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Braga

Braga aprova orçamento de 133 milhões com votos contra da oposição

Mais 13 milhões do em 2020

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Foto: Município de Braga / Arquivo

A Câmara de Braga aprovou hoje o Orçamento para 2021, no valor de 133 milhões de euros, com os votos contra da oposição PS e CDU, que aludiu a um documento “absolutamente eleitoralista”.

O orçamento é superior em 13 milhões de euros ao de 2020, um crescimento justificado pelo presidente da Câmara, Ricardo Rio, eleito pela coligação PSD/CDS/PPM, com um empréstimo bancário de 12 milhões de euros que vai ser contraído.

“É um orçamento absolutamente eleitoralista, que se pendura num empréstimo de 12 milhões de euros”, criticou o PS, pela voz do vereador Artur Feio.

Por sua vez, o vereador da CDU, Carlos Almeida, referiu tratar-se de um orçamento “de continuidade, de final de mandato, com projetos e obras que se arrastaram no tempo e cuja concretização se prevê agora em ano eleitoral”.

“Esta é uma estratégia de que nos distanciamos”, sublinhou.

O presidente da Câmara contrapôs que a acusação de eleitoralismo acaba por ser “um grande elogio” ao orçamento.

“É sinal que corresponde às expectativas dos eleitores”, afirmou Ricardo Rio.

O PS manifestou ainda “muita preocupação” pelo “aumento considerável”, de 34%, da dívida a médio e longo prazo.

Rio respondeu que o aumento da dívida a médio e longo prazo não o preocupa.

“Esse aumento é consciente”, referiu Ricardo Rio, sublinhando que o importante é que o investimento seja “reprodutivo e premente”.

A CDU também apontou o aumento da dívida, em cerca de 10 milhões de euros, como “nota negativa” do documento.

Por contraponto, destacou que em 2021, pela primeira vez desde que Rio assumiu a liderança do município, está prevista uma redução da receita de impostos, nomeadamente por força da descida do imposto municipal sobre imóveis (IMI).

Para a CDU, este era um caminho “que já devia ter começado a ser seguido mais cedo”.

A descida da receita dos impostos decorre também do arrefecimento da atividade empresarial provocado pela pandemia de covid-19 e a consequente diminuição das verbas da derrama.

Ricardo Rio assumiu que este é, “naturalmente”, um orçamento de continuidade, que vem “rematar o trabalho desenvolvido ao longo do mandato”, cumprindo assim o compromisso assumido com o concelho.

Para a maioria, o orçamento para 2021 encontra-se “claramente sustentado e ou condicionado” por nove pressupostos, entre os quais a redução da previsão dos impostos diretos e indiretos em 1,4 milhões de euros, e a manutenção das dotações destinadas à concretização das competências e investimentos nas freguesias, no valor de 8,6 milhões de euros.

O incremento dos recursos destinados a financiar as despesas com o pessoal e a preservação do esforço orçamental de locação de três milhões de euros para o pagamento das sentenças no âmbito da construção do estádio para o Euro 2004 são outros dos pressupostos.

O documento assenta ainda na consolidação do plano de investimento municipal, que se traduza “efetivamente” na racionalização dos recursos e na resposta a necessidades consideradas prioritárias tendentes à dinamização da economia local.

Para 2021, o investimento preconizado ultrapassa os 35 milhões de euros.

A maioria aponta ainda o reforço da dotação destinada a financiar o apoio à habitação, RADA, passando a totalizar 800 mil euros, o aumento das dotações destinadas ao combate à pandemia de covid-19 (mais um milhão de euros), a assunção do compromisso intermunicipal de apoiar a Rede Especial de Transportes, no âmbito da CIM Cávado (400 mil euros).

O último pressuposto é a manutenção das dotações destinadas a financiar as aquisições de bens e serviços e transferências, tendentes à prossecução da atividade municipal, bem como, na concretização do plano de ação de combate à pandemia, consubstanciando-se, entre outras ações, na manutenção dos contratos-programa estabelecidos com as empresas municipais, coletividades e instituições desportivas e culturais.

O executivo da Câmara de Braga é constituído por sete elementos da coligação PSD/CDS/PPM, três do PS e um da CDU.

Braga

Marcelo vence em Braga com 61%. Ana Gomes tem 15% e André Ventura 10,17%

Eleições presidenciais 2021

Já está fechada a contagem dos votos em Braga, apontando uma vitória expressiva a Marcelo Rebelo de Sousa. Ana Gomes surge em segundo lugar, seguindo-se André Ventura. Marisa Matias fica em quarto.

Fonte: MAI

No concelho de Braga, Marcelo Rebelo de Sousa obteve 50.577 votos (61%), assumindo destacadamente o primeiro lugar, Ana Gomes em segundo, com 12.440 votos, André Ventura conseguiu 8.443 votos (10,17%).

Segue-se Marisa Matias, em quarto, com 3.172 votos (3,83%), Tiago Mayan, em quinto, com 3053 votos (3,68%), João Ferreira foi sexto, com 2936 votos (3,54%),  e Vitorino Silva somou 2304 votos (2,78%).

As freguesias do centro histórico da cidade, São Vicente, Maximinos, Sé e Cividade, São José de São Lázaro, São João do Souto e São Vítor ofereceram a Marcelo Rebelo de Sousa, 16.054 votos. Nas mesmas freguesias, Ana Gomes recebeu o apoio eleitoral, de 5.231 eleitores, ocupando o segundo lugar. André Ventura reuniu 2.901 votos ocupando o terceiro lugar.

Nas freguesias do centro histórico, os restantes lugares são partilhados, por João Ferreira, com 1.296 votos, Marisa Matias com 1.293 votos, Tiago Mayan com 1.202 votos e Vitorino Silva com 656 votos.

Nas freguesias suburbanas circundantes do centro histórico de Braga, de Ferreiros e Gondizalves, Nogueira, Fraião e Lamaçães, Real, Dume e Semelhe, as classificações de pódio mantêm-se: Marcelo Rebelo de Sousa reuniu 10.432 votos, Ana Gomes 2.793 votos e André Ventura conseguiu 1.823 votos.

Seguiu-se Tiago Mayan, com 753 votos, Marisa Matias com 675, João Ferreira com 572 e Vitorino Silva com 470.

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Braga

Já há resultados em mais oito concelhos do distrito de Braga (Ventura é 2.º em Fafe e Vila Verde)

Já estão fechadas as contagens dos votos nos concelhos de Vila Verde, Amares, Fafe, Esposende, Póvoa de Lanhoso, Vizela, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, apontando uma vitória expressiva a Marcelo Rebelo de Sousa em todos os concelhos. Ana Gomes e André Ventura dividem segundo e terceiro lugar em diferentes locais. Também em Vieira do Minho e Terras de Bouro já se conhecem resultados, conforme noticiado anteriormente por O MINHO.

Resultados em Esposende. Fonte: MAI

Resultados em Póvoa de Lanhoso. Fonte: MAI

Resultados em Cabeceiras de Basto. Fonte: MAI

Resultados em Celorico de Basto. Fonte: MAI

Resultados em Fafe. Fonte: MAI

Resultados em Vizela. Fonte: MAI

Resultados em Amares. Fonte: MAI

Resultados em Vila Verde. Fonte: MAI

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Braga

Marcelo vence em Vieira do Minho e em Terras de Bouro (André Ventura em segundo)

Já estão fechadas as contagens dos votos nos concelhos de Vieira do Minho e Terras de Bouro, apontando uma vitória expressiva a Marcelo Rebelo de Sousa em ambos. André Ventura ficou em segundo nos dois concelhos, enquanto que Ana Gomes foi terceira.

Em Vieira do Minho, o atual Presidente conseguiu 2.951 votos (65,80%), seguindo-se André Ventura com 552 (12,31%). Ana Gomes ficou em terceiro, com 483 votos (10,77%), Vitorino em quarto (154 / 3,43%), Marisa Matias em quinto (133 / 2,97%), Tiago Mayan em sexto (108 / 2,41%) e João Ferreira em sétimo (104 / 2,32%).

Votaram 4.585 pessoas de entre 12.516 inscritos (36,63%).

Fonte: MAI

Em Terras de Bouro, o atual Presidente conseguiu 1.999 votos (67,58%), seguindo-se André Ventura com 419 (14,16%). Ana Gomes ficou em terceiro, com 242 votos (8,18%), Vitorino em quarto (107 / 3,62%), João Ferreira em quinto (88 / 2,97%), Marisa Matias em sexto (55 / 1,86%) e Tiago Mayan em sétimo (48 / 1,62%).

Votaram 3.053 pessoas de entre 6.709 inscritos (45,51%).

As projeções à boca das urnas das televisões apontam a vitória de Marcelo Rebelo de Sousa, à primeira volta, nas eleições presidenciais realizadas hoje em todo o país, obtendo entre 55,6% a 62% dos votos.

As projeções dão Ana Gomes em segundo e André Ventura em terceiro.

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Tiago Mayan, Marisa Matias e João Ferreira encontram-se praticamente empatados, mas o liberal parece levar vantagem.

Tino de Rãs terá sido o menos votado.

Projeções das quatro estações televisivas

RTP

Marcelo Rebelo de Sousa: 57%-62%
Ana Gomes: 13%-16%
André Ventura: 9%-12%
Marisa Matias: 3,5%-5,5%
João Ferreira: 3,5%-5,5%
Tiago Mayan Gonçalves: 3%-5%
Vitorino Silva: 2%-4%

SIC

Marcelo Rebelo de Sousa: 55,5%-60,5%
Ana Gomes: 13,1%-17,1%
André Ventura: 10,1%-14,1%
João Ferreira: 3,3%-6,3%
Marisa Matias: 2,4%-5,4%
Tiago Mayan Gonçalves: 2,3%-5,3%
Vitorino Silva: 1,3%-3,3%

TVI

Marcelo Rebelo de Sousa: 56,4%-60,4%
Ana Gomes: 12,2%-16,2%
André Ventura: 9,9%-13,9%
Tiago Mayan Gonçalves: 2,3%-6,3%
Marisa Matias: 2,2%-6,2%
João Ferreira: 2,1%-6,1%
Vitorino Silva: 0,9%-4,9%

CMTV

Marcelo Rebelo de Sousa: 55,8%-60,6%
Ana Gomes: 12,7%-16,3%
André Ventura: 10,1%-13,7%
Marisa Matias: 3,1%-5,5%
Tiago Mayan Gonçalves: 3%-5,4%
João Ferreira: 2,9%-5,3%
Vitorino Silva: 1,6%-4%

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