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Braga instala painéis fotovoltaicos em escolas e edifícios municipais

Poupança anual pode chegar aos 267 mil euros
Braga instala painéis fotovoltaicos em escolas e edifícios municipais
Foto: DR

O Município de Braga debate e vota, segunda-feira, em reunião do Executivo, a abertura de concurso público para a instalação de uma Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC), com vista a produzir localmente a sua própria energia, através de painéis fotovoltaicos nas coberturas de alguns edifícios municipais e das escolas secundárias.

Com a instalação dos painéis fotovoltaicos – diz a proposta – a Autarquia pode poupar entre114.152 euros por ano para o cenário de instalação da Potência Mínima 1500kW , reduzindo a emissão de Instalação da CO2 em 132,74 toneladas de CO2 por ano, e cerca de 267 mil euros, no regime de Potência de 3.500kW reduzindo as emissões de 310,94 toneladas de CO2 por ano.

O documento lembra que “o Município celebrou com a empresa Construção Pública, EPE, proprietária das Escolas Secundárias, D. Maria II, Alberto Sampaio, Carlos Amarante e Sá de Miranda, protocolos de colaboração que integram a proposta.

O pelouro do Ambiente pede, assim, aos vereadores, autorização para a instalação da Unidade de Produção, a qual visa, simultaneamente, “reduzir a fatura energética nos edifícios municipais e nas Escolas Secundárias e contribuir para o abatimento dos consumos de eletricidade adquiridos aos comercializadores, seus custos e emissões de gases com efeito de estufa”.

Partilha de energia excedente

A iniciativa envolve, ainda, a criação futura de um ACC/CER (Autoconsumo Coletivo/Comunidade de Energia Renovável) para partilha da energia excedente com outras instalações consumidoras de energia elétrica .

Haverá, por isso, uma “redução da fatura energética através da compra de energia limpa a preço inferior ao atual e com estabilidade no período contratual de 10 anos e com estabilidade no período contratual de 10 anos”.

A proposta sublinha que o Município não terá custos na aquisição da solução (UPAC’s) e nem de operação e manutenção. No final do contrato, a solução passa a pertencer-lhe sem qualquer investimento e a poupança financeira será ainda superior à do período da concessão (10 anos) sendo importante referir que o período de vida típico da solução é superior a 20 anos com rendimentos superiores a 80%.

 
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