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Futebol

Carlos Carvalhal é o novo treinador do Rio Ave

Bracarense chegou a ser associado ao SC Braga

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Foto: DR / Arquivo

Carlos Carvalhal é o novo treinador do Rio Ave, tendo assinado contrato válido por uma temporada, anunciou hoje o clube vila-condense, que terminou a época 2018/19 no sétimo lugar da I Liga portuguesa de futebol.


Carlos Carvalhal, que sucede a Daniel Ramos no comando da formação vila-condense, regressa ao futebol português, depois de nas últimas épocas ter trabalhado em Inglaterra, ao serviço do Swansea e do Sheffield Wednesday, onde teve como adjunto Bruno Lage, atual treinador principal do Benfica.

No currículo, Carvalhal, de 53 anos, conta ainda com passagens por Istanbul BB, Besiktas, ambos da Turquia, Sporting, Asteras (Grécia), Marítimo, Vitória de Setúbal, Sporting de Braga, Belenenses, Beira-Mar, Leixões, Desportivo das Aves, Vizela, Freamunde e Sporting de Espinho.

No Sheffield Wednesday, do segundo escalão do futebol inglês, onde esteve duas épocas e meia, Carvalhal colocou a equipa na luta pelos lugares de acesso ao principal escalão, embora não tendo conseguido esse objetivo, o que ditou a sua saída.

A ‘aventura’ inglesa continuou ao serviço do Swansea, já na ‘Premier League’, onde o técnico português procurou, sem sucesso, evitar a descida de divisão, tendo terminado no 18.º e antepenúltimo lugar.

No currículo internacional, Carvalhal conta ainda com passagens pelos turcos do Istanbul BB e do Besiktas, pelo futebol grego, onde orientou o Asteras Tripoli, e pelos Emirados Árabes Unidos, onde foi coordenador técnico do Al Ahli.

O último desafio em Portugal aconteceu na época de 2009/10, quando o assumiu o comando do Sporting, já com o campeonato em curso, sucedendo a Paulo Bento e levando a equipa até ao quarto lugar final.

Antes, Carlos Carvalhal tinha solidificado a carreira em outros clubes lusos, com destaque para a conquista da primeira edição da Taça da Liga, com o Vitória de Setúbal, em 2007/08, e por ter orientado a equipa do Leixões que em 2001/02 conseguiu uma surpreendente presença na final da Taça de Portugal e, na época seguinte, nas competições europeias.

O treinador começa a trabalhar já na terça-feira, no estádio dos Arcos, na preparação da nova temporada, não estando prevista uma cerimónia oficial da sua apresentação, nem da sua equipa técnica, que ainda está por definir.

Ainda esta tarde, o clube irá colocar no seu site oficial, as primeiras declarações de Carlos Carvalhal como treinador do Rio Ave.

Notícia atualizada às 15h39 com mais informação

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Futebol

CMVM levanta suspensão das ações da Benfica SAD

Operação ‘saco azul’

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Foto: DR / Arquivo

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários levantou a suspensão das negociações de ações da Benfica SAD, suspensas desde terça-feira, quando foi divulgado que o presidente do clube e a SAD tinham sido constituídos arguidos por fraude fiscal.

Na nota hoje divulgada no ‘site’, a CMVM explica que decidiu levantar a “suspensão da negociação das ações Sport Lisboa e Benfica – Futebol SAD e outros instrumentos relacionados, na sequência da divulgação de informação relevante”.

Na terça-feira, a Procuradoria-Geral da República confirmou a constituição de três arguidos, uma pessoa singular e duas coletivas, por fraude fiscal, no âmbito da operação ‘saco azul’, que envolve o Benfica.

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Futebol

“Neste momento, não olhamos a ‘ses’”

Vítor Oliveira

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Foto: DR

Declarações após o jogo Gil Vicente-Tondela (3-2), da 32.ª jornada da I Liga de futebol, disputado na terça-feira no Estádio Cidade de Barcelos, em Barcelos.

Vítor Oliveira (treinador do Gil Vicente): “A vitória foi justa, difícil e até podíamos ter sido penalizados no final. Tivemos 60 minutos de muita qualidade, mas depois esquecemo-nos de um aspeto fundamental: o futebol é um jogo coletivo.

Quando começámos a individualizar e a pensar mais com o umbigo do que com a cabeça, pusemo-nos a jeito. O mais importante era a seriedade que tinha de haver nestes jogos, porque está muita coisa envolvida para as equipas que lutam pela manutenção.

Nos últimos 25 minutos, não encarámos o jogo com a seriedade que seria exigida à nossa equipa, que chegou onde chegou porque mostrou sempre um grande sentido coletivo. Quando isso não aconteceu, demos barraca e mostrámos que somos fracos.

Vamos conversar sobre isso. Depois de 70 minutos de muito bom nível, em que fizemos três golos e até podíamos ter feito mais, acabámos com o credo na mão. Não nos entendemos, corremos disparatadamente sem nexo e o Tondela podia ter empatado.

Neste momento, não olhamos a ‘ses’. As coisas têm de ser como são e ganha quem marca mais golos. O Tondela entrou pressionado pela posição que ocupa na tabela, cometeu muitos erros, mas, se viesse cá tranquilo, também os cometeria”.

Gil Vicente volta a vencer e sobe ao nono lugar

Natxo González (treinador do Tondela): “Se demos uma hora de avanço? É verdade. O Gil Vicente foi muito superior no primeiro tempo. Mostrou ser uma equipa tranquila, feliz com o seu próprio jogo, com dinâmicas muito boas e sem qualquer responsabilidade.

O Tondela tinha muita necessidade de pontuar e não geriu isso muito bem. Pelo contrário, esteve com medo e o jogo desenrolou-se nesta toada até ao 3-0. Depois, veio ao de cima o orgulho, mas que não pode servir de consolo. Estamos todos muito dececionados.

Quando sentes que está tudo perdido e estás com o orgulho ferido, adotas outra atitude e arriscas mais nos duelos. Só que tínhamos de fazer isto desde o início e não apenas quando estávamos a perder. Precisamos de somar pontos e desta forma é impossível.

Esta situação é inquietante, mas, vendo a evolução da equipa, não me surpreende. Temos um objetivo difícil e estimulante pela frente. Há dois jogos decisivos e temos de somar pontos. Temos de pensar positivo, ainda que seja melhor não dizer o que sinto por dentro.

[Estreias absolutas de Jota e Telmo Arcanjo] É um prémio. Do que estava a ver no relvado, pior não iam fazer do que outros companheiros com maior trajetória no futebol. É um bom exemplo, pode ser decisivo para encarar o futuro e tenho de felicitá-los”.

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Futebol

“O Vitória fez o suficiente para fazer um ou dois golos”

31.ª jornada

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Foto: DR / Arquivo

Declarações dos treinadores após o jogo Benfica – Vitória SC (2-0), da 32.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

Ivo Vieira (treinador do Vitória SC): “Aquilo que o Vitória fez na primeira parte, as oportunidades que teve… Tivemos dois golos e o Benfica marcou um. Na segunda parte, o Benfica entrou a controlar, nos primeiros 15 ou 20 minutos, depois conseguimos equilibrar. O Benfica voltou a ser eficaz. O Vitória fez o suficiente para fazer um ou dois golos.

O jogo tem vários momentos. Gosto que a minha equipa tenha mais bola, mas muitas vezes, consoante o adversário, temos de jogar em transição e, noutros momentos, o ataque organizado. Jogar em contra-ataque, como o Benfica nos obrigou a recuar as linhas, foi uma das coisas que tivemos de fazer hoje.

Há sempre uma réstia de esperança, mas temos de ser conscientes. É muito difícil conseguirmos o quinto lugar [acesso à Liga Europa]. É um objetivo que não conseguimos. Assumo essa responsabilidade. Outro que falhámos foi a Taça de Portugal. Mas conseguimos chegar à ‘final-four’ da Taça da Liga e fizemos uma boa campanha na Liga Europa”.

Nelson Veríssimo (treinador do Benfica): “Foi um jogo difícil. Como estávamos à espera. Sabíamos que em alguns momentos iria ser um jogo equilibrado, onde sentimos dificuldades em algumas saídas. Em alguns momentos da segunda parte, estivemos em cima do jogo. Acabámos por fazer um bom jogo mais pela segunda parte. A primeira foi mais dividida.

Temos um plantel recheado de bons jogadores, muito competitivo. Hoje, Florentino teve a oportunidade de entrar. Todos os jogadores estão à procura de entrar. Houve outros jogadores que ficaram no banco e que também têm qualidade.

O trabalho psicológico é muito simples. É olhar para o que falta do campeonato e estabelecer objetivos. Não vi no passado e agora necessidade em motivá-los. Eles sabem o clube que representam e o que isso significa. Sinceramente, não sinto os jogadores desgastados. Sinto, sim, a falta dos nossos adeptos tanto em casa como fora.

Foi necessário tirar o Weigl fruto do momento do jogo. Senti que era necessário sair. Temos jogadores que têm qualidade para entrar e dar uma resposta positiva. Foi isso que aconteceu.

Hoje estava a torcer para ganhar a Vitória de Guimarães. Amanhã [hoje] vou ver o jogo [FC Porto – Sporting] pelo jogo, como alguém que gosta de futebol e o resultado será o que for.

Enquanto matematicamente for possível, acreditamos que seja possível ser campeão. A única coisa que podemos controlar é o nosso jogo. E o resto não depende de nós. É no jogo que tem de estar o nosso foco.

Quero dedicar esta vitória ao nosso presidente e nome de todo o grupo de trabalho”.

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