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Braga

“Braga ficará a 35 minutos de Vigo”

Pedro Nuno Santos

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O Governo apresentou esta quinta-feira o Programa Nacional de Investimentos (PNI) 2030, no qual está prevista uma nova linha ferroviária entre o Porto e Vigo, com paragem em Braga, que permitirá fazer a viagem numa hora. “Só com Braga-Vigo conseguimos tirar uma hora. Braga ficará a 35 minutos de Vigo”, salientou Pedro Nuno Santos.


Entre o plano de investimentos, conta-se, também, uma nova linha de alta velocidade entre Porto e Lisboa para ligar as duas cidades em 01:15. “É uma linha cara. Por isso temos de planear com razoabilidade e o primeiro troço será Porto/ Soure. Assim podemos aproveitar o investimento no primeiro troço ainda antes de ter a linha toda pronta”, refere o ministro.

Vem aí uma linha de alta velocidade entre Porto e Vigo com passagem em Braga

A nova linha de alta velocidade, com um custo estimado de 4,5 mil milhões de euros, permitiria reduzir a viagem de 2h50 para 1h15. “São ganhos extraordinários e só tornam mais difícil compreender como perdemos tanto tempo”, frisou Pedro Nuno Santos.

O ministro considera que o Programa Nacional de Investimentos (PNI) 2030 trata-se de “um instrumento fundamental no planeamento da aplicação dos próximos dois quadros de fundos europeus, definindo um conjunto de investimentos em equipamentos e Infraestruturas nas áreas de Transportes, Ambiente, Energia e Regadio para a década de 2021 a 2030”.

“O facto de ser um documento que partiu de um consenso com os diversos partidos permite-nos acreditar que problemas do passado deixam de existir. Acredito que diferentes partidos, governos e ministros possam comprometer-se com estes investimentos públicos”, acrescentou o governante, anunciando outros projetos como a eletrificação a 100% da nossa rede até 2030, aumento da capacidade nas áreas metropolitanas, compra de 129 novos comboios.

Na rodovia, o ministro salienta a conclusão do IP8 Sines-Beja e as ligações às áreas empresariais; e nos Portos, a construção de novos terminais e expansão de terminais existentes, melhoria dos acessos marítimos.

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Braga

Derrocada no edifício do Banco Alimentar Contra a Fome em Braga

Não há feridos

em

Parte da estrutura do edifício onde funciona o Banco Alimentar Contra a Fome, em Semelhe, Braga, desabou ao início da manhã desta quarta-feira.

Ao que O MINHO apurou, a restante parte do edifício poderá correr riscos de derrocada.

Não houve feridos.

Para o local foram acionados os Bombeiros Sapadores de Braga que mobilizaram seis operacionais e uma viatura.

Entretanto, no local está a Proteção Civil, cujos técnicos estão a fazer peritagens para apurar qual o estado de risco em que se encontra a estrutura.

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Braga

Concelho de Braga com menos 525 casos ativos desde ontem, mas há mais 3 mortos

Covid-19

em

Foto: Fernando André Silva / O MINHO

O concelho de Braga regista hoje 1.272 casos ativos de covid-19, menos 525 do que ontem, data do último balanço publicado por O MINHO.

Apesar da descida, o município contabiliza agora 6.778 casos desde o início da pandemia, mais 119 desde segunda-feira.

Estes números foram apurados pelo nosso jornal junto de fonte local da saúde às 17:30 desta terça-feira.

Há ainda mais 641 doentes curados desde ontem, totalizando 5.410 recuperações desde o início da pandemia.

Há 96 óbitos a lamentar, mais três nas últimas 24 horas.

Por fim, estão 1.984 pessoas em vigilância ativa, mais 29 do que na segunda-feira.

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Braga

Juventude Popular suspende congresso do próximo fim de semana, em Braga

Política

em

Foto: Arquivo

O XXIV Congresso da Juventude Popular, agendado para sábado e domingo, em Braga, foi suspenso e será reagendado 15 dias depois do levantamento do estado de emergência, decidiram hoje os órgãos da estrutura que representa os jovens do CDS-PP.

“A meu pedido, a Juventude Popular [JP] reuniu os seus órgãos e chegámos ao entendimento de suspender os trabalhos do congresso”, disse à Lusa o presidente, argumentando que “não estavam reunidas as condições logísticas nem políticas para a realização do congresso”.

De acordo com Francisco Mota, “será indicada uma nova data até 15 dias depois do levantamento do estado de emergência” no país.

A decisão já foi comunicada aos congressistas, através de uma nota assinada pelo vice-presidente da mesa do congresso, Ricardo Machado Azevedo, pelo presidente da comissão organizadora do congresso, Francisco Kreye, e pelo primeiro subscritor da mossa de estratégia global “Responder ao Futuro”, e candidato à liderança da JP, Francisco Camacho.

Líder bracarense da JP quer adiar congresso marcado para finais de novembro

“Perante a urgência de encontrar soluções face ao problema emergente, a solução adotada procura encontrar consenso entre as partes subscritoras, leia-se órgãos responsáveis pelo congresso, organização do congresso e primeiro subscritor da moção de estratégia global submetida”, refere o documento.

No domingo, o presidente da Juventude Popular anunciou que convocou para segunda-feira uma reunião dos órgãos daquela estrutura para debater o adiamento do congresso. A decisão deveria ter sido anunciada numa conferência de imprensa agendada para hoje de manhã, mas que acabou por não acontecer porque, na altura, ainda não tinha sido firmado o acordo.

Francisco Mota explicou que o congresso será suspenso, e não adiado, porque o adiamento “obrigaria a repetir todo o processo”.

O dirigente considerou também “natural que um processo como este não seja consensual”, e lamentou que não tenha sido aceite incluir no regulamento do congresso a sua proposta “de uma alínea que previa o adiamento no caso do agravamento da pandemia”.

A nota enviada aos 321 delegados inscritos indica também que, “atendendo à suspensão, considerar-se-ão com capacidade eleitoral ativa e passiva todos os militantes que preencham os requisitos à data inicialmente prevista”.

Francisco Mota referiu que o congresso iria decorrer em Braga, num pavilhão com capacidade para 1.400 pessoas e limpeza permanente, e que estaria disponível medição de temperatura e testes rápidos à presença do novo coronavírus.

Sobre o facto de, na segunda-feira, o presidente do CDS ter dito aos jornalistas que o congresso da JP seria adiado, Francisco Mota sublinhou que “cabe aos órgãos da JP tomar a decisão”, e não ao líder do partido.

O presidente da JP ressalvou que, segundo a lei do estado de emergência, a reunião magna daquela estrutura poderia realizar-se, mas recusou que a atividade política seja “beneficiada” enquanto estão em vigor “restrições severas para os portugueses e para as atividades económicas”, decorrentes da declaração do estado de emergência.

O país está em estado de emergência desde 09 de novembro e até 08 de dezembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado.

Na semana passada, o ministro da Administração Interna deu como quase certo que a Assembleia da República terá de aprovar uma segunda prorrogação do estado de emergência a partir de 09 de dezembro, e o Presidente da República salientou que não hesitará em propor “mais renovações posteriores”.

O regime legal do estado de sítio e do estado de emergência estabelece que “as reuniões dos órgãos estatutários dos partidos políticos, sindicatos e associações profissionais não serão em caso algum proibidas, dissolvidas ou submetidas a autorização prévia”.

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