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Braga

Braga: DST premiada em concurso internacional de arquitetura

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A DST, empresa de Braga, foi premiada no concurso internacional “Architecture MasterPrize 2020”. O projeto “Capela”, implementado no campus da construtora, em Braga, foi distinguido no prestigiado concurso, que atribuiu ainda uma menção honrosa, na categoria “industrial buildings”, à fábrica bysteel fs, inaugurada no ano passado naquele complexo industrial.

Em comunicado, a empresa explica que ambos os projetos têm assinatura do arquiteto Nuno Capa, que, em 2019, foi reconhecido na categoria “Commercial Architecture”, com o projeto “Urbo Business Centre”, em Matosinhos, também promovido pelo grupo bracarense presidido por José Teixeira.

Inserida no jardim Teresa Gonçalves do complexo industrial da DST, a Capela “repousa no terreno como um lugar de reflexão, de descanso espiritual e de contemplação da envolvente”, é explicado em comunicado.

Foi idealizado para ser um lugar de recolhimento individual, diferente de outros espaços que existem no campus, e a sua localização, isolada dos edifícios, obriga a um percurso a pé, numa alusão ao caminho percorrido por um peregrino em reflexão.

Foto: João Morgado

Os dois volumes em betão aparente que a constituem estão afastados por uma incisão de atravessamento livre, separando assim o lugar do divino e o lugar humano. Não há qualquer ponto de contacto. No seu interior, os dois planos são habitados de forma tranquila, um por um banco para contemplação e o outro pela Cruz de Cristo suspensa, uma escultura cerâmica concebida pelo artista plástico Alberto Péssimo, professor da Cooperativa Árvore, que embora represente a religião cristã, se encontra num espaço de todos e para todos.

“Reconhecimento do trabalho que tenho vindo a desenvolver”

“Optámos pela construção em arquétipo de capela, com elementos modulares pré-fabricados que se repetem, encerrados nos topos nascente e poente por Uglass, actuando como vitrais para entrada de luz natural”, destaca Nuno Capa, citado no comunicado, adiantando ainda que “a entrada é garantida pela subtração de um dos módulos, aberta aos elementos naturais como a chuva, o sol, a neve e o vento habitualmente presentes no dia-a-dia dos trabalhadores. À noite, o feixe de luz que flui pela abertura e pelos extremos em Uglass, transforma estes blocos de betão numa matéria visualmente leve”.

A utilização de materiais como o betão, o vidro, o aço e o tijolo caracteriza a matéria construtiva deste projeto, tornando-os nobres, porque são materiais diariamente manipulados pelos trabalhadores do dstgroup.

Sobre a atribuição dos prémios, Nuno Capa considera que são “o reconhecimento do trabalho que tenho vindo a desenvolver para o dstgroup e do mérito das equipas de projecto, de gestão e de construção que demonstraram a mesma dedicação, quer em projectos de pequena escala como a Capela, quer em projectos de maior dimensão e complexidade como a unidade industrial da bysteel fs.” Para o galardoado, “trata-se de dois projectos complementares no contexto de trabalho, já que a Capela representa a importância da pausa no tempo de trabalho como descanso e reflexão, uma simbiose fundamental na cultura empresarial do grupo que enriquece e reforça a importância da arquitectura em qualquer contexto”.

Bysteel fs conquista menção honrosa no “Architecture MasterPrize 2020”

Resultado de um investimento de 17 milhões de euros, a bysteel fs foi a mais recente aposta industrial do dstgroup. Inaugurada no ano passado, na presença do primeiro-ministro António Costa, a unidade conta com 7000 m2 de construção em dois pisos e uma nave de 6 700m2, onde a luz natural flui para um trabalho dedicado de fabricação e assemblagem de envelopes arquitetónicos de fachada. Com assinatura do arquiteto Nuno Capa, foi agora reconhecida com uma menção honrosa na categoria “industrial buildings”, na edição deste ano do “Architecture MasterPrize”

José Teixeira refere, citado em comunicado, que “os prémios que ganhamos e a que nos candidatamos são uma espécie de pauta de avaliação dos nossos trabalhos. E nós precisamos que os nossos trabalhos sejam avaliados por elementos neutros”, sublinha. Sobre a origem da Capela, o responsável revela que “aconteceu, porque me foi oferecido um Cristo de uma dimensão considerável, pelo artista plástico Alberto Péssimo e quando o vi decidi que tinha de o colocar em lugar de destaque. Como temos tido foco na espiritualidade e na meditação para nos tornarmos mais leves e competitivos, desafiei o Nuno Capa, arquiteto que tem uma grande sintonia com as minhas orientações estéticas, para desenhar, a partir de elementos de obras, uma capela. O resultado foi uma peça austera e muito simples. Acrescentámos apenas uma lamparina a azeite”.

“O prémio é uma consagração do Nuno, com quem temos, de resto, ganho outros prémios”, finaliza José Teixeira.

Braga

Roubam carro em Braga através de ligação direta e fogem com catalisadores

Crime

Foto: DR

Dois homens, de 41 e 46 anos, foram ontem detidos em Santa Maria da Feira, distrito de Aveiro, quando seguiam num veiculo que tinha sido dado como furtado no distrito de Braga, anunciou a GNR.

Os dois suspeitos foram interceptados em Arrifana, no concelho de Santa Maria da Feira, no âmbito de uma fiscalização rodoviária, depois de terem mostrado “comportamento suspeito”.

“Durante a fiscalização, foi possível constatar que o canhão da viatura tinha sido removido e que a ignição se encontrava ligada através de vários fios a um comutador (ligação direta)”, explica a Guarda.

No decorrer das diligências policiais, verificou-se que os suspeitos tinham furtado o veículo no distrito de Braga e que transportavam diversos catalisadores furtados, bem como equipamentos para corte e elevação de rodas, gazuas e gorros para ocultarem o rosto enquanto perpetravam os crimes.

A viatura foi recuperada e entregue ao seu legitimo proprietário.

Os detidos, com antecedentes criminais por ilícitos da mesma natureza, foram presentes durante a tarde de ontem, dia 19 de janeiro, ao Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira, onde lhes foi decretada a medida de coação de termo de identidade e residência.

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Braga

Parque de campismo no Gerês vence prémio internacional de acessibilidade

Turismo

O Parque Cerdeira, localizado no Parque Nacional Peneda-Gerês, no concelho de Terras de Bouro, venceu um dos prémios internacionais da ADAC Camping Gala 2021, na categoria de Demographic Change & Accessibilitity, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a administração do parque explica que a avaliação foi feita tendo em base testemunhos de inspetores, jornalistas e outros membros do clube ADAC, que valorizaram as condições do parque para com os seus clientes, sobretudo no que diz respeito a necessidades dos mais seniores.

De acordo com o júri, esta distinção não passa apenas pela acessibilidade para pessoas com deficiência, mas também pelos serviços para atender as necessidades crescentes de idosos.

“Numa altura em há um envelhecimento crescente da nossa sociedade, o Parque Cerdeira respondeu ao desafio fazendo um grande investimento na remodelação das instalações, dentro do conceito do design universal, com ajuda da linha de apoio que o Turismo de Portugal lançou para o turismo acessível”, refere José Carlos Pires, da administração.

O responsável afirma ainda que “o setor atravessa um momento muito difícil, sem fim à vista, pelo que este prémio nos dá um novo alento para mantermos a nossa visão de fazer deste espaço o melhor local do país de prática de Turismo Responsável, de reduzido impacto e íntimo contacto com a Natureza”.

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Braga

Estudantes da UMinho amontoados em corredor à entrada para testes

Universidade apela à responsabilidade da comunidade académica

Foto: DR

Imagens a que O MINHO teve acesso mostram dezenas de estudantes da Universidade do Minho (UM) sem distanciamento no corredor do Complexo Pedagócio 2, no campus de Gualtar, em Braga . Ao que O MINHO apurou, são alunos de dois cursos que esperavam a entrada nas respetivas salas para a realização de testes. A UM nota que o espaço está marcado e apela à responsabilidade dos estudantes – e restante comunidade académica – para cumprir as regras.

A situação registou-se na terça-feira, pelas 18:00, e as imagens foram captadas cerca de dez minutos antes do início dos exames. Um estudante, devidamente identificado por O MINHO, mas que pediu para manter o anonimato, critica o facto de terem sido marcados dois testes, de cursos diferentes, em simultâneo “para o mesmo corredor”, sendo “impossível manter o distanciamento”.

A mesma fonte acrescenta que, àquela hora, a “universidade estava vazia” e, portanto, o ajuntamento era evitável, podendo os testes terem sido marcados para outras salas.

“O local tem sinalética visível e adequada”

O MINHO teve acesso a um primeiro vídeo com o qual confrontou a UM. Posteriormente, já depois da resposta da academia, o nosso jornal teve acesso a um outro vídeo da mesma situação publicado na rede social Instagram. Tendo em conta esse primeiro vídeo, a universidade respondeu que “as imagens não são claras”, mas aponta que “o local tem sinalética visível e adequada que lembra as regras e indica o distanciamento entre todos os utilizadores”.

Nesse sentido, a UM , inclusivamente, enviou a O MINHO imagens do CP2 em que mostra toda a sinalização colocada para garantir o distanciamento social com vista a conter a propagação da pandemia (as quais reproduzimos de seguida).

Foto: UMinho

Foto: UMinho

Foto: UMinho

Foto: UMinho

Foto: UMinho

A UM apela, ainda, à responsabilidade da comunidade académica: “Para fazer face a esta pandemia a UMinho conta com a colaboração de todos os seus agentes de Saúde Pública, os estudantes, os professores, os trabalhadores, solicitando a todos e cada um que sejam responsáveis e zeladores pelo cumprimento das regras”.

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