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Braga

Braga é o distrito do país com mais crimes de caça furtiva em 2016

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Os crimes ligados à caça furtiva em Portugal sofreram um aumento de 18,7% entre 2014 e 2015, de acordo com dados enviados hoje pela Guarda Nacional Republicana (GNR), que mostram uma quebra nas contraordenações aplicadas.

Os crimes registados pela GNR no âmbito da caça passaram de 157 em 2014 para 193 no ano seguinte, enquanto as contraordenações foram 505 no ano passado, menos 37 do que em 2014.

Segundo a GNR, os crimes mais comuns são o “exercício da caça em zonas sem consentimento do proprietário, o exercício da caça por meios não permitidos (laços, armadilhas, iluminação das peças a caçar) e o exercício da caça em áreas de proteção, como proximidade de estradas e habitações”.

Por outro lado, as contraordenações mais verificadas são a “falta de documentação no ato fiscalização, o transporte de armas sem estarem devidamente condicionadas e a criação de espécies cinegéticas em cativeiro sem o respetivo licenciamento”.

Nos dados até junho deste ano recolhidos pela GNR registaram-se 87 crimes e 172 contraordenações, sem que seja possível estabelecer a comparação com a evolução por meses em 2014 e 2015.

No entanto, na distribuição por distrito, em 2015, foi em Beja que se verificou o maior número de crimes ligados à caça – 30 -, seguindo-se Bragança (27), com quatro distritos em terceiro lugar nos 15 crimes: Braga, Guarda, Vila Real e Viseu.

O topo da tabela deste ano entre janeiro e junho é ocupado por Braga, com 20 crimes, em contraste com Portalegre e Santarém, ainda sem qualquer registo de crime.

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