Seguir o O MINHO

Braga

Braga: Noite Branca promete três dias de animação

em

A mega-festa “Noite Branca” vai animar Braga de sexta-feira a domingo com uma programação “pensada para todas as idades” que oferece música, performances, gastronomia, museus abertos e exposições, com “mais de um evento por hora”, garante a organização.

Naquela que é a quarta edição da “Noite Branca”, Braga promete uma “experiência imperdível” com nomes como António Zambujo, Deolinda, DJ Ride, Richie Campbell, Diabo na Cruz, Capicua, Budda Power Blues, Orquestra de Brinquedos, DJ’s RFM Rich & Mendes e os bracarenses Consórcio, tudo com entrada gratuita.

Serão 30 os palcos espalhados pela cidade a programação multiplica-se por vários locais do centro histórico com uma Praça da Alimentação no Largo do Populum, museus abertos dia e noite e locais com atividades especialmente dedicadas a crianças.

“São três dias e duas noites recheados de atividades culturais e diversão pelas ruas, praças e avenidas de Braga que prometem atrair milhares de pessoas. Trata-se de um evento pensado para todas as idades e todos os gostos, que convoca toda a cidade e todos os visitantes para viverem uma festa única”, garante a organização.

A Noite Branca de Braga arranca na sexta-feira, com um concerto de António Zambujo seguido dos DJ’s RFM Rich & Mendes para animar a noite com o melhor da ‘dance music’.

No sábado, os museus da cidade abrem-se pela manhã e ficam acessíveis ao público até às 02:00 de domingo. Pela noite, sobem ao palco Budda Power Blues, Deolinda e Richie Campell.

Ainda nessa noite, no Palco da Avenida Central, apresentam-se Capicua, DJ Ride e Consórcio, um coletivo de artistas bracarenses que vão inundar a avenida com música eletrónica.

No último dia, domingo, a organização promete animação por toda a cidade, com mais atividades para famílias e crianças, um ‘pedipaper’ para conhecer Braga e, entre outras iniciativas, um concerto de cordas por Daniel “Cristo”.

A acabar a Noite Branca será a vez dos Diabo na Cruz subirem ao palco e “relembrarem o rock popular”.

Para quem quiser ir à Noite Branca, a organização, em conjunto com a CP – Comboios de Portugal, garante um bilhete especial de ida e volta por dois euros até Braga nos três dias (11, 12 e 13 de setembro), “para assegurar que ninguém falta a esta Noite Maior”.

Também os Transportes Urbanos de Braga (TUB) se aliaram à festa e oferecem bilhete de ida e volta por um euro, no sexta-feira e no sábado, com um percurso específico que leva até ao centro histórico a cada cinco minutos.

Além disso, são ainda disponibilizados três parques de estacionamento gratuitos perto dos pontos principais.

Anúncio

Braga

Suspeito de abusar de enteadas detido pela PJ em Vila Verde

Abuso sexual de criança

em

Foto: Ilustrativa / Arquivo

A Polícia Judiciária (PJ) de Braga anunciou hoje a detenção de um homem de 48 anos, residente em Vila Verde, por alegado abuso sexual de duas enteadas desde 2015 até à atualidade.

Em comunicado, a PJ refere que o homem foi detido fora de flagrante delito e é “suspeito da eventual prática de vários crimes de abuso sexual de crianças”.

O detido vai ser presente a tribunal para primeiro interrogatório judicial e aplicação das medidas de coação.

Continuar a ler

Braga

Braga vai investir 617 mil euros no Theatro Circo – e 400 mil são para o modernizar

Ao longo dos próximos quatro anos

em

Foto: DR / Arquivo

O Theatro Circo, em Braga, vai investir 617 mil euros ao longo dos próximos quatro anos, sendo a maior fatia, de cerca de 400 mil euros, destinada a equipamentos, disse hoje a administradora à Lusa.

Segundo Cláudia Leite, em causa está aquisição de novos equipamentos de luz, som e projeção, além da renovação de toda a maquinaria de cena.

“O Theatro já reabriu há bastante tempo [em 2006, após profundas obras de remodelação] e já se justifica o reinvestimento na modernização dos equipamentos”, referiu.

Em termos estruturais, terão também lugar obras de ampliação dos espaços de trabalho, uma necessidade já identificada há meia dúzia de anos.

“As equipas têm vindo a crescer e os espaços de trabalho já não são adequados. Hoje em dia, há equipas de teatro a trabalhar em espaços improvisados e de passagem. A ideia é termos escritórios condignos para todas as equipas”, disse ainda Cláudia Leite.

A responsável adiantou que haverá a preocupação de as intervenções causarem “o menor impacto possível” na atividade normal do teatro.

Uma parte das equipas vai trabalhar provisoriamente no edifício gnration, mas o teatro tentará manter a programação normal.

“Temos uma função de serviço público que não pode ser, nem será, descurada, prejudicada ou interrompida”, vincou a administradora.

O Theatro Circo foi inaugurado em 21 de abril de 1915.

Em 1986, a Companhia de Teatro de Braga tornou-se a estrutura residente do Theatro Circo e, para além de assegurar produção teatral própria, também assumiu responsabilidades na programação artística.

Um ano depois, a Câmara Municipal de Braga adquiriu a quase totalidade do capital acionista do Theatro.

Em 1999, teve início o processo de remodelação do edifício, que foi submetido a profundas obras de restauro e requalificação, ao abrigo de um protocolo estabelecido entre a Câmara de Braga e o Ministério da Cultura.

A requalificação incluiu o restauro de todo o imóvel, com “total respeito” pela sua arquitetura e o reforço e a consolidação da estrutura e sua segurança.

Segundo o ‘site’ do Theatro, o objetivo foi a reconversão do “num grande complexo cultural, capacitado com a mais atual e completa tecnologia cénica e sonora, capaz de responder às necessidades da arte contemporânea nas suas mais variadas dimensões”.

Para além da sala principal, com lotação de 897 lugares, o equipamento foi complementado com duas novas salas: um pequeno auditório com 236 lugares e uma sala de ensaios.

Foi ainda aumentada a sua capacidade nas zonas de apoio, com a dotação de novos camarins e armazéns.

A requalificação incluiu também a reposição da traça original do salão nobre, libertando-o das alterações que foi sofrendo ao longo dos anos.

O teatro reabriu em 27 de outubro de 2006.

Dois anos depois, o município adquiriu as restantes ações e tornou-se detentor de 100% do capital da empresa.

Continuar a ler

Braga

Prisão efetiva para cinco examinadores de condução de centro de exames de Vila Verde

Caso com 47 condenados, envolveu escolas de Vila Verde, Barcelos, Ponte de Lima, Vizela e Guimarães. Tribunal da Relação reduziu as penas a três deles

em

Penas de prisão efetiva confirmadas pelo Tribunal da Relação de Guimarães. Os juízes decretaram-na, para cinco ex-examinadores do centro de exames da ANIECA- Associação Nacional dos Industriais de Condução, que existia em Vila Verde. Por corrupção nos exames, teóricos e práticos, para obtenção de cartas de condução.

ANIECA. Foto: O MINHO / Arquivo

Em princípio, apenas o examinador, Joaquim Oliveira, pode recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça, dado que a sua pena é de oito anos. Aos outros, aplica-se o princípio da dupla conforme, ou seja, o de que a decisão se torna definitiva quando é aplicada duas vezes.

Aquele Tribunal da Relação diminuiu as penas a Joaquim Oliveira, de dez para oito anos, a José Miguel Mota, de seis para cinco anos e seis meses, e a João Abreu, de sete para cinco anos e seis meses.

Os juízes mantiveram as penas a 25 outros condenados em primeira instância no Judicial de Braga, não alterando as de prisão efetiva, dos examinadores, João Ribeiro, (quatro anos e três meses) e João Cancela (quatro e nove meses).

Estes cinco arguidos ficam, ainda, obrigados a entregar ao Estado um total de 730 mil euros.

47 condenados

Em 2018, o Tribunal condenou, ao todo, 47 arguidos, 42 com penas suspensas,entre examinadores, donos de escolas de condução, instrutores e alunos. Estes arguidos ficaram obrigados a entregar quantias em dinheiro – de cinco a mil euros – a diversas instituições sociais.

O Coletivo de Juízes sentenciou, ainda, um agente da GNR, que apanhou dois anos e meio por alegadamente ter pedido favores para três alunos. Houve, ainda, dois arguidos absolvidos.

O tribunal considerou provado que os alunos eram auxiliados pelos examinadores, a troco de quantias monetárias que, em média, variavam de 1.000 a 1.500 euros, no caso dos exames teóricos, e de 100 a 150 euros nos práticos.

Mas havia quem pagasse mais, como foi o caso do futebolista Fábio Coentrão, que desembolsou 4.000 euros, tal como o próprio testemunhou em tribunal. O caso envolveu escolas de Vila Verde, Barcelos, Ponte de Lima, Vizela e Guimarães, sendo que os factos decorreram entre 2008 e 2013.

Continuar a ler

EM FOCO

Anúncio

ÚLTIMAS

Vamos Ajudar?

Reportagens da Semana

Populares