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Braga

Braga discute transferência de 60 milhões para os TUB

Assembleia Municipal

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Foto: Ilustrativa / Arquivo

A proposta de transferência da Câmara de Braga para os TUB, até 2029, de 60,3 milhões de euros em dez anos – cerca de seis milhões anuais – é um dos principais temas em debate na Assembleia Municipal de Braga que se reúne hoje, pelas 21:00, no pequeno Auditório do Fórum Braga, na Avenida Dr. Francisco Pires Gonçalves.

Na assembleia vai ser votada uma outra proposta, aprovada em reunião de Câmara, para a atribuição de 219 mil euros ao Theatro Circo, que absorve, em julho, o espaço cultural GNRation, atualmente gerido pela Fundação Bracara Augusta.

Na ocasião, e questionada pelos vereadores do PS, Artur Feio, e da CDU, Carlos Almeida, a gestora do Theatro, Claúdia Leite, disse que, os 15 trabalhadores da área cultural transitam, sem perda de direitos, para este organismo cultural.

Os restantes, afetos às áreas da Juventude e do Social permanecem na Fundação Cultural. Salientou que a junção permite uma melhor gestão de recursos e conquista sinergias na área cultural, tendo em vista a candidatura da cidade a Capital Europeia da Cultura, em 2027.

A propósito, Ricardo Rio -e tendo em conta a posição do vereador Artur Feio, do PS, que apontou para o “esvaziamento” do organismo – esclareceu que os membros da Fundação, (Câmara, universidades do Minho e Católica e Cabido da Sé) vão criar um grupo de trabalho para redefinir as suas funções futuras, numa ótica de as devolver à sua ideia original.

A agenda de trabalhos para esta noite contempla, ainda, a proposta de adesão do Município de Braga à “AdaPT.Local – Rede de Municípios para a adaptação local às alterações climáticas”; a aquisição de serviços de auditoria externa das contas do Município de Braga; e Contratação de empréstimo de médio e longo prazo até ao montante de 12.000.000 euros – análise de propostas. Sobre este recurso à banca, Ricardo Rio já explicou que se trata de verba para obras em várias escolas e na rede viária concelhia.

Acordo com a Infraestruturas de Portugal

O ponto nº. 5 da Ordem de trabalhos intitula-se Acordo de mutação dominial a celebrar entra e Infraestruturas de Portugal, SA e o Município de Braga. Trata-se – e conforme O MINHO já anunciou – de um protocolo com a empresa estatal Infraestruturas de Portugal, SA que vai ceder ao Município de Braga dois troços de estrada, na Nacional 101 e na 201, o primeiro, com 2,8 quilómetros (kms) – correspondente ao troço junto ao Parque da Ponte e ao sopé do monte do Picoto – onde decorre a feira semanal – e o segundo, com 2,1 quilómetros, que atravessa a freguesia de Real.

O vereador do pelouro, João Rodrigues disse a O MINHO que, a autarquia tem interesse na posse do troço da estrada 101, que liga Braga a Guimarães, mas sublinhando que não serão feitas no local, de imediato. Já no troço da 201, que vai de Braga a Prado e a Ponte de Lima, a Câmara pretende fazer ali obras de melhoramento e conservação: “como a IP disse que não as ia fazer, resolvemos pedir a cedência, que é possível nos termos da lei”, explicou, sublinhando que o troço está “degradado”.

O Ponto nº. 6 é o da Alteração do Mapa de Pessoal do Município de Braga – 2020, seguindo-se a votação do Contrato de concessão do direito de exploração do bar das piscinas da rodovia, de Contratos interadministrativos de delegação de competências nas Juntas de Freguesia, e da Atribuição de apoios financeiros a Juntas de Freguesia;

A Assembleia termina com a informação prestada pelas Comissões Permanentes, e uma declaração do Presidente da Câmara Municipal, Ricardo Rio acerca da atividade do Município.

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Braga

Empresas de Braga passam a contar com auxílio gratuito de advogados

Covid-19

em

Foto: O MINHO (Arquivo)

A Associação Comercial de Braga e a Sociedade de Advogados Antas da Cunha ECIJA estabeleceram um acordo de cooperação que permitiu a criação de um Help Desk para apoiar o tecido empresarial da região de Braga, foi hoje anunciado.

No âmbito desta colaboração, a ACB reforça, assim, a sua capacidade de prestar auxílio aos empresários ao nível do esclarecimento, informação e aconselhamento sobre as medidas de apoio às empresas criadas pelo Estado Português, no âmbito da pandemia da doença covid-19, com o suporte técnico e legal de uma das mais conceituadas sociedades de advogados a operar em Portugal.

O diretor geral da ACB, Rui Marques, salienta a importância da criação deste serviço por responder aos anseios da comunidade empresarial local, sublinhado ter sido montado em estreita colaboração com dois movimentos de empresários de Braga – “o URBAC19” e o “Pelos Comerciantes” – e “por ter o suporte de umas mais conceituadas firmas de advocacia da península ibérica, musculando a capacidade de resposta da ACB numa altura que os seus serviços de apoio ao associado registam uma elevada procura”.

Para Nuno Vieira da Silva, Sócio da Antas da Cunha ECIJA, estava na hora do escritório olhar para Braga, uma das cidades mais inovadoras e pujantes do país: “Temos escritórios em várias partes do mundo e essa vantagem será colocada ao serviço da ACB e dos empresários bracarenses. Como sócio da Antas da Cunha ECIJA e como responsável pelo escritório de Braga não poderia estar mais entusiasmado com este protocolo”, sublinha.

Para além do Help Desk – que está disponível através do email [email protected] -, esta parceria prevê, ainda, a realização de seminários online que permitirão dar a conhecer, de forma prática, todas as medidas disponíveis, assim como as suas implicações ao nível laboral, fiscal,societário e contencioso a um grupo mais alargado de empresas.

O primeiro webinar está já agendado para a manhã do próximo dia 09 de abril, e, para além da presença de Rui Marques e Nuno Vieira da Silva, contará com a participação de quatro advogados especialistas da Antas da Cunha ECIJA, Isabel Costa (laboral), Carolina Sousa (fiscal), João Antunes Rodrigues (societário) e Daniela Guimarães (contencioso). A participação é livre e as inscrições devem ser efetuadas no site da ACB.

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Braga

CDU/Braga quer suspender taxas e tarifas de água, saneamento e resíduos aos munícipes

Reunião de câmara

em

Foto: Divulgação / CDU (Arquivo)

A CDU propõe à reunião da Câmara de Braga, de segunda-feira, um conjunto de medidas de apoio social aos bracarenses, a primeira das quais passa pela “suspensão do pagamento de rendas de habitação social, sem imposição de quaisquer penalizações”.

O vereador comunista Carlos Almeida pede ainda que os consumidores fiquem isentos de taxas e tarifas de água, saneamento e resíduos e que seja suspensa qualquer contraordenação em curso nas empresas municipais AGERE e na Bragahabit.

Recorde-se que a AGERE anunciou, este domingo, a suspensão da taxa de resíduos, mas apenas para comerciantes. Anunciou também uma redução da tarifa da água para todos os munícipes e a suspensão dos cortes de abastecimento de água.

O objetivo – diz a proposta é o de – “ir mais longe na proteção social da população do concelho, dos trabalhadores e dos pequenos empresários”.

O pacote sugere, também, que se encontrem “soluções financeiras para a criação de um fundo de apoio a famílias, em colaboração com a rede social concelhia, para ajudar a colmatar situações de desemprego, baixa de subsídios ou falta de outras prestações”

A CDU quer, por outro lado, que seja implementado um sistema de apoio, compra e distribuição de bens essenciais à população em isolamento ou quarentena, feito em articulação com os proddutores locais, comerciantes e feirantes, obviando-se assim, tambem à sua atual quebra de vendas”.

A última proposta é a da criação de uma linha de apoio financeiro extraordinária, com dotação orçamental específica, dirigida ao movimento associativo popular e desportivo face à suspensão quase total da sua atividade.

Na reunião de vereadores, que decorre por vídeoconferência, estão, em análise, entre outros assuntos, a adenda ao protocolo de colaboração entre o Município e a Companhia de Teatro de Braga, o contrato a celebrar com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Braga, contratos interadministrativos de delegação de competências para diversas freguesias do Concelho e propostas de apoios financeiros a várias entidades.

A ordem de trabalhos desta Reunião está disponível para download aqui.

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Braga

Braga diminui tarifa e acaba com cortes de água aos consumidores. Comerciantes não pagam taxa do lixo

Covid-19

em

Foto: Divulgação / CM Braga / Sérgio Freitas (Arquivo)

A empresa municipal de lixos, água e saneamento AGERE anunciou, hoje, que a Câmara de Braga decidiu, isentar os clientes de comércio e serviços da taxa de disponibilidade de água e saneamento. E lança outras medidas como as , de reescalonamento tarifário para consumidores domésticos, e fim, temporário, dos cortes de água por falta de pagamento.

Decidiu ainda – diz o organismo – “isentar a totalidade da componente fixa do tarifário de resíduos urbanos aplicável a todos os estabelecimentos comerciais, cuja tipologia se cifre numa área de até 200 m2, bem como a redução em 25% desta mesma componente para estabelecimentos com tipologia de área superior a 200 m2”.

E, prosseguindo, esclarece: “Uma vez que as medidas anunciadas visam evitar grandes aglomerações e afluxo de pessoas, constituindo este reconhecidamente um fator de risco acrescido à estagnação da pandemia, as referidas isenções só se aplicarão aos estabelecimentos que encerrem a sua atividade neste período”.

O gestor da AGERE, Rui Morais – revela, ainda, que a Agere decidiu também implementar medidas que visam minorar os impactos financeiros, da permanência “forçada” em casa, de forma a que os clientes domésticos não sejam prejudicados pelo, mais do que provável, aumento do consumo de água. Para tal, irá reescalonar, em termos de tarifário, esse consumo adicional.

A medida – explicou – consiste em faturar esse excedente, quando comparado com consumo médio do último ano, ao valor unitário correspondente ao escalão máximo atingido num mês de consumo normal. O impacto desta medida pode chegar a um desconto de cerca de 40% do valor no consumo da água.

“Quer as isenções para o comércio, quer estes descontos para os munícipes em geral, serão de acesso automático, e que se irão consubstanciar através de créditos futuros”, assinala o administrador.

A Agere vai, de seguida, enviar aos seus clientes, toda a informação necessária, tendo em vista as referidas medidas, pelo que apelamos para que não sejam, no imediato, sobrecarregados os nossos canais de contactos, com pedidos de informação sobre as mesmas, implicando atrasos nos atendimentos de outras questões urgentes”.

“Em paralelo a estas medidas a Agere decidiu suspender temporariamente a realização de cortes de água a clientes com faturas em dívida. Para os restantes, e de forma a evitar que mais famílias entrem em situação de incumprimento perante eventuais dificuldades financeiras em resultado da pandemia, irá flexibilizar os pagamentos, sempre que seja manifestada essa necessidade”.

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