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Braga

Bombos e cabeçudos no segundo dia de São João em Braga

Entre exposições, cortejos e concertos

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Foto: Divulgação

Entre exposições, cortejos e concertos, muitas serão as atividades que decorrerão este sábado, segundo dia do programa alargado do São João de Braga.

No fim-de-semana dedicado ao Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos, que celebra 30 edições em 2019, cerca de dois mil participantes de toda a Península Ibérica e de vários pontos da Europa a juntam-se na cidade.

O encontro junta também milhares de pessoas nas ruas para assistirem às danças desengonçadas dos gigantones e aos ares fantasmagóricos dos cabeçudos. De forma a integrar as tradições sanjoaninas, desde 2014 uma serpente gigante feita de trapos integra o cortejo.

Pelas 17:00 começará a Black Pig Race, Corrida do Porco Preto, uma recordação de tradições das festas de São João. É uma prova de obstáculos, naturais, artificiais, urbanos e arquitetónicos, com um percurso de 6 quilómetros.

Já durante a noite, pelas 21:30 no Parque da Ponte, é o encontro de tocadores, “Traz a tua concertina”.

Programa

MANHÃ

8:30 – Praça da República – Entrada dos grupos de animação

9:30 – Passeio São João 4×4

10:00 – Igreja São João do Souto – Novena São João Baptista

10:00 – Mercado Municipal Temporário – O São João na Praça

10:00 – “Praça do Artesão” – Concerto pedagógico: Alunos Alberto Sampaio

11:00 – Braga Parque – Abertura do Concurso das Cascatas

11:00 – Parque da Ponte Alameda do Estádio 1º de Maio – XIII Encontro de Mini-Hondas

12:00 – Saída da Praça da República – Rodopiada de Gigantones e Cabeçudos

TARDE

15:00 – Em frente ao Theatro Circo – Passeio do XIII Encontro de Mini-Hondas de Braga

15:00 – Parque da Ponte Junto ao rio – Torneio da Malha São João de Braga

15:00 – Fonte do Idolo – Inauguração da exposição “Rouba Sorrisos”

15:00-19:00 – Centro Histórico – Animação de rua pelos participantes no Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos

16:00 – Museu do Traje Dr.Gonçalo Sampaio – Inauguração da exposição “O imaginario sanjoanino na criatividade popular”

16:00 – Centro Histórico – Arruada dos grupos de percussão do XXX Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos

17:00-19:30 – Parque da Ponte – Black Pig Race

18:00 – Câmara Municipal de Braga – Receção aos grupos participantes do XXX Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos

NOITE

21:30 – Parque da Ponte – “Traz a tua concertina” Encontro de tocantes de concertinas

22:00 – Praça Municipal – Cortejo de Gigantones e Cabeçudos

23:00 – Parque da Ponte – Concerto ZecAdegas

00:00 – Praça República – Baile de Gigantones: espetacular performance dos gigantones participantes do cortejo

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Braga

Carro arde na cidade de Braga

Em Lamaçães

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Vídeo: Facebook de Joaquim Filho / Grupo "Moina na Estrada"

Uma viatura, de marca Renault Megáne, ficou destruída na sequência de um incêndio rodoviário, ao final da tarde desta segunda-feira, em Lamaçães, cidade de Braga, disse a O MINHO fonte dos bombeiros.

Desconhece-se a origem do incêndio, que terá deflagrado na parte da frente do veículo. De acordo com informações recolhidas junto do Comando Distrital de Operações e Socorro de Braga, não há feridos a registar neste incidente.

No local – Rua da Senra, junto ao Media Markt -, pelas 20:00 horas, encontra-se uma equipa dos Bombeiros Sapadores de Braga, que procedem à extinção das chamas. O trânsito encontra-se condicionado numa que é das principais artérias da zona comercial de Lamaçães.

A PSP está também  no local. O alerta foi dado às 19:11.

Vídeo: Facebook de Joaquim Filho / Grupo “Moina na Estrada

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Braga

Projeto para “empoderar estudantes ciganos” em conferência na UMinho

Projeto RISE

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Foto: Divulgação

O Instituto de Educação da Universidade do Minho, em Braga, recebe esta terça-feira a “Conferência RISE”, que visa divulgar os resultados de experiências escolares inclusivas de crianças e jovens ciganos, avançou aquela escola em comunicado.

O evento insere-se no projeto “RISE – Roma Inclusive School Experiences”, que alia ainda Itália e Eslovénia e é financiado pelo programa Direitos, Igualdade e Cidadania da Comissão Europeia. O “RISE” apoia também a Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas no que diz respeito ao eixo da educação.

A conferência inaugural, “Rumo à educação inclusiva de estudantes ciganos: atenção à diversidade ou política de choque?”, conta às 10h30 com Mariano Enguita, da Universidade Complutense de Madrid (Espanha). Uma hora depois realiza-se o painel “RISE: conceção, parcerias e monitorização”, com Maria José Casa-Nova e Maria Alfredo Moreira, da UMinho, Susana Fernandes e Natália Costa, do Agrupamento Escolar de Prado, incluindo um debate.

A partir das 14:30, investigadores da UMinho e daquele agrupamento abordam experiências de formação e de trabalho colaborativo e a construção de dispositivos pedagógicos. A discussão dos resultados do projeto “RISE” decorre pelas 17h30, por Rosa Madeira, da Universidade de Aveiro. A sessão de encerramento está agendada para as 18:00.

A escola pública passou a integrar as chamadas classes populares e minorias, com diferenças na frequência e no aproveitamento escolar, situando-se as crianças e jovens ciganos tradicionalmente na base da hierarquia do sucesso.

O projeto “RISE”, através do método de investigação-ação, pretende empoderar os alunos ciganos por via de práticas interculturais e ações pedagógicas, articulando os seus saberes experienciais com o currículo mainstream, construindo um bilinguismo cultural potenciador de diferentes oportunidades de vida.

A divulgação dos resultados do projeto visa promover a discussão e a reflexão em torno destas problemáticas e inspirar outras realidades socioeducativas. O público-alvo da conferência engloba decisores políticos e membros de instituições educativas e sociais, como professores, educadores, dirigentes, técnicos, formadores, pais, estudantes e outros interessados.

A sessão de abertura é pelas 09:30, com a presença prevista da secretária de Estado para a Integração e as Migrações, Cláudia Pereira, da coordenadora do “RISE” e do Observatório das Comunidades Ciganas, Maria José Casa-Nova, do reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, do presidente do Instituto de Educação, Leandro Almeida, da diretora do Centro de Investigação em Educação, Leonor Torres, e do diretor do Agrupamento Escolar de Prado, José António Peixoto.

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Braga

Tribunal confirma nulidade de despacho sobre 40 horas de trabalho semanal em Braga

Oposição fala em “derrota política”

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Foto: O MINHO (Arquivo)

O Tribunal Central Administrativo do Norte confirmou a nulidade do despacho da autarquia de Braga que instituía as 40 horas de jornada semanal, uma decisão encarada pela oposição como uma “derrota política” da “arrogância” da maioria do executivo.

A decisão, de que não é possível recurso, foi esta manhã dada a conhecer durante a reunião do executivo camarário, com a oposição, CDU e PS, a salientar a “derrota política” e “péssima gestão” de recursos humanos por parte da maioria PSD/CDS-PP/PPM.

Em janeiro, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga considerou nulo o despacho que instituía as 40 horas de jornada de trabalho para os trabalhadores do universo municipal, em decisão de uma ação interposta pelo Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL), alegando a falta de consulta aos trabalhadores e às suas estruturas representativas.

“O município perdeu, recorreu e voltou a perder. Confirma-se a nulidade do despacho, o que quererá dizer que o horário das 40 horas esteve a ser praticado na base de um despacho nulo”, afirmou, em declarações as jornalistas no final da reunião o vereador da CDU Carlos Almeida.

Segundo o comunista, “coloca-se a reclamação legítima da hora diária que andaram a fazer a mais cinco horas de trabalho extraordinário e pode-se estar em falar num valor bastante significativo de um milhão, 1,5 milhões de euros”.

Para a CDU e para o PS, esta decisão é uma “clara derroga política” do presidente da autarquia, Ricardo Rio, com o PS a salientar que o valor em causa “devia ser pago sem necessidade de reclamação dos trabalhadores”.

“Nem sequer devia ser preciso esperar pelo pedido dos prejudicados, a câmara devia era tratar de fazer as contas e liquidar já”, defendeu o socialista Artur Feio.

A CDU acusou ainda Rio de “arrogância por não ouvir os trabalhadores a seu cargo e que isso saiu caro aos cofres municipais”.

Em resposta a estas acusações, o autarca refuta a derrota política.

“Não á uma derrota política porque aparentemente foi uma questão de natureza formal quanto a procedimentos seguidos para a tomada de decisão, mas quanto à questão politica não há dúvida sobre a legitimidade que a câmara tinha para tomar esta decisão”, defendeu.

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