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Desporto

Braga e Guimarães dão cartas no salto à corda mundial

Modalidade em expansão

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Foto: DR/Arquivo

Uma equipa de Braga de ‘rope skiping’ (salto à corda) ganhou três títulos nos recentes campeonatos mundiais, na Noruega, de uma modalidade em expansão internacionalmente e também em Portugal, com especial destaque no Minho.

Na primeira semana de julho, Inês Ferreira, de 16 anos, Maria Assis (16), Raquel Moreira (15) e Filipa Leite (14) do clube de ‘rope skiping’ do Colégio João Paulo II, em Dume, Braga, sagraram-se campeãs mundiais no escalão 15/16 anos e, mais significativo, porque competiram com atletas de todas as idades, vice-campeãs mundiais na prova de ‘single rope’ de equipas, estilo livre.

Além destas medalhas, Filipa Leite, a mais nova do grupo, venceu também a prova individual dos 30 segundos do seu escalão etário, na qual se procura obter o maior número de saltos.

“Fiz 93 saltos, ou seja, [uma pontuação de] 186”, porque a fórmula multiplica por dois cada salto, contabilizando-se o momento em que o pé direito embate no chão, explicou à Lusa.

A modalidade tem por base os saltos à corda e pode ser praticada individualmente e em equipa. Nesta variante, destacam-se as coreografias acompanhadas de música, que incluem acrobacias e diversas combinações de habilidades.

O ‘rope skiping’ é ainda pouco conhecido em Portugal, mas o número de praticantes tem vindo a crescer, como explica o treinador Carlos Freitas, também ele atleta.

“Neste mundial participaram 975 atletas, no primeiro europeu em que participei, em 2012, eram cerca de 200. Há quatro anos, os mundiais tinham cerca de 600 atletas, por isso, tem havido uma grande evolução da modalidade. Em Portugal, há cerca de 200 atletas filiados”, conta.

É em Braga e Guimarães, mais concretamente na vila das Taipas, onde estão sediados os atuais campeões nacionais, que está a maior parte dos atletas filiados em Portugal.

Na Noruega, as expectativas eram baixas e o nervosismo “muito grande”, pelo que as conquistas alcançadas chegaram com “surpresa”.

“Estávamos numa competição mundial e competíamos contra campeões mundiais chineses e americanos”, explicam Filipa Leite e Maria Assis.

“Pensávamos que não íamos ganhar nada porque, normalmente, nestas competições, os chineses ‘limpam’ tudo porque eles são muito bons”, acrescenta Filipa.

Para Carlos Freitas, “a principal dificuldade foi mesmo o nervosismo, elas não estavam a acreditar que tinham passado às finais e estavam a competir com atletas mais velhos, com 10/15 anos de experiência”.

“Na final, eram seis equipas e ficaram em segundo lugar, a prova é avaliada em termos de criatividade, dificuldade, elementos obrigatórios e a tudo isso são deduzidas as falhas e elas saíram-se muito bem a nível de coordenação e dificuldade apresentada, a criatividade, a postura do corpo foi muito boa”, recorda.

A coreografia foi responsabilidade do jovem de 22 anos, natural das Taipas e estudante de medicina em Coimbra, que contou com a ajuda das atletas.

“Elas foram muito autónomas nesse trabalho, só ajudei em alguns retoques para acertar alguns pormenores. As coreografias são fechadas em janeiro e depois é treinar muito. Elas treinam três a quatro vezes por semana, duas a três horas por treino, normalmente no fim das aulas”, disse.

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Futebol

Rui Fonte assinou até 2022: “Estou contente, não só eu, mas a minha família também”

Avançado regressa a Braga

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Foto: Facebook de SC Braga

O SC Braga, da I Liga de futebol, oficializou hoje a contratação do avançado Rui Fonte, um regresso ao clube, por três temporadas.

Rui Fonte, de 29 anos, chega dos ingleses do Fulham, que, na época passada, emprestaram o jogador ao Lille, vice-campeão de França.

O avançado jogou duas épocas no SC Braga (2015/16 e 2016/17) e no início de 2017/18, tendo saído para o clube londrino ainda em agosto de 2017.

“É sempre especial, o regresso seria sempre um desejo, proporcionou-se antes do que imaginava e estou contente, não só eu, mas a minha família também, porque voltamos a um sítio onde nos sentimos muito bem”, afirmou o jogador ao sítio do clube.

O avançado prometeu dar o “máximo sempre em cada jogo a tentar representar da melhor maneira o clube” e tentar fazer “o máximo de golos possível” e assistências.

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Futebol

Rui Faria entra com o pé direito no campeonato do Qatar

Treinador de Balugães no Médio Oriente

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Foto: DR

O Al Duhail, treinado pelo barcelense Rui Faria, venceu hoje em casa do Qatar SC 2-1, com dois golos nos últimos minutos que consumaram a reviravolta no resultado, na primeira jornada do campeonato de futebol do Qatar.

A equipa da casa foi a primeira a marcar, aos 60 minutos, por Júnior Kabananga, mas a equipa de Rui Faria deu a volta ao resultado na ponta final da partida, aos 88 e 90+2 minutos, por Yousef Mskani e Ali Almoez, respetivamente.

Com esta vitória, o Al-Duhail é, provisoriamente, segundo classificado com três pontos, os mesmos do líder Al Saad, que venceu hoje o Al Wakra por 4-1.

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Futebol

Vídeo mostra cântico de ódio de adeptos do Boavista com alusão à morte da mãe de Rochinha

Antes de jogo com o Vitória, no passado domingo, em Guimarães

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Os adeptos do Boavista FC dirigiram cânticos de ódio ao futebolista Rochinha, antes o jogo da segunda jornada da I Liga portuguesa, entre o clube portuense e o Vitória, disputado no domingo, em Guimarães.

Num vídeo divulgado nas redes sociais, ouvem-se algumas destas pessoas a cantar uma música com letra imprópria dirigida ao jogador vitoriano, que, em janeiro, deixou os boavisteiros, situação que, de acordo com vários relatos, se manteve já dentro do estádio, durante a partida.

Atenção: Vídeo com linguagem imprópria

“A p*** da tua mãe, Rochinha. A p*** da tua mãe, Rochinha. Antes a tua do que a minha”, ouviu-se em vários momentos.

Recorde-se que, em fevereiro, o médio de 23 anos, natural de Espinho, perdeu a mãe, que morreu vítima de doença.

O caso levou a que o Sindicato de Jogadores de Futebol viesse, esta quarta-feira, condenar a situação.

“O Sindicato dos Jogadores teve conhecimento de que ao longo do último jogo entre o Vitória Sport Clube e o Boavista Futebol Clube, o jogador e associado Rochinha foi alvo de um conjunto de insultos por adeptos da equipa adversária, inaceitáveis em qualquer contexto, por mais tenso que seja o ambiente de um jogo de futebol ou vulgar que seja a utilização de determinadas expressões nas bancadas”, lê-se num comunicado publicado no site daquele sindicato.

“Os referidos insultos não foram dirigidos de forma indiscriminada, foram antes uma manifestação de ódio e ameaça, com o aproveitamento de um acontecimento recente da vida do jogador, o falecimento da sua mãe”.

O sindicato garante que irá fazer chegar os factos às entidades competentes.

“Por constituírem uma agressão verbal especialmente violenta, o Sindicato vem desde já condenar o sucedido, manifestando total solidariedade com o jogador Rochinha e estando a averiguar os vários registos existentes sobre estes acontecimentos, de modo a encaminhar às entidades competentes”, remata.

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