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Braga

Braga contrata 15 novos polícias municipais

Atualmente aquela polícia conta com 39 elementos

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O Município de Braga contratou 15 novos colaboradores para reforçar o corpo da Polícia Municipal de Braga, anunciou hoje a autarquia.

Foto: Sérgio Freitas / CM Braga (Divulgação)

Os novos agentes, 7 mulheres e 8 homens, iniciam agora um período de formação com a frequência de um curso da Fundação para os Estudos e Formação nas Autarquias Locais que decorrerá em Coimbra até julho e de setembro a outubro, em Torres Novas, na Escola Prática da PSP, segundo explica aquela câmara municipal numa nota enviada a O MINHO.

A Polícia Municipal, actualmente composta por 39 elementos, tem por missão a fiscalização do cumprimento da legislação municipal e de infracções de natureza rodoviária bem como o policiamento e a salvaguarda da segurança de pessoas e bens, entre outras atribuições.

Os novos agentes reforçam a equipa da Polícia Municipal a partir de outubro de 2019.

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Braga

Voluntários começam a contar histórias de adormecer a crianças internadas na Pediatria em Braga

No Dia Mundial do Sono

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Associação Nuvem Vitória tem 300 voluntários em todo o país. Foto: Facebook de Nuvem Vitória

O Dia Mundial do Sono, que se assinala esta sexta-feira, dia 15 de março, irá marcar o arranque de uma parceria entre o Hospital de Braga e a Associação Nuvem Vitória, que irá resultar num programa de voluntariado no serviço de Pediatria, em que os voluntários da associação irão passar a ler histórias, antes da hora de adormecer, a todas as crianças ali internadas.

A iniciativa terá lugar nos dias úteis, entre as 19:30 e as 22:00 horas, segundo revelou hoje fonte do hospital em comunicado enviado a O MINHO.

A equipa de voluntários é composta por cerca de 80 pessoas, que diariamente passam a deslocar-se ao internamento de Pediatria com missão de sensibilizar para a importância do bom sono e da leitura e, ainda, para contribuir para a melhoria do bem-estar das crianças e jovens.

“Esta parceria com a Associação Nuvem Vitória é mais uma das muitas que o Hospital de Braga tem vindo a desenvolver e são uma forma “de abrir portas à comunidade que nos rodeia, permitindo que as instituições aqui desenvolvam as suas atividades enquanto as crianças estão a passar por um momento de maior fragilidade”, salienta a Administradora Executiva do Hospital de Braga, Maria Barros, citada no texto. Acolher projetos que permitam “ajudar a aliviar o tempo que as crianças aqui passam internadas”, tem sido o mote destas parcerias, destaca Maria Barros.

Almerinda Pereira, ao centro, é a Diretora do Serviço de Pediatria do Hospital de Braga. Foto: Divulgação / Arquivo

A Diretora do Serviço de Pediatria do Hospital de Braga, Almerinda Pereira, realça a componente terapêutica desta parceria que “para além de estimular o gosto pela leitura, espera-se que, tenha, também, efeitos na melhoria do bem-estar dos utentes internados”.

Fernanda Freitas, a Presidente da Direção da Associação Nuvem Vitória, salienta que o impacto das ações de voluntariado, ao longo de mais de dois anos de trabalho, tem sido “extremamente positivo, não só junto das crianças que ficam mais serenas, mas também junto dos cuidadores que, no final de um dia de internamento, também encontram nas histórias de embalar um momento de maior tranquilidade. Estamos muito felizes por poder trazer este projeto até Braga.

A Associação Nuvem Vitória nasceu em 2016 e tem como missão principal contribuir para melhorar o sono das crianças, nomeadamente em hospitais ou outras instituições, que por motivos de saúde ou outros, temporariamente, as retirem dos seus ambientes familiares. A Nuvem Vitória tem já cerca de 300 voluntários nas pediatrias do Hospital de Santa Maria (Lisboa), São João (Porto), Vila Franca de Xira e Alcoitão e com esta nova parceria abre no Hospital de Braga o seu quinto núcleo de voluntários a nível nacional.

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Braga

Ex-diretor da MAN voltou a negar corrupção nos TUB

Tribunal começou a ouvir testemunhas

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Foto: DR/Arquivo

O ex-diretor comercial da MAN-Portugal voltou hoje a negar em Tribunal ter participado em qualquer esquema de corrupção na venda de autocarros aos TUB- Transportes Urbanos de Braga. Luís Paradinha teve de repetir parte do depoimento prestado na sessão anterior, dado que as suas declarações ficaram mal gravadas.

Ao coletivo de juízes disse não saber explicar as acusações feitas em sede de inquérito pelo proprietário da MAN/Braga, Abílio Meneses da Costa (já falecido) : “sempre tive boa relação com ele, mas, a certa altura, ele começou a fazer ameaças”, disse.

O arguido foi confrontado pelo Ministério Público com o facto de não ser pronunciado, quando foi ouvido em sede de inquérito, sobre um documento que Abílio Costa entregou à PJ/Braga, descrevendo um suposto esquema de luvas na venda de autocarros, tendo dito que, na altura não lho mostraram, apenas lhe disseram que existia, pelo que não o pode rejeitar, como “falso que é”.

O Tribunal começou, de seguida, a ouvir as testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa no julgamento do processo, tendo começado pelo contabilista António Cerqueira, que trabalhou para o grupo Meneses da Costa.

Foi-lhe mostrada uma parte dos autos na qual a acusação sustenta que Vítor Sousa, o antigo presidente dos TUB, não terá pago uma parte de um carro que adquiriu a Abílio Costa, no valor de 12500 euros. O seu depoimento foi inconclusivo, não rejeitando nem confirmando a tese da acusação.

Quando prestou declarações, Vítor Sousa disse que passou um cheque pré-datado de 12,500 euros a Abílio Costa e que este o usou num banco para obter o dinheiro antecipadamente. Num esquema de rolamento de cheques que seria habitual na vida do empresário. Mais tarde, o cheque foi devolvido a Vítor Sousa dado que havia um encontro de contas a fazer por causa de um acidente envolvendo a dita viatura, e cujo salvado ficou para Abílio Costa. Ou seja, diz Vítor Sousa, foi apenas um esquema de cheques sem qualquer benefício pessoal, ou seja, sem que tivesse algo a ver com luvas.

O coletivo de juízes da Vara Mista terminou, assim, a audição de três dos quatro arguidos, já que a ex-vogal dos TUB Cândida Serapicos se escusou a falar em audiência.

O julgamento, que prossegue esta quinta-feira dia 28 com a audição das testemunhas, abrange, ainda, o ex-administrador dos TUB, Vítor Sousa, a ex-vogal da empresa municipal, Cândida Serapicos, o ex-diretor técnico Luís Vale, e a própria filial nacional da MAN- Trucks & Bus Portugal. Os dois ex-administradores dos TUB estão acusados de corrupção passiva para ato ilícito e de gestão danosa, enquanto que o ex-diretor responde por corrupção passiva. Os outros dois arguidos estão acusados por corrupção ativa em prejuízo do comércio internacional.

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Braga

Feirantes vão à Câmara protestar contra condições da feira de Braga

Presidente da Câmara diz que regresso ao anterior local “está fora de questão”

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Foto: CM Braga

Um pequeno grupo de feirantes vai, esta segunda-feira, à reunião da Câmara de Braga para protestar contra as condições da feira atual, instalada no sopé do monte do Picoto, junto ao estádio 1.º de maio.

Ao que o MINHO apurou, os feirantes queixam-se da chuva e da lama que causa, inundando tendas e espaços, e criando más condições na área, o que afasta os consumidores. Com a consequente queda em termos de faturação.

Vão, por isso, fazer sentir aos vereadores que a feira semanal estava melhor no espaço do antigo Parque de Exposições, hoje Forum Altice Braga. E que, por isso, gostariam de regressar.

Contactado a propósito, o presidente do Município, Ricardo Rio, disse a O MINHO que foi já feito um concurso público para dotar a zona de infraestruturas e condições para a feira, com áreas para aparcamento, mas o resultado foi contestado no Tribunal Administrativo por um dos concorrentes que perdeu.

Rio diz que aguarda as decisões judiciais e que o regresso ao local anterior, o Parque de Exposições “está fora de questão”.

Na ocasião, a Câmara vota uma proposta de pedido ao Ministério da Saúde de cedência de 8,9 hectares de terreno, anexos ao Hospital, para os incorporar no parque ecomonumental das Sete Fontes.

É, ainda, debatida uma proposta de alteração do PDM (Plano Director Municipal) para permitir a elaboração de um plano de urbanização para a zona. A votação esteve agendada para a reunião anterior mas foi adiada a pedido do PS e da CDU, na oposição.

Da agenda da reunião consta, ainda, uma proposta de discussão pública do Regulamento a aplicar, de março a outubro, para uma taxa turística ou de dormida, através da qual os estabelecimentos hoteleiros, de todas as índoles, são obrigados a reter 1,5 euros por cada hóspede, com mais de 16 anos.

Taxa que se aplica, apenas, aos primeiros quatro dias, naqueles quatro meses, estando isentos os cidadãos com deficiência, ou os que venham a Braga por razões médicas. Ao todo, a Câmara espera arrecadar 500 mil euros já este ano.

Outro tema forte é o das tarifas de água e de saneamento, apresentadas pela AGERE, mas os preços mantêm-se, no essencial, inalterados, ou seja, não há aumentos, como sucedeu em 2018.

Em discussão estão, ainda, contratos interadministrativos de delegação de competências nas freguesias do concelho e apoios financeiros a diversas entidades.

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