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Região

Bloco quer “plano de emergência” para trabalhadores do têxtil

Distrito de Braga

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Foto: DR / Arquivo

O Bloco de Esquerda, representado pela deputada Alexandra Vieira, eleita pelo círculo distrital de Braga, e pela dirigente nacional Sónia Ribeiro, reuniu ,esta sexta-feira, com o Sindicato dos Trabalhadores do Vestuário, Confecção e Têxtil da Região Norte.


Situado em Braga, este sindicato acompanha perto a “realidade cada vez mais complexa e precária dos trabalhadores e das trabalhadoras do setor têxtil”, de acordo com um comunicado dos bloquistas.

“Esta indústria, com forte presença no distrito e responsável por milhares de postos de trabalho, é fortemente dependente da contratação do grupo Inditex”, começa por referir a nota.

“A deslocalização de produção que tem vindo a registar-se tem adensado as dificuldades: salários em atraso, trabalhadores cada vez mais precarizados, lay-off, processos de insolvência, trabalhadores enviados para casa sem trabalho, empresas que fecham para férias e não voltam a abrir são apenas algumas das terríveis situações com que os trabalhadores se deparam, às quais se soma o assédio moral no trabalho”, acrescenta o documento.

O Bloco de Esquerda considera “fundamental que seja criado um plano de emergência para dos trabalhadores e para as trabalhadoras deste setor”.

“O distrito de Braga tem milhares de pessoas ligadas a esta indústria pelo que é urgente uma intervenção estratégica para responder às necessidades destes trabalhadores”, refere a nota, acrescentando que “o Bloco vai levar esta situação à Assembleia da República”.

“Uma outra dificuldade identificada pelo Sindicato remete para o processo de análise as doenças profissionais, uma vez que as juntas médicas estão a demorar, em alguns casos, dois anos a ser agendadas”, finaliza o documento enviado às redações.

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Braga

ABB e Trofa Saúde em litígio sobre posse de prédio comprado por Domingos Névoa

Edifício no Porto destina-se a hotel ou residência sénior

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Foto: DR / Arquivo

O edifício que está a ser construído em Campanhã pela construtora ABB-Alexandre Barbosa Borges, de Braga, e que originalmente se destinava a um hospital do grupo Trofa Saúde, vai albergar um hotel ou uma residência sénior.

O empresário Domingos Névoa, que comprou o prédio à ABB, revelou a O MINHO que tem duas “boas propostas, de empresas com credibilidade”, uma da área hoteleira outra da saúde para pessoas idosas, mas ainda não optou.

“A obra do prédio está ainda a 60 por cento. Tenho de ponderar bem as propostas e as garantias porque está em causa um investimento total de 40 milhões de euros”, sublinhou, manifestando-se confiante de que, em 2021, a solução será encontrada e o edifício começará a funcionar.

Posse em litígio

No entanto, a propriedade do edifício em construção em Campanhã está em disputa na Unidade Cível do Tribunal de Braga. A juíza marcou já uma audiência preliminar entre as partes para setembro e juntou numa só ação cível as duas que haviam sido intentadas, uma pela construtora, e outra, de sentido contrário, pelo grupo Trofa Saúde.

Em causa está a construção, pela ABB, de um edifício para um Hospital Privado daquele grupo empresarial de Saúde. Na primeira ação, a ABB pede ao Tribunal que anule o contrato com a Trofa Saúde e exige 2,5 milhões de euros de indemnização, conforme uma cláusula penal do contrato.

Uma segunda ação, esta interposta pelo grupo trofense, é uma ação pauliana – de anulação de negócio – que intentou no Tribunal de Braga contra a venda pela ABB II-Imobiliária à empresa Predi 5 (esta do universo de empresas de Domingos Névoa) do edifício em construção no Porto destinado a acolher o tal hospital.

Sobre este litígio, Névoa foi lacónico: “Comprámos à ABB, em quem confiámos, e que nos garantiu que o prédio em construção lhe pertence”.

PDM não permite

Contactada a propósito, a Câmara do Porto disse que ainda não recebeu qualquer pedido ou pré-projeto, quer para um hotel quer para uma residência sénior, reafirmando que o PDM, à partida, não permite nenhuma das soluções.

“Só com o projeto é que se pode aferir. Como o terreno está classificado como sendo de equipamento, pode acolher, por exemplo, um hospital sénior. Mas depende do projeto”, sublinhou fonte do Gabinete de Comunicação.

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Braga

Campanha para comprar em Vila Verde com um total de 150 mil euros em descontos

Comércio (Com)Vida

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Foto: Divulgação / AEVH

A AEVH – Associação Empresarial Vale do Homem e a Câmara de Vila Verde lançaram uma campanha de descontos no comércio local, como forma de contribuir para alavancar o tecido empresarial local.

Em comunicado, a AEVH que foram distribuídos mais de 30 mil panfletos pelas caixas de correio por todo o concelho.

Cerca de 50 lojas aderiram à campanha, “totalizando mais de 1,5 milhões de cupões de descontos incentivando à compra no comércio local”.

Segundo a AEVH, o valor total dos descontos pode ascender aos 150 mil euros.

Os interessados têm apenas que destacar o cupão pelo picotado e apresentá-los nas respetivas lojas aderentes.

“Estamos atentos à realidade que afetou o comércio local e queremos ajudar na retoma, em segurança, mas de forma consistente”, avança o presidente da AEVH, José Manuel Lopes, citado no comunicado.

O responsável acrescenta que “a AEVH tem estado atenta, desde o primeiro instante, ao impacto que a pandemia gerou na economia, sobretudo no período de confinamento”.

“Estamos atentos às necessidades do tecido empresarial da região, integrando um conjunto de iniciativas que têm sido levadas a cabo por esta Associação, com o objetivo de estar presente nesta fase tão difícil para os empresários e comerciantes”, salienta.

A campanha Comércio (Com)Vida, com a distribuição de vales descontos por todo o concelho, das lojas e comércios aderentes de Vila Verde, pretende levar os vilaverdenses a fazer compras no concelho.

“Só será possível uma retoma efetiva com a união de esforços de todos, com sentido de pertença, com sentido inequívoco da nossa identidade. O convite que AEVH vos endereça é este: Se é de Vila Verde, deve comprar cá, invista cá. É cá que quer crescer e ver crescer”, conclui José Manuel Lopes.

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Barcelos

Taxista atropela mulher em Barcelos, foge e só é parado após novo acidente

Atropelamento e fuga

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Foto: DR

Uma mulher de 39 anos sofreu ferimentos ligeiros depois de ter sido atropelada por um táxi em Barcelos. O condutor colocou-se em fuga mas acabou intercetado mais à frente na sequência de um acidente.

Segundo apurou O MINHO, a mulher foi abalroada em zona de passadeira em frente às bombas de gasolina da Avenida de Martim.

O taxista não parou para prestar auxílio e colocou-se em fuga, acabando por embater novamente, alguns quilómetros depois, sendo intercetado por militares da GNR que já seguiam no seu encalço.

Já a mulher foi transportada para o Hospital de Braga.

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