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Região

Braga e Viana sob aviso laranja devido à agitação marítima

Ondas de noroeste com 5 a 7 metros, podendo chegar a 10 metros de altura máxima.

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Foto: DR/Arquivo

Seis distritos de Portugal continental estão hoje sob aviso laranja devido à previsão de agitação marítima forte, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).


Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra e Leiria vão estar sob aviso laranja até às 12:00 de hoje por causa da agitação marítima, prevendo-se ondas de noroeste com 5 a 7 metros, podendo chegar a 10 metros de altura máxima.

Estes cinco distritos passam a aviso amarelo às 12:00, estando este em vigor até às 06:00 de quarta-feira.

O IPMA emitiu também aviso amarelo para os distritos de Lisboa, Setúbal, Beja e Faro entre as 06:44 de hoje e as 06:00 de quarta-feira devido à previsão de agitação marítima forte com ondas de noroeste com 4 a 5 metros.

O aviso laranja, o terceiro numa escala de quatro, aplica-se a situações meteorológicas de risco moderado a elevado, enquanto o aviso amarelo traduz situações de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

O IPMA prevê para hoje no continente períodos de céu muito nublado, diminuindo de nebulosidade na região Sul a partir do início da tarde, aguaceiros, sendo fracos e até meio da tarde na região sul e possibilidade de queda de neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela até ao início da manhã.

A previsão aponta também para vento fraco a moderado do quadrante oeste, sendo por vezes forte na faixa costeira ocidental, e soprando moderado a forte nas terras altas, com rajadas até 80 quilómetros por hora, diminuindo de intensidade a partir do final da tarde.

Está também prevista a possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal e pequena descida de temperatura, em especial da mínima.

As temperaturas mínimas no continente vão oscilar entre os 5 graus Celsius (na Guarda) e os 13 (em Lisboa) e as máximas entre os 9 (na Guarda) e os 22 (em Faro).

De acordo com o ‘site’ da Marinha, estão totalmente encerradas à navegação as barras de Vila Praia de Âncora, Esposende, Vila do Conde, Caminha e Póvoa do Varzim.

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Alto Minho

Baloiço do Mezio instala pontos de desinfeção poucas horas depois de polémica

Parque Nacional Peneda-Gerês

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Foto: Facebook de Baloiço do Mezio

O Baloiço do Mezio, em Cabana Maior, concelho de Arcos de Valdevez, já tem pontos de desinfeção de mãos, depois da polémica levantada na terça-feira pela Rádio Vale do Minho, a quem uma cidadã avançou críticas por não existir este tipo de equipamento no local.

Joaquim Campos, presidente da Junta de Cabana Maior, tinha dito ontem a O MINHO que as pessoas é que tinham a responsabilidade de levar pequenos frascos de gel para a higienizarão antes da utilização do baloiço, mas, horas depois, em declarações ao jornal Pasquim da Vila, resolveu anunciar que estaria para breve a instalação desses postos.

A meio da tarde desta quarta-feira, a página do baloiço nas redes sociais divulgou fotografias a dar conta da novidade, que alegrou visitantes por poderem agora utilizar o equipamento em segurança.

Baloiço do Mezio com aglomerados. Autarca apela ao respeito pelas normas sanitárias

Recorde-se que, independentemente dos novos postos, o autarca deixou o apelo através no nosso jornal para que a população respeite as normas sanitárias, como a utilização de máscara e o distanciamento social.

Considerado o “maior baloiço de corda em Portugal”, o baloiço do Mezio tem mais de sete metros de altura e permite uma vista panorâmica para o Parque Nacional da Peneda-Gerês.

Maior baloiço do país com vista panorâmica às portas do Gerês

Foi inaugurado no passado dia 11 de julho, no alto do Mezio, em Arcos de Valdevez, numa estrutura de madeira com 7,60 metros de altura.

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Alto Minho

Alto Minho apresentou condolências à família de piloto que morreu em Lindoso

Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo

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Foto: DR

A Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo informou hoje ter apresentado condolências à família do piloto que na sequência da queda de um ‘Canadair’ em Ponte da Barca, quando combatia um incêndio na Peneda Gerês.

Na nota de pesar pela morte do piloto português de 65 anos, que vivia em Leiria, aquela comissão distrital, liderada pelo presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, manifesta ainda os votos de recuperação ao copiloto da aeronave, de 39 anos e de nacionalidade espanhola, que ficou ferido no mesmo acidente, e aos operacionais feridos no combate às chamas que lavraram durante três dias.

“Neste momento de pesar, o Alto Minho agradece e enaltece o compromisso e o empenho com que todos os agentes de proteção civil e demais intervenientes, que por terra ou por via aérea, colaboraram na defesa da floresta contra incêndios, nomeadamente no incêndio no Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG)”, refere a nota hoje enviada à imprensa.

O acidente ocorreu no sábado, quando o avião ‘Canadair’ português em que seguiam se despenhou em território espanhol, a cerca de dois quilómetros da fronteira.

O copiloto do avião ‘Canadair’ encontra-se “estável e fora de perigo”, no hospital de Braga.

Segundo o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), quando o primeiro helicóptero mobilizado para o socorro aos pilotos do ‘Canadair’ chegou ao local, cerca de uma hora depois do alerta, o piloto português estava “em paragem cardiorrespiratória”.

A equipa do INEM fez manobras de suporte básico de vida “sem conseguir reverter a paragem”.

De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o avião despenhou-se junto à Barragem do Alto do Lindoso, na sequência de uma operação de reabastecimento de depósito de água.

O incêndio, que deflagrou na madrugada de sábado, na Galiza, foi dominado na madrugada de terça-feira.

No domingo, o secretário de Estado da Conservação da Natureza revelou que o incêndio já tinha consumido cerca de 200 hectares, não chegando a atingir a Mata de Cabril, classificada como Área de Proteção Integral, inserida no PNPG.

Do lado espanhol, dados da Junta da Galiza apontam para 400 hectares ardidos.

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Braga

Vila Verde aposta na leitura em rede

Casa do Conhecimento

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Foto: DR

A Comunidade de Leitores da Rede de Casas do Conhecimento regressa em setembro com uma sessão em Vila Verde, com o objetivo de “promoção da leitura ao longo da vida, tornando-a numa atividade de caráter social e comunicacional”.

Na página de uma rede social, a Câmara Municipal de Vila Verde explica que, para aquela que será a 3.ª edição da iniciativa, foram escolhidas seis obras de autores nacionais e estrangeiros, do ensaio ao romance, “procurando ir ao encontro dos interesses de um público heterogéneo, levando ao despertar de emoções, motivações, visões e conceções muito distintas, que constituem a base de partilha destas nossas sessões, promovendo conhecimentos variados”.

A iniciativa tem como principais objetivos “a promoção da leitura ao longo da vida, tornando-a numa atividade de caráter social e comunicacional, que motive a partilha de conhecimento, reflexões e inquietações a partir de uma experiência de Leitura, contribuindo para a nossa formação enquanto cidadãos ativos, capazes de questionar o mundo e agir sobre ele”, aponta o texto.

Aquela comunidade é organizada pela Casa do Conhecimento e os Serviços de Documentação da Universidade do Minho, em colaboração com as Casas do Conhecimento dos Municípios de Boticas, Montalegre, Paredes de Coura e Vila Verde, sendo os encontros mensais todas as terceiras quartas-feiras de cada mês, das 17.30 às 19.00, de forma presencial e à distância por web conference.

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