Seguir o O MINHO

Braga

Braga recebe 2.º Forum Nacional sobre “stalking”

É o quarto crime mais recorrente em Portugal

em

Foto: DR

O crime de stalking foi, em 2018, o quarto a registar mais vítimas em Portugal. O stalking, ou assédio persistente, está criminalmente inscrito no Código Penal desde 2015.

A constatação é da Associação Portuguesa de Apoio à Vitima (APAV) que, a propósito do Forum Nacional sobre o tema que decorre em Braga a 10 de março, lembra “os atuais alarmantes índices de violência (seja ela de género, doméstica, no namoro, bullying… e também stalking)”.

O Forum, que debate o tema “Stalking e a violência nas relações de intimidade”, é organizado pelo Núcleo Rotary de Desenvolvimento Comunitário Rota Solidária (NRDC-RS), apadrinhado pelo clube Rotary Braga Norte, decorrendo na Aula Magna da Universidade Católica de Braga.

Os dados estatísticos – diz a organização – “mostram-nos a pertinência de juntar profissionais de várias áreas que lidam com vitimas e agressores – e refletir sobre a forma como vivemos as nossas relações de intimidade (que podem ou não levar-nos a ser mais vulneráveis e/ou violentos com os outros.)”.

O 2º Forum Nacional – acrescentam os promotores – “coloca o foco na Prevenção e quer pensar nas causas e consequências destas expressões de violência cada vez com mais impacto na sociedade e em cada um de nós”.

O Núcleo Rotary havia já organizado um primeiro Forum, sobre o mesmo tema, o qual esgotou a aula magna da Universidade Católica com mais de 400 pessoas.

Principais tópicos e oradores

O tema será exposto num formato totalmente aberto ao publico, onde o diálogo sobre a problemática do stalking passará pela sua definição, por saber como atuar na situação, refletir como se relaciona com a forma como vivemos as nossas relações de intimidade e compreender qual o impacto destes fenómenos de violência na nossa sociedade”

Os oradores serão: Antonio Manuel Ribeiro, autor do 1º livro autobiográfico sobre stalking, em Portugal, fundador e vocalista dos UHF; Carlos Alves – Inspector-chefe da PJ de Braga; Prof. Doutor Júlio Machado Vaz, Psiquiatra e escritor; Prof.ª Doutora Maria Veiga Branco, investigadora de Inteligência e Competência Emocional: Prof. Doutora Marlene Matos, coordenadora do Grupo de investigação sobre stalking em Portugal; Dra Marta Mendes, da APAV | Gestora do GAV de Braga; Paulo Duarte, padre jesuíta e escritor; Teresa Raquel Pinho, Psicóloga clínica, Moderadora do fórum e Tito de Morais, fundador do Projecto MiudosSegurosNa.Net.

Anúncio

Braga

Covid-19: Bombeiro dos Sapadores de Braga com teste positivo

Covid-19

em

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO (Arquivo)

Um elemento da Companhia de Bombeiros de Sapadores de Braga acusou positivo no teste de despistagem à Covid-19, apurou O MINHO junto de fonte da corporação.

O elemento em questão fez um transporte de um doente covid positivo no passado dia 17 de março, levando a que efetuasse o teste de despistagem, que acusou positivo.

O elemento faz parte de um turno de 22 elementos, onde alguns dos bombeiros apresentam sintomas do novo coronavírus.

O MINHO sabe que os elementos que permanecem fora de quarentena têm de assegurar o turno dos elementos que contactaram com o bombeiro infetado, levando a um receio de sobrecarga de trabalho por parte destes profissionais.

(Notícia atualizada às 00h29)

Continuar a ler

Braga

Há uma nova linha de apoio Covid-19 para utentes de Braga

Covid-19

em

Foto: DR / Arquivo

Os utentes do ACES do concelho de Braga passam a ter uma nova linha telefónica e três Áreas Dedicadas Covid-19 (ADC) a funcionar diariamente, das 08:00 às 20:00 horas, de forma a não incentivar o contacto presencial, anunciou o agrupamento de centros de saúde.

Para além da Linha SNS24 (808 24 24 24) já existente, surge agora a Linha COVID Braga (220 411 194), com atendimento feito por parte de especialistas em medicina geral e familiar do ACES de Braga.

Para além do número, a ACES Braga conta com ADC (para atender casos suspeitos de Covid-19) em Infias, na Rua Padre António, n.º 7 (253 201 580), em Maximinos, no Largo Paulo Orósio (253 209 230) e em Carandá, na Praça Cândido Costa Pires (253 201 510).

Continuar a ler

Braga

Utente da AAPACDM de Braga em estado crítico. 40 utentes ficam fechados 14 dias nos lares

Covid-19

em

Foto: Divulgação

Um utente e uma funcionária do lar da APPACDM de Lomar, em Braga, acusaram positivo nos testes de despistagem ao nova coronavírus, disse a O MINHO fonte da instituição.

Há um outro utente com sintomas e que já fez o teste, mas ainda não há resultado. O resultado será quarentena obrigatória para 40 utentes e sete funcionários, dentro de três lares.

Utente e funcionária da APPACDM de Braga infetados. Lares entram em quarentena

Segundo António Melo, presidente da direção da APPACDM de Braga, os lares de Lomar, São Lázaro e Gualtar vão entrar em quarentena obrigatória a partir desta noite, com cerca de 40 jovens e sete funcionários a permanecerem dentro das instalações durante os próximos 14 dias.

O responsável explica que o jovem infetado pertencia ao Centro de Atividades Ocupacionais mas não frequentava a instituição desde 13 de março, nem nunca frequentou o lar residencial.  Quanto à funcionária infetada, o diretor explica que a infeção pode não ter sido contraída no lar.

Os restantes utentes e funcionários vão ser sujeitos ao teste de despistagem da doença, que devem ser conhecidos nos próximos dias, enquanto permanecem em quarentena dentro dos lares.

António Melo disse que cada utente será confinado a um quarto e será servido por uma funcionária, de modo a evitar múltiplos contactos.

“É uma situação muito difícil de gerir porque vários jovens têm doenças do foro mental e não vão querer estar confinados o dia todo num quarto”, alertou o responsável a O MINHO.

Em declarações ao Correio do Minho, a diretora-téncnica da APPACDM de Lomar revelou que o homem infetado, de 44 anos, estará em estado crítico, e já possui histórico de problemas respiratórios.

Queixas de funcionários

Alguns trabalhadores do organismo apontam críticas à direção por não ter tomado medidas anteriores, mas António Melo refuta-as, indicando que está a proceder conforme as determinações das autoridades de saúde.

Há ainda queixas de que existem ameaças para com os funcionários para que estes trabalhem, acusação também negada pelo diretor.

Sobre a ausência de apoio médico, António Melo explica que o enfermeiro habitual está a trabalhar no Hospital de Famalicão, que acresce o risco de contaminar os utentes, face a essa exposição.

O responsável reforça ainda que cada jovem está em quarto individual e isolado, por determinação da saúde pública.

Continuar a ler

Populares