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Braga

Braga: Recife é a maior empresa portuguesa de peças usadas de automóveis

Com sede em Braga, tem mais três centros, em Viana do Castelo, Chaves e Vila Real

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Foto: Joaquim Gomes / O MINHO

A maior empresa de peças usadas de veículos do país, a Recife, está sediada em Braga e tem mais três centros, em Viana, Chaves e Vila Real, a fim de ir ao encontro dos clientes nas regiões do Minho e de Trás-os-Montes, segundo disseram a O MINHO responsáveis.

Uma das vantagens, ainda segundo os administradores, é que a Recife procede à emissão do certificado, transporte do veículo, e entrega da documentação relativa ao cancelamento de matrícula junto da entidade competente (IMTT), tudo sem qualquer custo ou encargo.

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Esta empresa surgiu no seio da Valorcar – Sociedade Gestora de Veículos em Fim de Vida, “sendo orientada por elevados padrões de ética, profissionalismo e transparência de processos”, destacando-se nos últimos anos pela exportação de peças para todos os países, uma vez que temos um stock alargado de peças de várias marcas e modelos automóveis”.

Segundo os seus responsáveis, “o nosso objetivo é corresponder à necessidade absoluta de dar um fim a um resíduo perigoso de acordo com as regras de uma Europa vanguardista nas questões do ambiente e é neste clima de rigor, preocupação social e ambiental que a Recife se vocaciona diretamente para o Desmantelamento de Veículos em Fim de Vida”.

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

“A Recife está no mercado com o espírito de fazer, e fazer bem, não se ficando por uma cidade, ou pela comodidade de um espaço físico concreto, antes pelo contrário, está implantada com quatro centros de desmantelamento, Braga, Viana do Castelo, Chaves e Vila Real, sendo assim e cada vez mais uma referência nacional dentro da atividade que desenvolve, o desmantelar de veículos, promovendo e preservando o ambiente”, além de ter permitido, com o seu multifacetado stock de peças, permitir a reparação de milhares de viaturas, o que caso contrario nunca seria possível, pelos preços mais altos das peças e dos acessórios dos automóveis, mas também porque muitas já não existem no mercado.

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

Foto: Joaquim Gomes/O MINHO

“Somos um parceiro privilegiado, técnica e legalmente acreditado e queremos estar perto de si para resolver um problema de todos e de cada um”, é o lema da empresa Recife, cuja sede se situa em Sobreposta, em Braga, nas imediações traseiras do Santuário do Sameiro, sendo que além do intercâmbio de peças em relação aos seus outros três centros, também fornece peças e acessórios a empresas de todo o país, dado o seu grande número de carros.

A Recife exporta para todo o mundo, com destaque para a Europa e os países africanos de expressão portuguesa, em função do número e ainda diversidade de peças e acessórios.

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Braga

Braga Romana já tem datas

Já estão abertas as candidaturas para o Mercado Romano

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Foto: Divulgação/CM Braga

A organização da Braga Romana já divulgou as datas da 16.ª edição do evento. A cidade vai reviver a época da Bracara Augusta durante cinco dias, entre 22 e 26 de maio.

Já estão abertas, até 08 de março, as candidaturas para o Mercado Romano, que obedecem a requisitos e critérios inerentes a esta recriação histórica.

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Foto: CM Braga

Podem candidatar-se artesãos, mercadores e místicos assim como propostas para as iguarias da área alimentar.

O Evento tem o propósito de comemorar os primeiros tempos de vida daquela que foi a “Opulenta Cidade Bracara de Augustus”.

As últimas edições atraíram cerca de 500 mil visitantes, e a organização quer afirmar a Braga Romana como “marca para o futuro”.

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Braga

Homem detido por assalto a estabelecimento comercial em Braga

O suspeito foi apanhado ainda no interior do estabelecimento

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Foto: DR

A PSP deteve, na madrugada de domingo, um homem de 30 anos por furto num estabelecimento comercial de Braga, anunciou hoje aquela força.

O suspeito foi apanhado ainda no interior do estabelecimento, tendo um outro indivíduo conseguido pôr-se em fuga.

Para acederem ao interior do estabelecimento, arrombaram a fechadura com uma chave de fendas.

O detido vai ser presente no Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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Braga

Braga recebe primeira Convenção de Dança em Portugal

Evento vai decorrer no Altice Forum Braga

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Na cidade onde se destaca a jovem bailarina Carolina Costa, Casey Herd, Daniel Cardoso e Francisca Marques são nomes em destaque. Foto: Arquivo

A cidade de Braga vai receber a primeira Convenção de Dança em Portugal, a “Viva Dança”, no dia 28 de abril, com a organização a prometer ‘workshops’, competições e a presença de “artistas reconhecidos mundialmente”.

Apresentada hoje em conferência de imprensa, a convenção, que vai decorrer no Fórum Braga, entre as 09:00 e as 18:00, reúne no Minho nomes como Casey Herd, Daniel Cardoso e Francisca Marques, pretendendo “atrair pessoas e bailarinos”.

“Dentro dos ‘workshops’ as pessoas podem esperar artistas reconhecidos mundialmente como Casey Herd, uma das principais figuras do ballet holandês, Daniel Cardoso, diretor artístico do Quorum Ballet, que é uma instituição incrível de Portugal, Francisca Marques, vencedora do programa Let’s Dance. Ainda, Menina Fortunato, dançarina de Beyoncé [e] Britney Spears, entre outros artistas”, destacou o diretor de comunicação do Viva Dança, Bruno Vieira.

Do lado da autarquia, a vereadora do Desporto, Sameiro Araújo, destacou a “muito boa posição” de Braga no mundo da dança, apontando, além do Viva Dança, o facto de a cidade ser também anfitriã das finais do Campeonato do Mundo de Dança, em junho e julho.

Também para o Fórum Braga o evento assume uma “particular importância”, como referiu o administrador executivo daquele equipamento municipal, Carlos Silva: “Queremos que Dança Viva consiga atrair pessoas e bailarinos com vontade de conhecer e recolher formação”, apontou.

Como salientou, “vão estar em Braga alguns dos mais qualificados artistas em algumas áreas e o público poderá também assistir a demonstrações de grandes academias, no palco principal”.

O “Viva Dança” é ainda, disse, “uma oportunidade para as pessoas participarem num grande evento”.

A convenção vai contar ainda com ‘stands’ da área da saúde, venda de produtos ligados à dança e uma competição de dança em grupo.

As inscrições para os ‘workshops’ têm um custo de oito euros e os bilhetes para o “Viva Dança” já estão disponíveis, também com o preço de oito euros.

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