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GNR aperta cerco à droga em café de Vieira do Minho

Operação antidroga

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Foto: Arquivo

Militares do Núcleo de Investigação Criminal do destacamento da Póvoa de Lanhoso efetuaram uma operação antidroga durante a noite de sábado para domingo, centradas num estabelecimento em Vieira do Minho.

As buscas decorreram na Avenida Barjona de Freitas, naquela vila, e decorreram no seguimento de uma investigação a um grupo conotado com tráfico de drogas duras, como dá conta o jornal SOL.

Esta operação passou por outros dois locais do concelho de Vieira do Minho, nomeadamente nas freguesias de Mosteiro e Cabine.

Durante este domingo, a GNR deverá emitir um comunicado dando conta dos resultados da operação.

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Braga

Idosa resgatada após dois dias a vaguear em Braga já teve alta e está bem de saúde

Dois dias e duas noites a vaguear ao relento

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Maria da Conceição, 83 anos, casada, estava encharcada com a chuva e não falava com ninguém, quando foi encontrada por Carlos Salgado, um popular, já no concelho de Guimarães, em São Clemente de Sande, perto da Capela da Senhora da Saúde, a cerca de três quilómetros do lugar da Naia, em Morreira, Braga, onde reside.

A mulher passou este sábado desde a hora em que foi encontrada (às 10:30) em Observações no Hospital de Braga, tendo já recebido alta hospitalar e encontrando-se bem de saúde. Anteriormente, passou dois dias e duas noites ao relento.

O presidente da Junta da Morreira, Manuel Azevedo, que participou ativamente no processo de buscas, assim como vários familiares da idosa, populares e autoridades, disse ao Jornal de Notícias ter sido “um milagre” a idosa ter sido encontrada com vida.

O autarca deixou agradecimento a todas as autoridades e populares que participaram nas buscas, sobretudo à Câmara de Braga por ter feito avançar a Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga e a Polícia Municipal de Braga.

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Braga

Projeto ibérico assegura assistência médica e social a comunidades isoladas em Braga

Reportagem

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Foto: DR / Arquivo

Vivem isolados dos centros urbanos e sem acesso a serviços de saúde ou sociais. Contudo, devido a uma unidade móvel, desenvolvida através de uma colaboração ibérica, hoje saem das suas casas e têm direito a assistência médica e social.

O relógio marca as 16:00 quando, numa sala da Junta de Freguesia de Arentim e Cunha, no concelho de Braga, as cortinas de um pequeno palco se abrem para uma peça de teatro organizada por populares.

Aqui, são eles os protagonistas. Não só de peças de teatro, mas de histórias de uma vida que anda de “mãos dadas” com a solidão e com o isolamento.

Passaram poucos dias desde que a unidade móvel, desenvolvida no âmbito do projeto ibérico REDMAY, por cá passou e se instalou, trazendo a reboque assistência social, cuidados médicos, atividades lúdicas, recreativas e tecnológicas.

“Esta unidade pretende criar uma rede de proximidade entre os serviços sociais e de promoção da saúde mental com as pessoas idosas”, explica à Lusa Cláudia Igreja, da Câmara Municipal de Braga e responsável pelo projeto REDMAY.

Iniciado em outubro de 2015, este projeto ibérico, que integra o Programa de Cooperação INTERREG V-A Espanha-Portugal (POCTEP) delineou várias estratégias, mas todas seguem o mesmo princípio: promover a qualidade de vida e combater o isolamento social.

“Temos verificado que a proximidade tem sido muito importante para as pessoas”, conta Cláudia Igreja, revelando que, desde junho, a unidade móvel, que já passou por quatro freguesias do concelho de Braga, acolheu 434 pessoas, com idades entre os 55 e 98 anos.

Dentro da unidade, que tem rampa de acesso para o jardim da Junta de Freguesia de Arentim e Cunha, além de equipamentos de rastreio médico, existem também dois monitores. O objetivo? Aproximar esta população às novas tecnologias.

“É um sistema personalizado, através do toque, eles conseguem aceder a jogos, leituras ou até estabelecer contacto com um familiar ou um neto”, explicou a responsável, acrescentando que o sistema visa também “a estimulação cognitiva”.

Além de acompanhar a população através destas unidade móveis, o projeto REDMAY, que tem como coordenador a Xunta de Galicia – Conselleria de Política Social e como parceiros a Universidade de Vigo e a Câmara Municipal de Braga, presta também assistência domiciliária aos moradores que, por motivos de incapacitação ou doença, não conseguem sair das suas casas.

Nestes casos, o projeto assegura a instalação de um “sistema de segurança passiva” e de um “sistema tecnológico idêntico ao da carrinha” nas suas televisões, para que, apesar de impedidos de sair, sejam acompanhados e “tenham acesso ao exterior”.

Foi precisamente o facto de não saber se a população ia sair das suas casas que mais preocupou Neusa Coelho, a assistente social que integra a equipa e que, em declarações à Lusa, conta o quanto “desafiante” consegue ser este projeto.

“A minha maior preocupação, no início do projeto, foi saber se iria ter adesão porque estamos a trabalhar com uma população já sénior, que não sai de casa, vive isolada e sozinha, num território muito deprimido, porque não tem dinamismo”, lembra.

Neusa Coelho acredita que uma das mais-valias deste projeto é a capacidade de providenciar uma “resposta concreta” sobre o estado de saúde das pessoas. No seu entender, a assistência médica e social junto destas populações, pelas entidades públicas, deveria ser repensada.

“As respostas têm de ser repensadas, mais flexíveis e diversificadas, para que se possam estabelecer relações afetivas. Todos estes condimentos têm de estar numa resposta a esta população”, sublinhou.

A unidade móvel, que já assistiu 434 pessoas, vai, até ao final do ano, acompanhar a população residente nas restantes 10 freguesias do concelho de Braga, segundo o vereador das Políticas Sociais da autarquia.

Firmino Marques admite que o projeto tem “superado as expectativas” e que, por isso, o objetivo do município é, em 2020, “dar-lhe continuidade”.

“Já estamos a pensar no futuro e em 2020, naturalmente, teremos este serviço como parte integrante das políticas sociais do município de Braga para a população que mais precisa”, conclui.

Para lá da fronteira, o projeto REDMAY, que conta com um financiamento de 1,12 milhões de euros, está a ser desenvolvido em 20 localidades das quatro províncias da Galiza – Corunha, Pontevedra, Ourense e Lugo -, tendo já assistido 495 pessoas.

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