0-2.

FC Porto – Vitória de Setúbal, 4-0.

– Domingo, 18 ago:

Paços de Ferreira – Santa Clara, 16:00

Desportivo das Aves – Marítimo, 16:00

Vitória SC – Boavista, 18:30

Sporting – SC Braga, 21:00

– Segunda-feira, 19 ago:

Tondela – Portimonense, 20:15

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Futebol

“Vamos tentar fazer 31 pontos na segunda volta”

Declarações após o Famalicão-Marítimo (1-1)

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores do Famalicão e do Marítimo no final do encontro da 17.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– João Pedro Sousa (treinador do Famalicão): “O Marítimo é uma equipa muito forte, com um processo ofensivo com muita qualidade, com um bom guarda-redes, que dificulta a pressão alta que queríamos fazer, uma vez que consegue vascular o jogo com facilidade. No processo defensivo também é uma equipa muito forte.

Contudo, conseguimos ser competentes para chegar com bola aos nossos médios. Na primeira parte, tivemos várias oportunidades para lá chegar. Fomos previsíveis e algo lentos, falhámos alguns passes e não chegámos com a qualidade que pretendíamos para as zonas de finalização.

Na segunda parte fomos melhores e dominámos o Marítimo. Fomos muito pressionantes com e sem bola, mas com algum azar não empatámos. No último lance fomos felizes, mas o último é igual ao primeiro. Acabámos por empatar e foi um justo prémio para nós.

Vamos tentar fazer 31 pontos na segunda volta. Como profissionais, num clube como o Famalicão, só podemos pensar desta forma: fizemos jogos contra todas as equipas da primeira divisão e não podemos olhar para trás. O jogo acabou e está tudo no balneário triste. Ninguém pode falar em acabar no oitavo lugar, isso não nos passa pela cabeça. Se fomos capazes de fazer 31 pontos na primeira volta, sabemos que é complicado, que há equipas com outros recursos, mas vamos lutar por objetivos altos e pelos mesmos 31 pontos. Não vamos baixar a fasquia, trabalhamos numa casa que nos exige vitórias e sucesso”.

– José Gomes (treinador do Marítimo): “Foi um jogo repartido, com o Famalicão a ter mais tempo a controlar o jogo, mas os meus jogadores foram cumpridores naquilo que era o nosso plano de jogo, a parar aquilo que eles fazem neste campeonato. Normalmente, nestas situações, o foco vai para aquilo que o Famalicão não fez bem, mas a questão é porque é que não conseguiu fazer o que costuma fazer.

Todos os maritimistas antes do jogo comprariam o empate. Depois do jogo fica o sabor de perda de dois pontos. Jogámos contra uma equipa muito bem organizada e que não está no terceiro lugar por acaso. Defensivamente fomos cumpridores e conseguimos anular o jogo ofensivo do Famalicão. Foi pena este lance no fim que deu o golo.

Desde que cá estou, só perdemos o primeiro jogo. Por isso, atendendo ao registo desta época, podemos considerar positivo. A tendência é melhorar e que a equipa suba o nível”.

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Futebol

“Dividiu-se o mal pelas aldeias”

17.ª jornada da Liga

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Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Declarações dos treinadores após o jogo Paços de Ferreira – Gil Vicente, que terminou empatada (0-0), da 17.ª jornada da I Liga de futebol:

– Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “Foi um jogo muito difícil. Houve uma guerra tremenda pelos pontos. O jogo nem sempre foi bem jogado, mas foi emotivo. Estava-se a adivinhar um golo para qualquer um dos lados e, quem marcasse, ficava mais perto de ganhar.

Não houve muitas oportunidades, lembro-me de duas bolas na barra, também tivemos as nossas oportunidades, mas seria penalizante a derrota para qualquer uma das equipas. Mas, também, nenhuma delas merecia vencer. Dividiu-se o mal pelas aldeias. Conseguimos ganhar um ponto e o resultado está de acordo com o que as equipas produziram”.

– Pepa (treinador do Paços de Ferreira): “Tornou-se um jogo difícil e complicado. Tentámos na primeira parte ter mais bola e ligar os setores, mas uma equipa quando está baixa, de frente para o jogo e à espera do erro, torna-se fácil identificar as referências de pressão. Sentimos isso, o que deu azo às transições do Gil, mas a entrada foi positiva da nossa parte. Optámos depois por um jogo diferente, mais combativo e direto, o terreno assim exigia. Conseguimos várias oportunidades, mas não fizemos golo.

Estamos sempre mais próximos de ganhar quando não sofremos e nesse aspeto temos crescido muito. Quatro jogos seguidos sem sofrer é algo de valorizar, e muito”.

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Futebol

Gil Vicente empata fora e não perde há quatro jogos

17.ª jornada da I Liga

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Foto: Facebook de Gil Vicente FC

O Gil Vicente FC empatou, este domingo, no terreno do Paços de Ferreira, por 0-0, em jogo da 17.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

O Paços teve mais bola e iniciativa, terminando o jogo junto à área contrária, mas o Gil Vicente foi forte a defender e nunca deixou de explorar as transições, pelo que o empate premeia a vitória das defesas sobre os ataques.

Com este empate, o terceiro no histórico de confrontos entre as duas equipas na Capital do Móvel para o principal campeonato, o Paços isolou-se no 15.º lugar, com 16 pontos, enquanto o Gil Vicente é oitavo, com os mesmos 22 pontos do Vitória de Setúbal, que é nono.

Na antevisão ao jogo, Pepa tinha revelado o desejo do Paços de concluir a primeira volta com 18 pontos e a equipa entrou determinada a consegui-lo, jogando em velocidade e no último terço, remetendo o Gil à sua defesa.

As ações de Adriano Castanheira, aos três minutos, e João Amaral e Tanque a seguir, aos 13, com lances de finalização próximos da área de Denis, concorreram para explicar esta entrada forte no jogo dos locais, mas os gilistas souberam resistiram e, aos poucos, começaram a ter bola e a explorar as transições.

A formação de Barcelos domina os princípios básicos do jogo, não se sentindo desconfortável sem bola e consegue explorar bem as transições, quase sempre com Lourency em plano de evidência.

O extremo brasileiro trabalhou bem na esquerda aos 24 minutos e serviu o apagado Kraev, ao meio, mas o remate colocado e em jeito foi segurado por Ricardo Ribeiro, que, aos 36, ainda viu Sandro Lima passar por si, mas, para felicidade do Paços, rematou já com pouco ângulo e ao lado.

O Gil atacava menos, mas conseguia nesta fase ser mais perigoso, mas, perto do intervalo, numa das raras vezes em que o Paços conseguiu apanhar desprevenida defesa gilista, Hélder Ferreira cruzou atrasado da esquerda e Adriano Castanheira rematou às malhas laterais.

O segundo tempo acentuou-se a pressão e o domínio dos locais, destacando-se os dois remates aos ferros da baliza de Denis, protagonizados na sequência de lances de bola parada por Maracás (aos 59) e Tanque (71).

Até final, o Paços, sempre mais em esforço, conseguiu encostar o adversário à sua grande área, mas a defesa do Gil Vicente, como quase sempre aconteceu no jogo, acabou por resolver as situações e segurar um empate que acaba por se justificar.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio Capital do Móvel, em Paços de Ferreira.

Paços de Ferreira – Gil Vicente, 0-0.

Equipas:

– Paços de Ferreira: Ricardo Ribeiro, Jorge Silva, Marco Baixinho, Maracás, Oleg, Stephen Eustáquio (Diaby, 61), Pedrinho, Adriano Castanheira, João Amaral (Welthon, 69), Hélder Ferreira (Uilton, 84) e Douglas Tanque.

(Suplentes: Simão Bertelli, Bruno Teles, Diaby, Vasco Rocha, Uilton, Murilo e Welthon).

Treinador: Pepa.

– Gil Vicente: Denis, Fernando Fonseca, Rodrigão, Rúben Fernandes, Henrique Gomes, Soares, Kraev (Baraye, 62), Claude Gonçalves, Naidji (Romário Baldé, 70), Sandro Lima e Lourency (João Afonso, 75).

(Suplentes: Wellington, Edwin Vente, João Afonso, Arthur Henrique, Ahmed Isaiah, Baraye e Romário Baldé).

Treinador: Vítor Oliveira.

Árbitro: Manuel Mota (AF Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Maracás (24) e Claude Gonçalves (72).

Assistência: 2.711 espetadores.

(notícia atualizada às 17h45)

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