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Braga

Braga: Forçaram jovem a ir buscar cartão para roubar dinheiro em multibanco. Foram detidos

PSP Braga

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Foto: O MINHO (Arquivo)

A PSP anunciou esta segunda-feira a detenção, em Braga, de dois jovens suspeitos de roubo na via pública, com ameaça e coação física.

Em comunicado, a PSP refere que os suspeitos, na madrugada de sábado, “ameaçaram” dois cidadãos, de 18 e 24 anos, para que estes procedessem ao levantamento de dinheiro.

Como as vítimas não possuíam dinheiro, obrigaram uma delas a ir a casa buscar o cartão de multibanco e sequestraram a outra, tendo-lhe roubado um telemóvel, um anel e um maço de tabaco.

Após o roubo, os suspeitos, de 18 e 19 anos, colocaram-se em fuga mas acabaram detidos pela PSP.

Todos os bens foram recuperados e entregues às vítimas.

Os detidos foram presentes no Tribunal de Turno de Barcelos, tendo um ficado em prisão preventiva e o outro sujeito a apresentações bissemanais na PSP de Braga.

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Braga

PSP deteve dois jovens suspeitos de furtos em centro comercial em Braga

Rapariga e rapaz de 18 e 19 anos detidos.

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Foto: DR / Arquivo

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve dois jovens por furto de artigos num valor superior a 200 euros em várias lojas de um centro comercial de Braga, anunciou hoje aquela força.

Os detidos são uma rapariga de 19 anos e um rapaz de 18.

A PSP apreendeu ainda um alicate utilizado para retirar os alarmes dos artigos furtados, que estava na posse da suspeita.

Os detidos foram notificados para comparecerem nos Serviços do Ministério Público junto do Tribunal Judicial da Comarca de Braga.

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Braga

Homem em estado grave após atropelamento em Braga

Vítima de 35 anos

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Foto: Facebook do grupo "Moina na Estrada"

Um homem, de 35 anos, sofreu ferimentos graves na sequência de um atropelamento, esta tarde, em Braga.

O sinistro ocorreu por volta das 16:40 junto à rotunda da Rodovia, naquela cidade.

Foto: Paulo Jorge Magalhães / O MINHO

Ao local acorreram os Bombeiros Voluntários de Braga, a VMER e a Mota de Emergência Médica do INEM.

Desconhecem-se as causas do atropelamento, mas a vítima terá sido colhida fora de passadeira.
Foi transportada para o Hospital de Braga.
A PSP registou a ocorrência.

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Braga

Ao fim de 11 anos, familiares de três operários mortos em Braga recebem indemnização

Famílias das vítimas, de Ponte de Lima, apresentaram queixa contra negócios simulados

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Foto: DR

Ao fim de 11 anos, os familiares dos três homens que morreram soterrados na derrocada de um prédio em obras na Rua dos Chãos, em Braga, vão poder receber os 363 mil euros, mais juros, de indemnização que lhes foram arbitrados pelo Tribunal de Braga.

A execução da sentença é possível, dado que o Tribunal da Relação de Guimarães deu razão à decisão do Tribunal de Viana do Castelo de concordar, com uma ação paulina interposta pelo advogado Joaquim Magalhães, de Monção, anulando a venda de bens feita a familiares pelo empreiteiro José Cândido Armada, que era defendido pela advogada Adriana Amorim, de Ponte de Lima.

Sem bens, não era possível aos credores receber a indemnização. O Tribunal considerou fictícia a partilha de bens feita após o divórcio com a ex mulher e a doação de imóveis aos filhos após decisão de indemnização no processo-crime, em que o empreiteiro e um engenheiro foram condenados por violação das regras de segurança, a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa, aplicando ainda 300 dias de multa, à taxa diária de dez euros, à empresa responsável pela obra.

As vítimas eram de Ponte de Lima

O acidente registou-se a 08 de setembro de 2008, quando as vítimas, de Ponte de Lima,  trabalhavam na construção de um prédio e ficaram soterradas numa vala, após o desmoronamento de um edifício contíguo.

O tribunal deu como provado que o plano de segurança “não contemplava” a abertura daquela vala, que teria 80 centímetros de profundidade, 100 centímetros de largura e oito metros de comprimento. Os arguidos não cuidaram de entaipar a vala nem promoveram estudos geológicos dos terrenos envolventes ou sobre a robustez do prédio que ruiu.

Os juízes concluíram que “agiram conscientes da possibilidade” de aquele prédio ruir e do consequente risco para a vida dos trabalhadores.Por isso, imputou-lhes uma conduta negligente, tanto mais que “era visível” o estado de degradação do prédio que ruiu, que teria 100 anos.

(notícia atualizada às 20h28 com remoção do nome dos intervenientes no processo após pedido das famílias)

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