Seguir o O MINHO

Braga

Braga instala sistema inovador de monitorização da qualidade ambiental

em

O Município de Braga, em parceria com o Grupo dst, apresentou esta terça-feira, 30 de maio, uma solução inovadora de monitorização de qualidade ambiental para controlar as águas fluviais, a atmosfera e a intensidade sonora.


O projecto consistiu na colocação de nove sensores no perímetro urbano da Cidade, que permitem monitorizar de forma contínua, autónoma e em tempo real as condições ambientais, facilitando a detecção de problemas de degradação do meio ambiente assim como uma rápida intervenção, em caso de necessidade. Para além do impacto na qualidade de vida da população, esta solução apresenta-se como um factor de dissuasão de comportamentos ambientalmente menos responsáveis, assinada a autarquia, em nota enviada às redações.

Ricardo Rio. DR

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, este projecto um conjunto de compromissos fundamentais assumidos pelo actual executivo municipal, desde logo a valorização do meio ambiente e a criação de uma cidade inteligente.

“Queremos ser um espaço de inovação, não apenas do ponto de vista das políticas públicas mas, sobretudo, de criação de condições para que a acção municipal seja um laboratório vivo do conhecimento, do empreendedorismo e dos negócios que são gerados em Braga”, sustentou o Edil, sublinhando o pioneirismo deste projecto que poderá ser replicado noutros concelhos do País.

Os nove sensores ficam localizados na Rua Cidade do Porto, na Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires, Avenida General Carrilho da Silva Pinto, Rua Frei Caetano Brandão, Rua Conselheiro Januário, Avenida Padre Júlio fragata, Rua Max. Grundig e Rua Padre Armando Lira. Segundo Ricardo Rio, o objectivo passa por aumentar o número de sensores existentes e a diversidade de informação ambiental.

DR

Esta solução de monitorização, desenvolvida pela Innovation Point, empresa de investigação e desenvolvimento do Grupo dst, implicou a instalação de uma rede de comunicação instalada no Monte Picoto que interliga a uma rede de sensores, garantindo uma elevada cobertura e um consumo energético muito reduzido.

As sondas que controlam a qualidade da água, do ar e da intensidade sonora fornecem informação actualizada o que permite traçar padrões e detectar as causas que mais contribuem para a poluição.

A qualidade do ar será monitorizada tendo em conta diversos parâmetros, nomeadamente os níveis de monóxido de carbono, dióxido de nitrogénio e ozono. Já as sondas que controlam os índices de intensidade sonora fornecerão elementos sobre os períodos de maior poluição ao longo do dia.

No que se refere à vigilância da qualidade da água, esta será realizada através da leitura de vários parâmetros qualitativos, entre os quais o ph, a condutividade, o oxigénio dissolvido, o potencial de redução e a temperatura. As sondas de qualidade da água do rio Este, instaladas entre Gualtar e Ferreiros, foram desenvolvidas especificamente para este projecto e caracterizam-se por serem auto-suficientes energeticamente.

Este projecto conjuga várias competências internas das empresas do grupo dst, nomeadamente ao nível do desenvolvimento de soluções de sensorização e monitorização (innovationpoint), engenharia civil e gestão ambiental (dst, s.a.), sistemas de comunicação (dstelecom), instalação (dte, i.e). Esta intervenção global e complementar permite uma abordagem diferenciadora às cidades inteligentes, acelerando a integração de soluções e diminuindo o risco da sua implementação.

José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do grupo dst, considera que “apesar da integração de várias tecnologias avançadas nesta solução, o seu desenho tem sido fundamentalmente inspirado pela utilidade para as pessoas e pela simplicidade da sua utilização”.

Anúncio

Braga

Feira do Livro virtual de Braga regista cinco mil visitas

Cultura

em

Foto: Divulgação

A Feira do Livro de Braga, que arrancou virtualmente na sexta feira, dia 03, contou já com a visita de mais de cinco mil pessoas. A este número juntam-se ainda 500 pessoas que assistiram, nestes primeiros seis dias, às várias sessões do programa cultural promovido pelo Município e pelo mecenas do evento, o dstgroup.

Fonte da empresa municipal InvestBraga adiantou, hoje, que a programação cultural da 29.ª edição conta com várias “Conversas em streaming” com autores nacionais e estrangeiros, passatempos, ofertas de livros e também iniciativas da responsabilidade do patrocinador principal, há mais de 25 anos, o dstgroup, dirigido por José Teixeira.

Nesta edição digital, e para o mundo, é possível visitar entre livrarias, editoras e alfarrabistas, 20 expositores presentes na feira através de um Virtual Tour, e adquirir diversos os produtos a partir da plataforma de vendas online, Dott, que conta com mais de cinco mil livros.

A viagem virtual pela feira inicia-se numa «street view» das avenidas onde a feira tinha usualmente lugar e é nesse espaço que é possível entrar em cada um dos stands dos diferentes expositores para consultar os seus catálogos de livros. Nessa fase, os  visitantes são direcionados para a loja online da Feira, onde podem efetuar todo o processo de compra dos produtos escolhidos. A entrega das encomendas fica, por sua vez, a cargo dos CTT.

De referir que a Feira do Livro é uma organização do Município de Braga e da InvestBraga em estreita colaboração com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, com a The Book Company | Booktailors, os CTT e a DOTT e com o mecenato da dst group.

A feira virtual está disponível desde o dia 3 e prolonga-se até ao dia 03 de setembro de 2020.

Continuar a ler

Braga

Advogados querem que brasileira detida na Cairense deixe de se apresentar na PSP

Provas de que se prostituía são “meras conjeturas”

em

Imagem via Google Maps

O Tribunal Central Administrativo do Norte rejeitou um recurso do SEF e confirmou a decisão do Administrativo de Braga de suspender a expulsão de uma cidadã brasileira, a qual não chegou a sair de Portugal, devido à interposição de uma providência cautelar.

A imigrante havia sido detida, em dezembro, com outras sete mulheres, numa operação policial na Residencial Cairense em Braga. Agora, o seu advogado de defesa, João Magalhães que representa, ainda, outra cidadã brasileira detida na mesma noite na Cairense, pediu à juíza que anule a obrigatoriedade de as duas se apresentarem semanalmente na PSP.

‘Rusga’ em ‘casa de alterne’ de Braga termina com identificação de 28 mulheres e 50 clientes

No requerimento, o jurista lembra que, e conforme o MINHO noticiou, o Administrativo de Braga já considerara, na sua sentença, não ter ficado provado que a mulher trabalhasse no alterne ou na prostituição já que foi encontrada a tomar café naquela unidade hoteleira.

O Tribunal do Norte, a segunda instância, confirmou esta versão e diz que o SEF a expulsou com base em “meras conjeturas, não demonstradas e apenas com provas indiciárias”.

Embora o advogado não o especifique, a verdade é que, se a medida de coação de apresentações semanais na Polícia não for revogada, as duas imigrantes terão de ali se deslocar ao longo de vários anos, já que, como é sabido e não se prevê que tenha alteração a breve prazo, um processo no Tribual Administrativo de Braga pode durar seis a dez anos a ser decidido, por falta de juízes e de salas.

“É inaceitável e inconcebível que o Estado Português e o Tribunal continue a tratar a aqui Requerente , como uma prostituta. Quando, na verdade, a mesma, tem uma Sentença do Tribunal Administrativo Fiscal de Braga e um Acórdão do Tribunal Central Administrativo do Norte, que prova, inegavelmente, que a mesma não se encontra em território português a prostituir-se. Encontrando-se sim, à procura de emprego, na tentativa de se estabilizar profissional e economicamente”, lê-se no requerimento.

Continuar a ler

Braga

Braga prevê investir 11 milhões na requalificação do parque escolar

Investimento público

em

Foto: DR

O município de Braga prevê investir, até ao final do próximo ano letivo, cerca de 11 milhões de euros em obras de requalificação do parque escolar concelhio, entre as quais seis “grandes intervenções de fundo”, disse hoje o presidente da câmara à Lusa.

Ricardo Rio adiantou que, naquelas seis escolas, serão investidos oito milhões de euros.

Hoje, foi publicado, em Diário da República, o concurso público para a requalificação da Escola Básica de Figueiredo, pelo preço-base de 1,4 milhões de euros. Os interessados têm 30 dias para apresentação de propostas, sendo o prazo de execução de um ano.

Entretanto, os alunos terão aulas em contentores. “São contentores com todas as condições”, acentuou Ricardo Rio.

Igualmente em concurso está a requalificação da Escola Básica de São Pedro de Este, pelo valor de 1,2 milhões de euros.

Para breve, está previsto o lançamento dos concursos para obras “igualmente de fundo” nas escolas de Nogueira, S. Vicente, Ponte Pedrinha e Bairro Económico.

Segundo Ricardo Rio, estão igualmente previstas intervenções de “menor monta” noutras escolas, que, no total, poderão ascender a perto de três milhões de euros. É o caso da escola de Sequeira, já em concurso público por 177 mil euros.

Continuar a ler

Populares